HARAS SANTA RITA DA SERRA - BRASIL

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NEPAL GAVEA´S CHAMPION 2YO - HARAS FIGUEIRA DO LAGO - São Miguel, São Paulo

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HARAS ERALDO PALMERINI a casa de Lionel the Best (foto de Paula Bezerra Jr), Jet Lag, Estupenda de Mais, Hotaru, etc...

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HARAS CIFRA - HALSTON POR MARILIA LEMOS

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HARAS RIO IGUASSU A PROCURA DA VELOCIDADE CLÁSSICA - Foto de Karol Loureiro

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HARAS SÃO PEDRO DO ALTO - Qualidade ao invés de Quantidade

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HARAS RED RAFA - O CRIADOR DE PLANETARIO

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STUD YELLOW RIVER - Criando para correr

JOCKEY CLUB BRASILEIRO

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sexta-feira, 16 de janeiro de 2026

BOM DIA

Para quem nasceu nos anos 50 no Brasil, e teve a sorte de cruzar o século e chegar aos 76 incompletos, como eu, há ide concordar que muito mudou de lá para cá.. Aliás, são coisas inerentes a cada região, Vejam vocês que numa área onde cariocas, paulistas, mineiros paranaenses, catarinenses e gauchos , tinham formas de agir disparas, até que chegamos até aqui vivos, como nação, poderia ser visto como sendo um golpe de sorte. Imaginem Getulio, Janio, Sarney, Lula, Dilma. Não é brincadeira não ! Mas voltemos ao trilhos, pois o Brasil não é para amadores.

Sou do tempo que das maiores opções de estudo no Rio de Janeiro, eram os colégios Pedro II, Anglo Americano, Mallet Soares e os chamados católicos, Santo Agostinho, São Bento e Santo Ignãcio. A vontade de meu pai ter-me no Santo Ignácio - instituição jesuíta - era tanta, que ele fez-me perder um ano, pois atrasou-se na inscrição. Mas passado o mesmo, iniciei e completei quatro anos de primário, um de admissão, quatro de ginasial e três de cientifico. Onde aprendi os hinos brasileiros o  da Bandeira, como acompanhar uma missa em latim, andar com cabelo cortado, senão nem passar pelo padre Chaves na porta, e tudo mais que nada tinha haver já naquela época, passaria lhe trazia confidencia de estar num funil, que a cada ano eliminava alunos que não tivessem cheiro de vestibulandos, 

De onde veio on interesse pelo turfe ? Confesso que não sei. Meu pai nunca entrou na Gávea e um dia me perguntou, o que fazia alguém em ter um cavalo de corridas que custava mensalmente os olhos da cara. Sei apenas que pelos cavalos sempre fui atraído, iniciando com os da Praça do Alto de Teresópolis.

Houve certamente um indicio inicial de interesse quando uma empregada da casa de meus pais, Aperecida começou a namorar um jockey Laercio Santos. Todavia, foi fogo de palha.

Porque entrei neste assunto, pois crer ser inadmissível se imaginar que no hipódromo de Cidade Jardim, possam parar de ter corridas. Virar uma parque. Tarumã, Maronas e San Isidro, para se citar três grandes do continente, chegaram a momentaneamente ter suas portas fechadas, Mas voltaram, graças a garra de certos grupos, e estou cero que não será por falta de garra, que as portas do hipódromo de Cidade Jardim, irão cerrar as suas.

Um bom dia para todos.

SERÁ QUE ?

VOCÊ SABIA ?


AVISO AOS NAVEGANTES


Tenho tido conhecimento, de algumas criticas por tentar defender o Jockey Club de São Paulo. Produto de bairrismo inepto de quem critica por criticar. Não foram poucas as vezes que aqui e na live da qual participo, deixei claro minha incapacidade - por desconhecimento - de gerir uma Sociedade destinada ao jogo, pois nem jogar eu jogo.

Confesso que não conheço, grande parte das goteiras que hoje fazem nossa atividade estar se alagando. Mas não sou parvo o suficiente, para deixar de notar que existem erros básicos na direção da mesma.

Logo, aos que criticam meu posicionamento, um solene fod4-se ! 

Tenho orgulho de ter participado do turfe de Cidade Jardim, primeiro por opiniões, já que escrevi uma coluna semanal durante anos no Coruja e depois como proprietário que fui de um único cavalo, a champion 2yo Baby Victory. Assiti a carreiras incríveis e tenho pela entidade um grande respeito. Fui criado no hipódromo da Gávea, mas nunca fui barrista.

Era o que tinha a dizer.

EXTRA ! EXTRA !











NUNCA PERCA SEU SENSO DE HUMOR

PAPO DE BOTEQUIM: PANO PARA AS MANGAS

É obrigação de um analista, detectar o fato e disseca-lo de um forma honesta, sem bairrismo ou pré-escolhas pessoais. Pois bem, tentei fazer isto desde o inicio de minha participação pública para com a atividade e a prova inconteste que tenha conseguido, é ter espaço e audiência até os dias de hoje. Acreditem, não é nada simples, consegui-lo.

Corri o Brasil, para conhecer nossa criação. Penso que talvez só tenha faltado o Maranguape em Paulista no Estado de Pernambuco, de propriedade de Frederico Ludgren que nos brindou com o primeiro ganhador de nossa prova de maior vulto, o Grande Prêmio Brasil, obtido através do tordilho Mossoró. Assim sendo, tenho rodagem.

