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JOCKEY CLUB BRASILEIRO

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quinta-feira, 8 de janeiro de 2026

BOM DIA

 Somos, em sua grande maioria um povo cordial. 

Comparecemos as passeatas quando convocados. Nos engajamos em obras sociais quando convidados. Somos pessoas divertidas no Carnaval. Enchemos o Maracanã em dia de Flamengo-Flu. Mas igualmente temos um grande defeito: o de votar.

Tem mulher que tem dedo podre para homem. O brasileiro tem dedo podre na hora de escolher um candidato que represente, você. E tudo isto porque ? Falta de informação. Dai a redes sociais da internet, serem o fantasma das lides politicas do PT e do Psol.

Quando decidi montar este blog, achei que já existiam, pelo menos três outros, especializados na função informativa, mas nenhum com a capacidade de analise. Dai ter decidido em formar meu núcleo mais analítico do que informativo. Hoje estamos estabelecidos com uma audiência básica que oscila entre 700 a 1,500 toques, diários. O que para nosso universo turfístico é um absurdo. E esporadicamente chegando a mais, conforme datas de rara importância.

Outrossim, temos um número menor de patrocinadores que os blogs informativos. Paciência. Informação é muito importante, porém, uma analise dedutiva destas informações, vital.

Quem sabe com um grande dia pela frente, você criador que neste momento nos lê, se torne um patrocinar ?

SERÁ QUE ?

VOCÊ SABIA ?

COLUNA DO JUNIOR


Corridas, páreos e apostas em 2025 nos EUA

O site da Bloodhorse publicou hoje um artigo sobre os números da indústria do turfe nos EUA em 2025.

O número de dias de corrida caiu 5,2% de acordo com o divulgado pela Equibase para 3.590. Acompanhando este declínio, houve uma queda de 4,7% no número de corridas para 29.401 sendo este, a primeira vez abaixo de 30.000 desde a década de 1950, de acordo com os registros do The Jockey Club.

Com menos corridas, houve menos apostas, ou seja, uma queda de US$ 11,03 bilhões, abaixo de 2024 quando registrou US$ 11,26 bilhões. A média apostada em cada dia de corrida ficou em US$ 3.072.048,00.

Neste ano, o número de dias em que houve cancelamento de corridas foi maior devido a climas extremos, incêndios, inverno rigoroso etc.

As corridas do primeiro semestre, isto é, de janeiro a junho, caíram 2,8% enquanto a queda no segundo semestre, julho a dezembro, tiveram uma queda de 5%.

O tamanho médio dos páreos teve uma média anual de 7,47 animais, sendo 7,54 no primeiro semestre e 7,41 no segundo.

Enfim, menos dias de corridas, menos páreos, menos jogo.

Como reverter este ciclo vicioso é o grande desafio para a Indústria do Turfe nos EUA.

José C. F. Pires Júnior 

NUNCA PERCA SEU SENSO DE HUMOR

EXTRA ! EXTRA !














SAUDADE DE TI

Frank Lloyd Wright

PAPO DE BOTEQUIM: A NOBREZA JAPONESA

Antes de chegarmos ao âmago a que se propõe este artigo, quero apenas tornar publico, que um pensador brasileiro - que penitencio-me por não lembrar quem seja - afirmou que devíamos tocar a nossa vida em off, pois, muitos são os que discordam de nossa forma de pensar. As palavras não foram exatamente estas, mas o conceito, sim. E no turfe isto se aplica sobre medida.

Dito isto, quero exteriorizar algo que venho me curvando sempre, há décadas: refiro-me a nobreza da civilização japonesa. A fidalguia de suas ações e a coragem indômita de uma ilha com cabeça melhor que outros países de dimensões continentais. 

Destruída em 1945, com duas bombas atômicas pela guerra, foi uma civilização que soube dar a volta e hoje está na crista de varias atividades, entre elas, a politica internacional, a industrialização e por que não dizer o turfe ?

De uns tempos para cá, pararam de adquirir lixo europeu e sofisticaram seu sistema de seleção. Hoje o Japão consta com um plantel invejável de elementos que fogem ao óbvio. Ele que organizaram-se nacionalmente com um turfe seletivo e que atrai por sua qualidade multidões aos hipódromos de suas duas associações, sentiram-se impelidos a vôos maiores. E pouco na pouco tem galgado dregrus importantes, primeiro non extremo oriente e agora nos Estados Unidos.

A vitória de Forever Young na Classic do ano passado, foi épica. Sim, não há outro termo que explique não só esta sua vitória como a campanha hercúlea a que foi submetido em três continentes. Pois bem, tive a ousadia a preferir ele a Sovereignity numa possível eleição de Horse of the Year, e imediatamente conterrâneos meus urraram que não deveria ser dada tal honraria, a quem correu apenas uma prova no pais, a ser eleito.

Ai vem a Japan Cup e dá o castrado Calandagan na cabeça, com uma daquelas suas atropeladas fatais. Correu uma vez e não há a menor chance de aproveitamento reprodutivo neta questão. Mas a nobreza japonesa acaba de lhe outorgar o titulo de Japanese Horse of the Year. O Estados Unidos não deveria usar desta mesma idoneidade em seu voto final ? Ganhar dos de sua mesma idade ou do resto do mundo tendo que atravessar o globo terrestre ?

Afinal Calandagan, não é um cavalo qualquer. Aliás, diria até, que um elemento que chega a um corpo de City of Troy, num disputado Juddemonte Internacional stakes (G1), é digno de uma salva de palmas, não de ressalvas depreciativas.

