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HARAS ERALDO PALMERINI a casa de Lionel the Best (foto de Paula Bezerra Jr), Jet Lag, Estupenda de Mais, Hotaru, etc...

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HARAS RIO IGUASSU A PROCURA DA VELOCIDADE CLÁSSICA - Foto de Karol Loureiro

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STUD MY HERO DAD - Summerset

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STUD MY HERO DAD - SUMMERSET - foto de Porfirio Menezes

JOCKEY CLUB BRASILEIRO

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segunda-feira, 27 de julho de 2026

BOM DIA


Parece que o presidente Trump, não está dando a mínima bola, as bravatas exaladas por nosso presidente, que baba quando discursa. As retaliações prometidas por Lula, parecem não surtir nenhuma tipo de receio ao mandatário norte-americano e cada vez mais a certeza que serão os empresários brasileiros e o povo que irão pagar a conta.

A politica diplomática brasileira, parece erigida por uma criança de seis anos, mal crida e subnutrida, embora pela enésima vez, somos obrigados ouvir a ladainha de sempre, que acabaremos com a fome em nosso pais e que os mais de 20 anos de PT no poder, foram gastos em arar a terra para um dia plantar e colher...

Um bom dia para todos.

Ontem fomos 1,726

SERÁ QUE ?

 

VOCE SABIA ?

 

NA LUPA DO BARONIUS

Uma veterana brilha intensamente 

Bom dia. A principal carreira da semana foi o King George King George VI And Queen Elizabeth Stakes, realizado no sábado ensolarado no hipódromo de Ascot. Vamos navegar um pouco sobre como foi a carreira e depois trazer aquele tradicional perfil que gosto de fazer dissecando o cruzamento da vencedora KALPANA (Study of Man) em números. Lembrando que entramos em uma semana especial, com festival em Goodwood entre terça-feira e sábado, além de estarmos na semana de entrega do Troféu Mossoró e das disputas da Copa ABCPCC. Prato cheio para os turfistas locais e globais. 

Bem, vamos ao grande clássico britânico corrido na distância clássica da milha e meia, com uma pista em perfeitas condições e que foi palco de um confronto de gerações. Com parciais honestos, a tropa de O’Brien foi para frente tentando fazer o ritmo que ditasse melhores condições para a vitória do Derby-Winner Benvenuto Cellini. No meio do pelotão de 9 corredores, vinha a eventual vencedora, criada pela Juddmonte Farms na Grã-Bretanha, sendo ela uma filha de Study of Man na vencedora de listed race Zero Gravity. Ela acompanhou sempre muito facilmente o ritmo da prova. Lá no fundão vinham o favorito e emérito atropelador Calandagan, acompanhado do japonês Masquerade Ball e um pouco a frente deles, o vencedor do Derby da Irlanda. Ao entrarem na reta final, KALPANA, que galopava com tranquilidade, achou logo uma passagem, foi para liderança e aparou o ataque de Benvenuto Cellini e finalmente de Calandagan. Mas briga não houve. A égua, já veterana de várias batalhas, despachou seu algoz do ano anterior nesta prova e foi coroada ao cruzar o disco com corpo e meio de vantagem sobre Calandagan. Corrida ridícula dos representantes japoneses, ambos acabaram na bagagem. Minha esposa, que é descendente nipônica, notou antes da prova, um certo ar de presunção nos responsáveis pelos animais. De fato, competência e talento os cavalos japoneses têm de sobra, mas dominância sobre os europeus na casa deles não existe de forma alguma. Esta foi a prova. O cenário do Arco vai se formando e parece que teremos uma prova bem técnica e equilibrada em Paris no início do outono.  

Agora, vamos ao cruzamento da ganhadora. Study of Man, seu pai, é um filho de Deep Impact com 4 gerações em idade de corrida, 235 registrados e 11 ganhadores clássicos. Ele tem um excelente ganho médio por animal corrido (AEI) de 1,77. Sua cobertura em 2026 foi avaliada em 35 mil euros. Em hasta pública, 92% de seus filhos ofertados foram vendidos, com uma média de 48 mil euros. Além de KALPANA, podemos citar os ganhadores de grupo Sons and Lovers, Birthe e Deepone, como os principais representantes de Study of Man nas pistas.

A mamãe Zero Gravity (Dansili) é irmã do clássico Zambezi Sun. Ela tem 11 filhos, com 7 corridos e 6 vencedores. Sua jóia até o momento é a rainha da prova de sábado. A vovó Imbabala (Zafonic) é múltipla produtora clássica (3 filhos), além de ter criado duas filhas que já são produtoras clássicas, a saber Shared Account e a Zero Gravity. O rio corre para o mar na Juddmonte. Não tem jeito.