Visitei em uma oportunidade o haras Guanabara em Bananal e posso garantir que todo o seu sucesso deve-se ao alto gabarito de sua genética, associado ao talento da família Seabra em tratar-la. Nada mais do que isto, como no caso do Mondesir, que chegou a criar  em São Paulo,  grandes cavalos entre os quais o importado no entre, o também tordilho e tríplice coroado Quiproquó. 

exatamente ai que a porca entorta seu rabo. Se não vejamos. Num país onde a escassez de grandes palheiros tordilhos é facilmente constatada, os poucos que sobrm, quando brilham, simplesmente reluzem ! Ou estarei escorregando, mais uma vez no quiabo ? Desculpem mas não estou, afinal Old Master é quádruplo coroado carioca e Quari Bravo, paulista.

E o que dizer de Spring Love e Estrela Monarchos, ganhadoras do Brasil das éguas. a primeira em Cidade Jardim, e a segunda na Gávea. Lembram do milheiro sensacional que foi Lucarno José e Expedictus ? E o que dizer dos Derby winners Ever Ready e Funny Boy, ambos vindos deste mesmo centro criatório? 

Chubasco, foi um dos melhores dois anos que vi correr, filho de Don Bolinha e Fifia. E a coisa vai por ai adentro. Tenho que um dia estudar mais a história do tordilho no Brasil, pois acredito que há panos para as mangas... 


POIS É


 OLHA O QUE O LULINHA PAZ E AMOR
CONSEGUIU PARA OS BRASILEIROS

quinta-feira, 15 de janeiro de 2026

BOM DIA

Escuta o velho.

Quero deixar claro, que não tenho conhecimento suficiente para gerir um clube, como o Jockey Club de São Paulo. Gostaria, mas não o tenho. 

Logo, dando ouvidos aos conselhos de vó Adelina, tentarei ter bastante cuidado de caminhar no terreno movediço, pois criticar sempre foi mais fácil do que se tentar construir.

A coisa parece ser bastante complicada. A começar por como resolver um problema que o Benjamim Steinbruch não conseguiu solucionar, depois de dar vários anos de sua experiência, ao Jockey Club de São Paulo ? Seria ele desconhecedor da matéria ? Duvido. Seria então incompetente ? Impossível de sequer conceber. Ou teria como homem publico que é, inimigos políticos fortes do outro lado da mesa ? Prefiro imaginar que tenha sido esta a terceira situação. que o fez repassar o comando do barco, para terceiros.

O Jockey Club de SãoPaulo é uma instituição centenária, mas hoje ainda dotado de jovens idealistas que se apoiados, poderão minimizar as agruras do processo. Foi criado um concelho, do qual sei da capacidade de quem o dirige, o que em outras palavras me garante que se não jogarmos a toalha, ainda haverão chances de salvação. Diria que boas, que na VERDADE É MELHOR DO QUE NADA.

Fazer do clube associativo de uma especie de SAF, pode funcionar, como alguns de meus navegantes sugeriram nestes últimos dias. Afinal o hipódromo de Cidade Jardim foi erguido em terreno privilegiado, onde o que f implantado, frutificará.O importante é não desistir e deixar as criticas por enquanto de lado, e curtir o dia que vem pela frente, que naturalmente será grandioso.

SERÁ QUE ?

VOCÊ SABIA ?


´

SAUDADE DE TI

NUNCA PERCA SEU SENSO DE HUMOR

SAUDADE DO RIO


Dizem, os que pouco conhecem do Rio, que sua força está no sol. Pois saibam estes, que o Rio é lindo, nublado e mesmo com chuvas. E sabem porque ? Porque o Rio de Janeiro, não se trata apenas de uma cidade. É um estado de espirito.

 

PAPO DE BOTEQUIM: A MINIMA CHANCE DE SUCESSO

Não faz sentido haver dois hipódromos numa mesma rua, a 10 quilômetros um do outro. Isto foi dito em outras palavras pelo Edson Alexandre, ao tomar conhecimento do fechamento de Aqueduct.  Já tinha visto isto acontecer no sul da Florida com Gulfstream e agora os já desaparecidos Calder e Hialeah.

Moro no vigésimo andar de um edifício, muito cerca de Gulfstream Park, e de minha sala posso ainda ver onde um dia sitiou-se Calder. Logo bastante semelhante a  situação de New York. Outrossim, alguém tem que se responsabilizar com o verão que no sul da Flórida é alarmante e com o inverno, que em New York é tétrico. Ter corridas nestes períodos é contraproducente, mas não te-las, pior ainda.

Treinadores, jockeys e os próprios cavalos, tem que sobreviver e  sabemos que apenas uma parcela diminuta deles, podem se dar ao luxo de se manter producentes nos meetings, que realmente valem a pena.

Outra das coisas que o Edson afirma e que causa certo constrangimento entre os mais puristas, é este quadro criado de ser muito duro se treinar em Curitiba e correr no Rio de Janeiro é maximizado ao extremo. Concordo que em Cidade Jardim, o processo se torna mais simples. Porém a eficacibilidade do mesmo, pode ser atingida por talento e total atenção ao detalhe.  Ou será que o treinador de Forever Young tem uma varinha mágica?

Tudo hoje é uma perfeita sincronização entre talento e tecnologia. Ambas tem que correr juntas, para que a empreitada tenha a mínima chance de sucesso. Se assim não o fosse os cavalos sediados no hipódromo da Gávea, levariam ampla vantagem sobre os treinados na serra carioca.

Apenas para a reflexão: alguém perguntou ao cavalo o que é melhor pra ele ? Se alguém o fez, buzine...

POIS É