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segunda-feira, 4 de maio de 2026

BOM DIA


Foram 15 dias de inspeções  em Bagé, São José dos Pinhais e São Miguel Arcanjo, que sem a prestimosa ajuda do Gil Moss e do Christian Schelegel seriam impossíveis de serem cumpridos. Agradeço também a recepção obtida nos haras Old Friends, Fronteira, Eternamente Rio, Legacy,  Aderson, Niju, Doce Vale, Mondesir, Santa Maria de Araras, Erado Palmerini, São José da Serra, Santarém, Roberto Belina, Santa Rita da Serra, Rio Iguassú, Figueira do Lago e aos responsáveis pelo mesmos.

Estamos firmes em nossa crença da qualidade do cavalo de corrida brasileiro, que nos levou, um dia, a selecionar elementos que galgaram com sucesso o Arco, o King George, o Santa Anita Handicap  e a Dubai World Cup.

Um bom dia para todos.

SERÁ QUE ?

 

NUNCA PERCA SEU SENSO DE HUMOR




 

VOCÊ SABIA ?

 

NA LUPA COM BARONIUS

 


Croix du Nord, um experimento japonês.

Bom dia, meus amigos. Cá estou eu de volta à minha base, na Vila Mariana, SP. Voltei justamente em um fim de semana movimentado: GP São Paulo, Guinéus na Inglaterra e o Tenno Sho (Primavera) em Kyoto, no Japão e Derby em Kentucky. Agora é domingo pela manhã, e estou aproveitando o tempinho para escrever, antes de me dirigir à Cidade Jardim. Vou aqui focar no que ocorreu em solo japonês. 

O turfe japonês viveu mais um capítulo memorável neste domingo, em Kyoto, com a vitória emocionante de CROIX DU NORD (Kitasan Black) no tradicional Tenno Sho (Spring), uma das provas mais exigentes do calendário mundial. Disputado ao longo de 3.200 metros, este Tenno Sho primaveril é conhecido por testar não apenas a velocidade, mas principalmente a resistência e a inteligência tática dos competidores. Quando eu e minha esposa vimos que o Croix du Nord estava inscrito, ficamos um tanto quanto desconfiados se ele conseguiria boa performance. As 3 últimas corridas dele foram, na sequência, todas com vitória: o Derby Japonês, em 2400, o Prix Prince d’ Orange em 2000 e o Osaka Hai, também em 2000. Disso para 3200 é um passo muito distante. Mas, como o turfe japonês é um grande laboratório, “vambora”! E como não poderia deixar de ser foi o franco favorito. 

Sob a condução um tanto quanto afobada de Yuichi Kitamura, o favorito manteve-se próximo dos líderes enquanto o ritmo era ditado por Mystery Way. Em entrevista antes do páreo, o ginete não se mostrou exatamente empolgado com este experimento de correr uma distância tão longa com a sua montaria. O espírito era mais de “vamos ver no que vai dar”. Talvez seja por isso que, para mim, ele tenha sido afobado logo na largada. Ele não precisaria ter ido tão à frente logo de cara, tanto que em boa parte do percurso inicial teve que fazer força para segurar o filho de Kitasan Black, o que foi um risco enorme de “matar” o cavalo na boca. Mas, na movimentação decisiva na reta final, o animal mostrou categoria e ao ser exigido nos últimos 400 metros, Croix du Nord apresentou uma aceleração contundente, porém, demonstrando sinais de desgaste diante da distância. Nos metros finais, quando já liderava, começou a perder terreno, permitindo a forte aproximação do azarão (200 para 1!) e meio irmão Wurttemberg, também filho de Kitasan Black, corrido atrás da ambulância. A dupla cruzou o disco emparelhada, levando o público a uma longa espera pelo resultado oficial. Após análise do photochart, a vitória foi confirmada para Croix du Nord por uma margem mínima: 02 centímetros, segundo a imprensa nipônica. A minha esposa baixou a foto de chegada e não é que ele está “um pelo” na frente mesmo? Pessoalmente acredito que a vitória, se não fosse a ansiedade do jóquei, poderia ter sido mais tranquila.

