O NINHO DO ALBATROZ
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sexta-feira, 24 de abril de 2026
PAPO DE BOTEQUIM: MEU ÓDIO SERÁ TUA HERANÇA
Nação parece titulo de Bang-Bang, de Sergio Leone ?
Pois se enquadra bem em certas situações vividas no turfe brasileiro.
PAPO DE BOTEQUIM: O ENCANTAMENTO DAS POSSIBILIDADES INFINITAS '- PRIMEIRA PARTE
Findos os sete dias iniciais de inspeção em Bagé, várias são as conclusões que se chega, sobre os rumos da criação de cavalos de corrida no Brasil, em um de seus dois polos mais importantes. E ninguém me parece melhor em resumi-la do que meu companheiro de viagem, o Gil Moss.
"O encantamento das possibilidades infinitas..."
Eu diria tratar-se de algo profético, pois ademais a serena Bagé continua linda.
Quem não conheça a fundo, os meandros do turfe brasileiro, chegaria a acreditar que somos uma indústria sólida, com bases estruturadas como a Argentina e o Chile. Coisa que estamos longe de ser. Outrossim, a qualidade de nosso produto e a beleza intrínseca de nossos campos, elude até os mais céticos. Bagé é o maior exemplo disto.
O Niju, apresenta um reprodutor ainda jovem, vindo da Austrália, muscularmente dominante que atende ao nome de Microfone. E assim, com pastagens magnificentes, desafia a aqueles que possam duvidar do potencial genético de um Exceed and Exel, imbreed na razões 3x3 em d Danzig.
O Doce Vale, onde acredito que em seus campos se deu a metamorfose de Bagé-Aceguá, este ano conta com produção de seis machos, - todos colocados a venda - e 19 fêmeas reservadas. A produção de seu reprodutor chefe, o nacional Pimper´s Paradise me agrada sobremaneira. Aonde se vá, sempre haverá um filho seu que fisicamente se destaca, assim como os filhos de outro nacional, Olympic Johnsnow, ora no Eternamente Rio, mas que ainda esta temporada irá se juntar ao recente sindicalizado o nacional Mandrake, um haras que nasce, nas antigas terras do Lorolu. Tudo isto à frente do magnífico Old Friends, hoje o mais importante polo de garanhões da região.
A exuberante beleza do nacional London Moon somado a sobriedade do bem sucedido e também nacional Il Doge fazem do Anderson, passagem obrigatória por quem visita Bagé. Se entre os dois filhos de Agnes Gold, as duas primeiras gerações de Olympic Jhonsnow e a primeira de London Moon são de encher os olhos, o que dizer do já consagrado Hofburg ?
Existe mais, outrossim fica para amanhã




































