O NINHO DO ALBATROZ
SE VOCÊ NÃO GOSTA DE TURFE, PROCURE OUTRO BLOG. A IDÉIA AQUI NÃO É A DE SE LAVAR A ROUPA SUJA E FAZER POLITICA TURFISTICA. A IDÉIA AQUI É DE SE DISCUTIR TEORIAS QUE POSSAM MELHORAR A CRIAÇÃO E O DESEMPENHO DO CAVALO DE CORRIDA. ESTAMOS ABERTOS AS CRITICAS E AS TEORIAS QUE QUALQUER UM POSSA TER. ENTRE EM NOSSA AERONAVE, APERTEM OS CINTOS E VISITEM CONOSCO, O INCRIVEL MUNDO DO CAVALO DE CORRIDA, ONDE QUERENDO OU NÃO, TUDO É PRETO NO BRANCO!
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quarta-feira, 15 de julho de 2026
BOM DIA
QUEM AVISA AMIGO É
A pedidos, sob este titulo, vamos a partir de amanhã e sempre que possível, fazer uma defesa dos segmentos maternos, que tenho como base de minha seleção para inspeções físicas de potros e éguas de cria a serem adquiridos.
Sei que para muitos, é chover no molhado, outrossim para outros, funciona como ter boi na linha.
Independentemente de qual seja sua opinião, tente ler com atenção este primeiro capitulo, que versará sobre segmento de La Troienne, o 1-x. Pondere os prós e os contras e só então faça um juízo de direito, isento de partidarismos, sobre a importância das linhas maternas na confecção do moderno ganhador de grupo.
Até lá, mantenha seu voto de neutralidade sobre a questão.
PAPO DE BOTEQUIM: O PÀSSARO VERMELHO
Foi anunciado recentemente a retirada das pistas de um elemento que pensei ser um de exceção, mas que no frigir do ovos, não confirmou as esperanças nele depositadas. Estamos nos reportando ao tordilho Field of Gold. Um Kingman, de 530,000 euros em Goff, que adquirido pela turma da Juddemont Farms, pretendia seguir os passos de Dancing Brave, Arrogate e tantos outros igualmente selecionados e adquiridos, uma marca registrada deste protetorado.
Segundo para Ruling Court, depois de feito favorito dos Guineas (G1) com sua requintada performance no Craven Stakes (G2), seu Irish Guineas e St. James Palace stakes - ambas provas de graduação máxima - me pareceram deslumbrantes. O sublime que parecia ser suas carreiras seguintes, inexplicavelmente não veio a acontecer. O neto materno de Shamardal, produto de três mães tordilhas, simplesmente evaporou, mesmo nas experimentadas mãos de John Gosden e nunca mais voltou a ser mesmo.
Porque ?
Acho que nem seu experiente treinador saberá responder. Mas a queda foi por demais significativa para passar desapercebida. E fica a pergunta, de quem se recusa a se calar, você investiria suas éguas naquele que deveria ter sido, mas na verdade não o foi ? Difícil de se responder, mas a Juddedmont resolveu bancá-lo um pouco mais.
Levar cavalos para o breeding-shed é um tarefa difícil, pelo risco contido numa iniciativa que só poderá ser avaliada, depois de três gerações nascidas e uma por nascer. Mas como eu acredito no instinto, no caso de Field of Gold, penso valer o risco. Seu inicio como três anos, me chamou uma tremenda de um atenção.
Lembro que, Night of Thunders, hoje considerado um tremendo um sucesso, porém por anos visto como uma aposta, não apenas venceu, como convenceu. Se Field of Gold, tivesse tido fim de sua carreira decretado depois do St. James e do Irish Guienas, estaria hoje sendo tratado como uma verdadeira relíquia. E isto a meu deve ser levado em consideração, numa avaliação do mercado, que teima em se manter pontual. Afinal aquele que venceu e um dia o convenceu com um rate mirabolante, não pode ir para o brejo, pelo simples fato de deixar de ter sido. Quem garante que depois de seu problema, um erro de calculo tomou conta de Gosden ? Uma anomalia não devidamente detectada ? Sei lá !
Field of Gold merece pelo menos uma concreta tentativa, pois parece ter sido - mesmo que por um breve período de tempo - algo de sobrenatural do tipo aquele pássaro vermelho que sempre coloriu seus sonho, mas nunca se cristalizou em verdade. Torço para viver e tirar a prova, pois o que este descendente de Serena´s Sister - sua terceira mãe e irmã inteira do fenômeno Serena´s Song - merece, são boas éguas que ajudem ele a reeditar o que foi em pista, em alguns de seus filhos.
Penso que deva-se levar em consideração o fato que um dia rei, nunca se perde a majestade...
terça-feira, 14 de julho de 2026
BOM DIA
Contudo esportes hoje dominados por certas entidades - em sua grande maioria - potentados que nitidamente estão mais interessados no lucro financeiro do que no futuro em si da atividade. E pelos eventos descritos, estão influenciando os resultados das partidas de futebol. Pobre, Cabo Verde, Egito, Noruega e Suíça... na Copa e nas opiniões "técnicas" de influenciadores no turfe.
Pela segunda vez nesta Copa, hoje vou me dar ao direito de assistir a um jogo, de forma direta, por ser-lo em minha opinião, disputado entre as duas maiores seleções em atividade: França e Espanha. Que em condições normais de pressão deveria ser a final deste campeonato.
E porque o faço ? Porque primeiramente amo futebol e "segundamente" não acredito que haja dinheiro suficiente que compre ninguém que participe deste evento. Do goleiro ao juiz. Do VAR ao bandeirinha. Do implantador do cabo do drone, a aquele que enche asa bolas. A Gloria será maior que o lucro capital.
No turfe, onde o irracional - o cavalo - é ainda a peça principal do encaixe, fica mais difícil do pífio perdurar sem ser notado. Mas no futebol, um pênalti arrumado, uma expulsão de má fé, uma má interpretação de algo, coisas que podem tranquilamente serem ditadas por um árbitro, fica mais simples direcionar a vitória a quem quer que seja. E o interesse gera milhões...
Mas amanhã irei igualmente acompanhar ao terceiro jogo, a disputar-se entre as duas seleções mais ajudadas deste evento: a Argentina e a Inglaterra. E aqui entre nós, farei por achar que as guerra das Falklands ou das Malvinas, ainda não teve um desenrolar definitivo e eu como todo ser humano, adoro um "barraco" !
Fechamos ontem com 2132 expectadores...



