Com o triunfo, Croix du Nord alcança sua quarta vitória em provas de Grupo 1, além de emendar um feito expressivo ao vencer consecutivamente o Osaka Hai e o Tenno Sho (Spring) — sequência alcançada anteriormente apenas por seu pai, o lendário Kitasan Black. Apesar da ansiedade do jóquei e o desgaste final, Croix du Nord demonstrou atributos fundamentais de um grande campeão: resistência, aceleração decisiva e, sobretudo, determinação. Com a vitória em Kyoto, o cavalo entra definitivamente na elite do turfe japonês e mundial. 

Esta corrida serviu de forma interessante para vermos que o turfe japonês gosta de performance. E eles não tem medo de testar, usar as pistas como grandes laboratórios práticos para verem até onde vai o desempenho de um cavalo. É isso amigos, paro por aqui para me aprontar para o GP São Paulo. Abraços e vejo todos na Live. 


Abs, Baronius

AVISO AOS NAVEGANTES


O que mais me chamou a atenção no Kentucky Derby ? Diria que três coisas: a atropelada de Golden Tempo vindo da última colocação, a vibração da treinadora Cherie DeWaux nos 300 metros finais e o comprimento dos dois irmãos depois de cruzado o disco.

Porque ?

Porque disto do que é feito o turfe.

EXTRA ! EXTRA !

 



















PAPO DE BOTEQUIM: BAIXINHA COM CORAÇÃO ???

Uma vez em Paris, ouvi de um colega da imprensa na sala a nós destinada em Longchamp, que Urban Sea era uma baixinha com coração. Ela acabara de ganhar o Arco.

True Love descende diretamente de Urban Sea - sua quarta mãe - e vem pelo ramo de All To Beautiful, segunda colocada no Oaks e irmã inteira de um tal de Galileo. O que em outras palavras quer dizer que sobra geneticamente na turma. E se levarmos em consideração que seu pai No Nay Never, anda colocando seus casquinhos de fora, constaremos um pedigree extremamente potencializado com imbreeds em Northern Dancer, Storm Cat e Nijinsky.

Aliás, True Love é uma das primeiras experiências de que temos defendido, de concentração de Northern Dancer nas nove primeiras gerações, como o explorado décadas atrás, por criadores conscientes - entre os quais Tesio - tendo como padrão St. Simon. True Love tem nove linhas de Northern Dancer, sendo seis distintas por cinco diferentes machos.

Seria esta uma das razões do sucesso de True Love no One Thousand Guineas? Talvez. Contudo com certeza, mal não há de fazer. Trata-se no mínimo de um plus.

Ganhadora do Cheveley Park stakes (G1) aos dois anos, ela definitivamente reassume a liderança de sua geração, perdida momentaneamente, e pinta ser daquele tipo que irá melhorar com a idade e o aumento da distância. Algo mais a comentar ? Se ganhou ou não de uma bando de ninguém, não posso precisar. O que posso, e devo,  é dizer que nesta oportunidade em Newmarket, tratou suas adversárias como paisagem.

QUEM AVISA AMIGO É


 

TODAS AS PROVAS DO FESTIVAL DE CIDADE JARDIM, SERÃO ANALISADAS, 

BEM COMO OS PRINCIPAIS EVENTOS INTERNACIONAIS.

POIS É

 

domingo, 3 de maio de 2026

BOM DIA


SERIA MUITO BOM ACORDAR HOJE
ABRIR A JANELA
E TER ESTE QUADRO A SUA FRENTE.

MAS MESMO NÃO O TENDO
DESEJO A TODOS UM BOM DIA.

QUEM AVISA AMIGO É

Tenho prazer de ir ao Brasil, mesmo com as incongruências típicas de um pais de há muito dominado pela esquerda festiva do PT. E uma das razões é a curiosidade de alguns em saber coisas que parecem ser desinteressantes para outros. Principalmente na área do turfe. 

Nesta minha última visita me perguntaram qual o jockey que mais me impressionara ao longo de minha vida profissional e qual foi a surpresa do inquisidor, quando não respondi que Lester, Dettori, Juvenal ou Moreira e sim Steve Cauthen.

