O NINHO DO ALBATROZ
SE VOCÊ NÃO GOSTA DE TURFE, PROCURE OUTRO BLOG. A IDÉIA AQUI NÃO É A DE SE LAVAR A ROUPA SUJA E FAZER POLITICA TURFISTICA. A IDÉIA AQUI É DE SE DISCUTIR TEORIAS QUE POSSAM MELHORAR A CRIAÇÃO E O DESEMPENHO DO CAVALO DE CORRIDA. ESTAMOS ABERTOS AS CRITICAS E AS TEORIAS QUE QUALQUER UM POSSA TER. ENTRE EM NOSSA AERONAVE, APERTEM OS CINTOS E VISITEM CONOSCO, O INCRIVEL MUNDO DO CAVALO DE CORRIDA, ONDE QUERENDO OU NÃO, TUDO É PRETO NO BRANCO!
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sexta-feira, 16 de janeiro de 2026
AVISO AOS NAVEGANTES
PAPO DE BOTEQUIM: PANO PARA AS MANGAS
É obrigação de um analista, detectar o fato e disseca-lo de um forma honesta, sem bairrismo ou pré-escolhas pessoais. Pois bem, tentei fazer isto desde o inicio de minha participação pública para com a atividade e a prova inconteste que tenha conseguido, é ter espaço e audiência até os dias de hoje. Acreditem, não é nada simples, consegui-lo.
Corri o Brasil, para conhecer nossa criação. Penso que talvez só tenha faltado o Maranguape em Paulista no Estado de Pernambuco, de propriedade de Frederico Ludgren que nos brindou com o primeiro ganhador de nossa prova de maior vulto, o Grande Prêmio Brasil, obtido através do tordilho Mossoró. Assim sendo, tenho rodagem.
Visitei em uma oportunidade o haras Guanabara em Bananal e posso garantir que todo o seu sucesso deve-se ao alto gabarito de sua genética, associado ao talento da família Seabra em tratar-la. Nada mais do que isto, como no caso do Mondesir, que chegou a criar em São Paulo, grandes cavalos entre os quais o importado no entre, o também tordilho e tríplice coroado Quiproquó.
E exatamente ai que a porca entorta seu rabo. Se não vejamos. Num país onde a escassez de grandes palheiros tordilhos é facilmente constatada, os poucos que sobrm, quando brilham, simplesmente reluzem ! Ou estarei escorregando, mais uma vez no quiabo ? Desculpem mas não estou, afinal Old Master é quádruplo coroado carioca e Quari Bravo, paulista.
E o que dizer de Spring Love e Estrela Monarchos, ganhadoras do Brasil das éguas. a primeira em Cidade Jardim, e a segunda na Gávea. Lembram do milheiro sensacional que foi Lucarno José e Expedictus ? E o que dizer dos Derby winners Ever Ready e Funny Boy, ambos vindos deste mesmo centro criatório?
Chubasco, foi um dos melhores dois anos que vi correr, filho de Don Bolinha e Fifia. E a coisa vai por ai adentro. Tenho que um dia estudar mais a história do tordilho no Brasil, pois acredito que há panos para as mangas...
quinta-feira, 15 de janeiro de 2026
BOM DIA
Escuta o velho.
Quero deixar claro, que não tenho conhecimento suficiente para gerir um clube, como o Jockey Club de São Paulo. Gostaria, mas não o tenho.
Logo, dando ouvidos aos conselhos de vó Adelina, tentarei ter bastante cuidado de caminhar no terreno movediço, pois criticar sempre foi mais fácil do que se tentar construir.
A coisa parece ser bastante complicada. A começar por como resolver um problema que o Benjamim Steinbruch não conseguiu solucionar, depois de dar vários anos de sua experiência, ao Jockey Club de São Paulo ? Seria ele desconhecedor da matéria ? Duvido. Seria então incompetente ? Impossível de sequer conceber. Ou teria como homem publico que é, inimigos políticos fortes do outro lado da mesa ? Prefiro imaginar que tenha sido esta a terceira situação. que o fez repassar o comando do barco, para terceiros.
O Jockey Club de SãoPaulo é uma instituição centenária, mas hoje ainda dotado de jovens idealistas que se apoiados, poderão minimizar as agruras do processo. Foi criado um concelho, do qual sei da capacidade de quem o dirige, o que em outras palavras me garante que se não jogarmos a toalha, ainda haverão chances de salvação. Diria que boas, que na VERDADE É MELHOR DO QUE NADA.
Fazer do clube associativo de uma especie de SAF, pode funcionar, como alguns de meus navegantes sugeriram nestes últimos dias. Afinal o hipódromo de Cidade Jardim foi erguido em terreno privilegiado, onde o que f implantado, frutificará.O importante é não desistir e deixar as criticas por enquanto de lado, e curtir o dia que vem pela frente, que naturalmente será grandioso.