Não existe o menor resquício de dúvidas em minha maneira de pensar que Calandagan e Forever Young foram os picos máximos de nossa galáxia no ano de 2025 e que me desculpem aqueles partidários do off, mas no caso presente, prefiro me manter no in.

POIS É

quarta-feira, 7 de janeiro de 2026

BOM DIA

Considero-me um cara conservador, mas com portas e janelas totalmente escancaradas para ouvir qualquer tipo de observação. Ainda admiro o Mickey Mouse, acredito nos gêneros masculinos e femininos e penso que a mentira tem perna curta, nove dedos e adora a 51... 

Por opiniões como estas, resolvi parar de escrever em outros veículos, - embora nunca tenha sido censurado na defesa de meus pontos de vista - pois, achei que o fazendo num espaço só meu, estaria livrando aos editores, o dissabor de conviver com minhas opiniões que de alguma forma, ferissem suas convicções.

Uma só vez, fui repreendido, na antiga Revista do Jockey Club Brasileiro, quando publiquei uma entrevista com o Delmar Biazoli Martins, onde ele botou a boca no mundo e disse muitas coisas que não deveriam ser ditas, embora fossem verdades. Demiti-me no dia seguinte e ingressei no Jornal do Turfe. A Revista passou por duas outras propriedades e eu finalmente estabilizei-me neste blog, que batizei com o nome de O Ninho do Albatroz.

O que mais critico no turfe brasileiro é a falta de diálogo. Redes sociais e os grupos de pessoas, estão finalmente trazendo a tona, a opinião de muitos, mas que na verdade ainda afetam a muito poucos. Não faço parte de nenhuma delas, e pelo pouco que escuto, estão virando grupos que criticam a todos e não contribuem a nada. É a turma do Mi-mi-mi.

Não temos uma mídia especializada, o que é um atraso. Mas temos uma centena de abnegados que tentam não deixar a peteca cair. E é para estes o meu desejo, de um especial dia.

SERÁ QUE ?

VOCÊ SABIA ?

NAS ENTRELINHAS DO TURFE

 

Algumas situações no turfe brilham tanto sob nossos olhos que por vezes nos deixam tontos de tão nítida que são. Início de 2019, ou seja, há sete anos atrás eu previ, escrevi aqui no blog e alertei do potencial que Wild Event iria se tornar como avô materno no Brasil. Os motivos na época de ter chamado Wild Event como avô materno de "tsunami" foi dele ser o maior reprodutor em solo brasileiro, maior produtor de ganhadores de grupo, ser um grande pai de fêmeas, estar ligado a grandes linhas maternas e conseguir se conectar a todas as tribos. Um verdadeiro gol sem goleiro, mesmo não lendo em lugar algum publicação sobre o assunto.

Não lembro o ano certo, acho que 2020, num dos leilões da APPS de reprodução eram oferecidas várias filhas de Wild Event em leilão. Lembro de ter mandado um artigo para o Nilsinho sobre a eficiência de Wild Event como avô materno, inclusive o comparando com Ghadeer na esperança que as reprodutoras continuassem em solo brasileiro, não indo para o Uruguai. Coincidência ou não, Nilsinho falou sobre o artigo e todas reprodutoras continuaram no Brasil.

Dia 28.05.25 publiquei um artigo alertando para "fazerem o dever de casa sobre o leilão do Araras, avaliarem as filhas de Hofburg em mãe Wild Event, que inspecionassem os produtos desse cruzamento".

Dia 25.06.25 publiquei outro artigo chamando atenção sobre Zucca Babby que em sua segunda apresentação entrava em segundo lugar no GP Jockey Club Brasileiro, largando por fora de todos na baliza 13. Este reapareceu com vitória no GP Jockey Club de São Paulo GI (disputado no JCB ganhando de Star do Iguassu, Havana Cigar e Oderich, todos ganhadores de GI) e deve ser um grande favorito para a tríplice coroa Carioca.

No mesmo artigo de 25.06.25 publiquei também "Oh Promisse Me que tinha entrado em quarto lugar no GP Francisco Villela de Paula Machado GII em sua terceira corrida, vindo de correr 1.100m na areia trinta dias antes". Ela reapareceu domingo passado no GP Roger Guedon com vitória autoritária. Logo após o páreo seu treinador deu a declaração que a potranca reaparecia com setenta por cento de sua capacidade locomotora. Em condições normais ela deve chegar entre as primeiras no GP Possolo GI, primeira prova da Coroa Carioca.

Interessante que no páreo com dez competidoras, três delas tinham Wild Event como avô materno. Vitória da já citada Oh Promisse Me (Hofburg), segundo Orange Riviera (Put It Back) e quarto lugar Qualité (Synchrony). Vale citar também que no mesmo dia foi disputado o Clássico Bal A Bali com vitória de Moroccan, filho de Drosselmeyer na Dona da Verdade por Wild Event.

Notaram que os quatro animais com pais diferentes possuem o mesmo avô materno? Voltando ao início da nota, onde mais uma vez os resultados em pista nos mostram que um dos motivos do sucesso de Wild Event como avô materno, é a capacidade das filhas deles irem bem com vários reprodutores. 

Conforme o ditado popular, "mata cobra e mostra o pau", ficam os alertas para reflexões.

Até a próxima quarta. Abraço Virtual

Marcel Bacelo

NOTA DO EDITOR - QUEM AVISA AMIGO É !

NUNCA PERCA SEU SENSO DE HUMOR

SAUDADE DE TI

ENNIO MORICONNI

EXTRA ! EXTRA !