Vou ser curto e objetivo, já que fronteiras são cruzadas no Brasil, de forma constante, sem a devida análise que sustente as criticas. de forma que o leitor tenha chances de receber material exposto, de maneira condizente. Somos uma civilização que gosta de afirmar, mas com pouco respaldo científico e zero noção do perigo.
A criação de cavalos de corridas, é uma UTI de casos traumáticos. Físicos e mentais. Quando cito casos positivos de imbreeds de baixa razão, tipo 2x3 e 3x3, vejo narizes emponderarem-se de um desdém brutal, que chega a causar calafrios. Gelam a alma.. Encrudessem o ser.
No Brasil, imbreeds são vistos, ainda, como palavrões e em casos dos de baixa razão, verdadeiras blasfêmias. Passagem via direta ao inferno, sem direito a baldeação. E tudo isto porque ? Porque fica difícil de as coisas acontecerem, ai no varonil, tendo os mensageiros que somos obrigados a usar. Ou alguém em sã consciência acreditava que da união de Khatango e as filhas dos filhos de The Minstrel que foram trazidos para o Brasil, poderiam representar alguma coisa de útil para o mercado?
Mas por exemplo os não explorados cruzamentos de Agnes Gold em filhas de Torrencial, - há um tempo vizinhos de cerca - ou mesmo de Jules em filhas e netas de Orpen - vizinhos fronteiriços - ? Porque não foram testados ? Se estes viessem falhar, ai sim, teríamos panos para mangas para afirmar que os imbreeds não funcionam abaixo deste céu cor de anil.
Devagar com o andor que o santo é de barro !
De uns tempos para cá, voltamos a importar cavalos com maior capacidade genética e razoável participação em pista. Cruzar First Captain com filhas de Can the Man, tem um sentido lógico. Logo é uma luz na fundo do túnel. Só espero que não seja um trem em sentido contrário.