Dansili como avô materno é muito bom, tendo produzido 169 ganhadores clássicos de um total de 3.551 netos. Além de tem produção de ganhos médios em pista de 48% acima da média. As suas filhas valem ouro na reprodução. O cruzamento de KALPANA, infelizmente só foi tentado 2 vezes. Obviamente tem números extraordinários para um subgrupo tão mínimo e ele é totalmente definido pelo indivíduo que foi magnificado pela minha lupa hoje. Era isso por hoje. Aguardo todos vocês logo mais na Live com o Eraldo Palmerini. Até breve.

Abs, Baronius 

NUNCA PERCA SEU SENSO DE HUMOR

 

SONHANDO COM DIAS MELHORES


O dia da picanha e da cervejinha gelada

QUEM AVISA AMIGO É

 

SAUDADE DE TI


 

POIS É

 

domingo, 26 de julho de 2026

SONHANDO COM DIAS MELHORES

 

Hall of Fame...
Melhor premiação...
Volta de Cidade Jardim...
mais apostas nas pedras dos hipódromos...
um King George VI and Queen Elizabeth stakes..
e quem sabe, um Flamengo novamente campeão do mundo....

BOM DIA

 Quando aqui opinei que foi um erro da Coolmore, partir para a aquisição de Journalist, houve gente que discordou. Outrossim, estou a décadas neste mercado, no mínimo observando e vi com estes olhos que a terra há de comer, o mesmo acontecer com Shanghai Bob.

A Coolmore sentiu a pisada na jaca, com a última apresentação de seu recém adquirido, justamente no San Diego Handicap. Insipida, Incolor e Inodora. Adiar o resultado desta empreitada para se tudo dar certo, com muita sorte e total participação divina, abiscoitar uma Breeder´s Cup Dirt Mile ? 

Melhor é assumir o desastre e partir para um leasing com a América do Sul. E que todos nós tenhamos um grande domingo.

 ONTEM FOMOS 1831

QUEM AVISA AMIGO É DA MESMA FORMA QUE QUEM DESDENHA QUER COMPRAR



Outro. dia, em defesa de alguém que tem tão somente demonstrado respeito e paixão pelo turfe e cavalo nacionais, fui obrigado a lembrar ao navegante critico, que como ele Marcus Arriaga - o criticado em questão - sempre o diz, alguém tem que ser o bibliotecário da atividade. 

E creio que ele seja bem mais do que isto e se apenas assim o fosse, estaria igualmente prestando uma colaboração gigantesca em prol da memória nacional de um turfe desemoriado. Mexer no passado é como arrancar os grilhões de uma memória sonolenta.

A memória humana é falha. As vezes põe de lado coisas que não deveriam ser esquecidas e cabe a pessoas como o Marcus, resgata-las, ao isto que ela exigirem, para que não desapareçam na podridão do esgoto da modernidade.

Somos um pais sem um Hall of Fame, cujo intuito principal é resgatar a imagem daqueles - cavalos ou humanos - que de alguma forma, fizeram diferença na nossa atividade. O prêmio Mossoró - do qual orgulho-me de ter ganho, com o único animal que possui sozinho - é o começo e deve ser incentivado e melhor explorado. Mas o Hall of Fame é por assim dizer, a Bíblia de quem quer informações da qualidade de alguém em um pais de seu ainda total desconhecimento.

Portanto necessitamos um Hall of Fame e mais do que isto, de um bibliotecário que guarde os vestígios de um turfe, que mesmo insípido, já foi paz de gravar seu nome, na Dubai World Cup, no Santa Anita Handicap, no King George, no Metropolitan Hcp, na Breeders Cup Mile e tantas outras provas de tamanha envergadura no cenário mundial.

Um atividade que não defende e glorifica aos seus, não merece sequer existir. Fica ai minha opinião e um beliscão na orelha do inoportuno e desleal critico da vez ... 

SERÁ QUE ?

 

VOCÊ SABIA ?

 

AVISO AOS NAVEGANTES


 

EXTRA ! EXTRA !



























 O CONVIDADO DE AMANHÃ
ERALDO PALMERINI


NUNCA PERCA SEU SENSO DE HUMOR

 

CONTINUO NA ESQUINA

 

PAPO DE BOTEQUIM. O QUE SERÁ DO KING GEORGE ?:

 

O importante nas eleições, não é propriamente quem vota e sim quem conta os votos, já deixara bastante claro Joseph Stalin, décadas atrás.

Da mesma forma que no futebol, o melhor time pode não vencer, dependendo das ações de árbitros, vide atual Copa com o acontecido com o Egito e Suíça. O chamado inusitado, também  pode acontecer no turfe, mas eu diria que em menor escala aparente. Não creio que hajam complôs intencionalmente montados pelos elementos da comissão de carreiras, para prejudicar um individuo qualquer. E eu digo o porque. 