SAUDADE DO RIO
PAPO DE BOTEQUIM: A MINIMA CHANCE DE SUCESSO
Não faz sentido haver dois hipódromos numa mesma rua, a 10 quilômetros um do outro. Isto foi dito em outras palavras pelo Edson Alexandre, ao tomar conhecimento do fechamento de Aqueduct. Já tinha visto isto acontecer no sul da Florida com Gulfstream e agora os já desaparecidos Calder e Hialeah.
Moro no vigésimo andar de um edifício, muito cerca de Gulfstream Park, e de minha sala posso ainda ver onde um dia sitiou-se Calder. Logo bastante semelhante a situação de New York. Outrossim, alguém tem que se responsabilizar com o verão que no sul da Flórida é alarmante e com o inverno, que em New York é tétrico. Ter corridas nestes períodos é contraproducente, mas não te-las, pior ainda.
Treinadores, jockeys e os próprios cavalos, tem que sobreviver e sabemos que apenas uma parcela diminuta deles, podem se dar ao luxo de se manter producentes nos meetings, que realmente valem a pena.
Outra das coisas que o Edson afirma e que causa certo constrangimento entre os mais puristas, é este quadro criado de ser muito duro se treinar em Curitiba e correr no Rio de Janeiro é maximizado ao extremo. Concordo que em Cidade Jardim, o processo se torna mais simples. Porém a eficacibilidade do mesmo, pode ser atingida por talento e total atenção ao detalhe. Ou será que o treinador de Forever Young tem uma varinha mágica?
Tudo hoje é uma perfeita sincronização entre talento e tecnologia. Ambas tem que correr juntas, para que a empreitada tenha a mínima chance de sucesso. Se assim não o fosse os cavalos sediados no hipódromo da Gávea, levariam ampla vantagem sobre os treinados na serra carioca.
Apenas para a reflexão: alguém perguntou ao cavalo o que é melhor pra ele ? Se alguém o fez, buzine...
quarta-feira, 14 de janeiro de 2026
NAS ENTRELINHAS DO TURFE
Há mais de uma semana, foi disputada mais uma versão da tradicional e mais importante prova no turfe Uruguaio, o Gran Premio José Pedro Ramirez em 2.400m no dirt da pista de Maroñas. Semana passada já tinha passado para o Gameiro o artigo antes da disputa do Ramirez. Por isso o delay para explorarmos um pouco sobre a prova.
Vitória de Native Extreme, filho de Emcee em mãe Adriano, família B3 com 4x5 Mr. Prospector e 4x5 Seattle Slew. Alguns pontos importantes para destacarmos.
Como diz Edson Alexandre, "Moreira é doping, com ele um cavalo melhora uns 2 corpos". J. Moreira normalmente erra muito pouco, sabe fazer um cavalo ficar tranquilo durante o percurso, tem um grande cálculo de carreira além de aproveitar como poucos o percurso pelo menor caminho sem ficar no "caixote". J. Moreira ganha onde monta, seja no hipódromo que for.
Native Extreme descende da família B3 que tem sucesso a partir da importação da irlandesa Rogéria. Ela correu três vezes na Gávea com duas vitórias e uma colocação. Precisaria de um artigo inteiro ou mesmo dois para falarmos do sucesso dos descendentes de Rogéria. Vale a pena esse estudo.
A estrutura genética materna de Native Extreme parte da mãe ser uma Adriano, segunda mãe Wild Event, terceira mãe Clackson e quarta mãe Locris. Portanto Native Extreme está alicerçado em três gigantes nomes na reprodução brasileira, Wild Event, Clackson e Locris.
Lembrar que metade do sucesso clássico dos filhos de Adriano ocorreu com mães Wild Event, afinidade que ajuda a não ser apenas "uma filha de Adriano".
Nos últimos anos as filhas de Adriano tem reproduzido fisicamente bons potros, mas com resultados em pista abaixo do que o físico tem mostrado nos leilões. Era de esperar que a qualquer momento um neto materno de Adriano viria a ganhar uma prova importante.
Há uma grande afinidade entre descendentes de Mr. Prospector com os descendentes de Seattle Slew, quem sabe por ambos serem 13-c pelo importante ramo de Myrtlewood?
As filhas de Adriano produzindo bons físicos, Emcee em bom momento, afinidade entre tribos é alta, esse cenário acoplado em boas famílias maternas exploradas no Araras... o cruzamento de Emcee em mãe Adriano poderia gerar frutos como assim o foi no Ramirez.
Coincidentemente ou não, no meio do ano passado indiquei a um proprietário uma potranca filha de Emcee em mãe Adriano em leilão, criação Araras com recria do Don Juan, família 3-b com 4x5 Seattle Slew e 4x5x5 Mr. Prospector... coincidências do turfe...
Até a próxima quarta, abraço virtual
Marcel Bacelo


