Porque o fiz ? Primeiramente por ser o único jockey na face deste planeta a ganhar os Derbies da Inglaterra e dos Estados Unidos. Porém a coisa não fica apenas por ai, pois ele igualmente ganhou os Derbies da França, da Irlanda e da Itália. Um verdadeiro abuso... 



Segundo por ter sido o primeiro jockey na histórias a ganhar mais de US$6,0 milhões em uma única temporada. Terceiro por ter conquistado ambos Guineas britânicos, o King George, a Ascot Gold Cup, dois Derbies em Epsom, assim como três Oaks, dois Irish Oaks e um Derby irlandês, o Grosser Preis von Baden, além da tríplice coroa norte-americana, sendo até hoje, o mais jovem a fazê-lo. Faltou-lhe apenas o Arco.

Respondida a indagação ?

SERÁ QUE ?

 

VOCÊ SABIA ?

 

PAPO DE BOTEQUIM: ACABOU DANDO O QUE TINHA QUE DAR

 


Tudo na vida acaba se tornando numa questão de gosto. Que pode ser pessoal, como universal. Eu por exemplo sempre dei mais valor ao 2,000 Guineas de Newmarket do que o Kentucky Derby de Churchill Downs. Isto entre as carreiras disputadas no primeiro sábado de Maio, pelo mundo.  Porém a facilidade que se tornou para mim, ir a Louisville, tornou a prova disputada no dirt, igualmente atrativa.

Todavia, sou da velha guarda, onde o nome da atividade, Turf, por si só decifrava o ponto de vista de onde seriam disputadas as principais contendas, entre os thoroughbreds. Contudo, o tempo me provou a importância das duas pistas, bem como das distâncias da milha, da milha e ¼ e da milha e meia. E confesso que ai se concentrou meu maior interesse, abandonando erroneamente, provas para sprinters e acertadamente para stayers.

Pois bem, nestes últimos anos nos Guineas tem aflorado reprodutores e ganhadores mais importantes no mercado, que no Kentucky Derby. Neste século pelo menos cinco a se destacar: Sea the Stars, Frankel, Camelot, Night of Stars e Churchill. Enquanto a prova norte-americana - em meu conceito pessoal - a apenas um, Justify, que temo que tenha posto em dúvida, sua tríplice coroa, ao ser desclassificado posteriormente da carreira que o qualificou  disputar o Kenucky Derby.

American Pharoah, pelas chances que teve, não me parece no nível sequer de Churchill cujo book, sempre soou para mim como pouco convincente. Como a razão principal das chamadas corridas de cavalos tem como objetivo priicipal, a seleção para o breeding-shed, os Guineas continuam a ter a minha preferência. Assim sendo, falemos dos Guineas.

City of Troy, um dos maiores que vi correr, fracassou nos Guineas. O que dizer ? E depois ganhou o Derby. Como explicar ? Como não quero me complicar... diria que na maioria das vezes, os Guineas, convence. 

Seria o mesmo este ano ? Difícil de se responder, pois, até a abertura do starting-gate não creio que havia um dono da carreira. Bow Echo ? O suplementado Gstaad? Parecia a mim, uma carreira aberta. Mas na verdade não foi...

A forma como Bow Echo e Gstaad se despregaram dos demais nos 200 metros finais deixou isto bastante claro. Os dois pertencem a outra prateleira. E pinta ser uma das de cima. Afinal Bow Echo, o vencedor, da carreira, completa sua quarta vitória para o mesmo número de apresentações. 

Mesmo não estabelecendo uma vantagem grande sobre o segundo colocado, ficou claro - pelo menos para mim - ser o vencedor, melhor preparado e que com o aumento da distância, isto ficará ainda mais claro. Parece-me uma geração média e ainda em formação. Quanto ao ganhador

Sobre o ainda invicto Bow Echo, o que dizer ? Trata-se de um filho do vencedor desta prova Night of Thunder, num cruzamento que emana num tripé mais do que mágico composto pelos chefes de raça Northern Dancer, Mr. Prospector e Green Desert e uma duplicação 3x3 em linhas baixas - do garanhão e da mãe - na ganhadora do Oaks italiano Zomaradah (mãe de Dubawi); Há alguma duvida que este cruzamento não seja produto do acaso ?

Eu não.

EXTRA 1 EXTRA !