Com as atuais bolsas e as recentes sindicalizações reprodutivas, passaram a ser mais interessante ganhar as carreiras, do que tentar fazer dinheiro fácil, em jogo. Pelo menos no hemisfério norte e na Austrália e África do Sul.

Pois bem, o problema é ganhar carreiras que realmente interessam, já que todos querem e poucos realmente podem. E infelizmente no turfe, querer nem sempre é poder.

O King George, - que se tornará ano que vem, a carreira inglesa de maior dotação - é um alvo que todos querem atingir. Até eu com Hard Buck... Mas garanto a vocês, por experiência própria, que é difícil para burro. Agora imaginem alguém que o fez em três oportunidades. Pois é, não é que Enable o fez.

Não deveria ela ser colocada num especial pedestal, já que três King Georges e dois Arcos, não é biscoito não ? Quem poderia igualar este recorde ? Suplanta-lo me parece difícil, pelo menos para o período que me resta. Feita a pergunta, e alinhavada a resposta, vamos ao que realmente interessa, nas descobertas obtidas ontem em Ascot.

Muitos tinham como certa, a vitória de Calandagan, antes mesmo da largada ser dada. Eu tinha as minhas duvidas. Seria o favorito atualmente tão superior a seus adversários, como o fora no ano anterior, que mesmo na milha e meia, - teoricamente a distância onde se não sente totalmente a vontade - levaria a melhor ? Ou a turma não era tão forte como parecia a principio, ser ? Paguei para ver.

A grande verdade, é que todos especializados na distância pareciam estar presentes. So no escuses. E para mim, como afirmei recentemente Kalpana estava chegando no ponto. Nunca duvidei de sua capacidade staminica, embora devesse, pois, seu pedigree parecia melhor adaptável a milha e com benevolência a milha e um quarto. Seu pai, o Derby winner francês Study of Man (Deep Impact) encanta-me na meia distância porém ao mesmo tempo a estrutura genética de sua mãe esta tremendamente calcada pelos milheiros Dansili (2º no Sussex stakes e 3º na Breeders Cup Mile), Zafonic (2,000 Guineas) e Habitat (Prix du Moulin de Longchamp e 2º no St. James Palace stakes), na linha base de Peace (2º no 1,000 Guineas Trial stakes). Milha por todos os lados ! Então porque cargas d´água meu apreço pot Kalpana na milha e meia? Simples meu caro Watson, a forma como corre. A forma como lança as mãos. Em todos os seus movimentos inspira necessidade de distância.

Aproveito o momento para abrir um parênteses. Na reta final de ontem, lembrei-me de um King George em que estive presente, o de 1990, onde o duelo entre Belmez e Old Vic - ambos de Sheikh Mohamed treinados por Sir Henry Cecil, ainda nas antigas cores de seu proprietário - vieram a produzir uma igual sensação. Fecho o parênteses sem memo saber o poruqe. 

Sinto que Calandagan não se porta como na temporada passada. Falta-lhe algo. As constantes viagens longas e desgastantes, Japão, Dubai e países da Europa devem ter consumido parte de sua forma. O quarto lugar na Coronation Cup este ano, acendeu aquela luz vermelha de perigo, em minha maneira de ver. Seu Grand Prix Prix de Saint-Cloud, na milha e meia, não me convenceu. Venceu mas não me convenceu. E simplesmente pensei que o resultado do ano passado no King George, poderia este sábado ser revertido. Como o foi.

Meus queridos navegantes, cavalo de corrida é momento. Calandagan está meio "passado". Nada que não possa ser revertido, com bom e merecido descanso. Kalpana, ao contrário, brandia estar prontinha para aprontar alguma. No ano passado já passara bem perto. Simples assim.

SAUDADES DE TI

 

POIS É

 

sábado, 25 de julho de 2026

BOM DIA

Você sabe porque até uma tartaruga pode ser vista no galho de uma árvore ? Simplesmente porque alguém lá, a colocou. Provavelmente seu dono.

Se você entra numa repartição publica e depara uma loura sensacional sentada numa cadeira gerencial, retocando seu batom, pode ter certeza absoluta que ela tem um dono e foi exatamente ele quem, a colocou lá. 

Moral da história, a tartaruga pode até ser retirada da árvore, mas de jeito algum tirem a loura de sua mesa. Haverão consequências.

É assim que penso pois, quem obedece sobrevive, mas quem critica no pais do céu cor de anil, paga um preço caro. Vil. No turfe internacional esta prática parece estar se solidificado, dia após dia. Protetorados dominam e quando notam presenças inóspitas a seu redor, reagem de uma forma não muito democrática. Verdadeiras empreitadas são subjugadas para que a loura do batom permaneça sentada aonde estiver e a tartaruga que se f..a !

Fica claro que tenho que parar por aqui, e aproveitando para desejar um bom dia a todos.