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JOCKEY CLUB BRASILEIRO

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segunda-feira, 12 de janeiro de 2026

BOM DIA

Fica bastante evidente ao gosto popular que quando uma quarentona, gorda e dentuça, amadora e maledicente à sua maneira, passa a ser durante dias, o centro das atenções brasileiras, nos meios de comunicação, que somos um povo sem inventiva e temos que ser supridos com noticias da mais alta mediocridade.

E olha que não estamos falando de Dilma Roussef. A descrição assemelha-se mais a faixa etária não combina. 

Outrosim, a situação ridícula apresentada pela maledicente apresentadora, foi - guardada as devidas proporções - repetidas pela diretoria do Jockey Club de São Paulo, com o cancelamento das corridas e sábado último. Aqui vai sua explicação.


Somos um povo sem turfe e que merecemos ter um bom dia, por sermos criaturas, criadas pelo divino...

SERÁ QUE ?

VOCÊ SABIA ?

NA LUPA DO BARONIUS

Feliz 2026 a todos. Retomo a coluna após um break de 2 semanas, quando estive no RJ para descansar, curtir o calor (e que calor!), as praias, os amigos, sempre junto com minha fiel escudeira Helena. No último sábado de 2025 aproveitei e a levei para conhecer as cocheiras do hipódromo carioca. Seu primeiro comentário: “nossa, que diferença com relação à área das cocheiras de SP”. Ou seja, é nítido que Cidade Jardim está praticamente abandonado e que só está respirando por causa do esforço de alguns heróis que ali ainda lutam para manter o local de pé. Se o Rio consegue respirar sozinho sem aparelhos, SP já está com o tanque nas últimas gotas da reserva. Mas não vou dissecar aqui o que todo turfista já sabe. Quando escrevi a coluna ainda não havia acontecido a paralisação das corridas no último sábado. O que estava péssimo, piorou.

No último sábado no ano tivemos ainda o famoso Arima Kinen, no Japão, com uma linda vitória de Museum Mile. Falando de Japão, a esta altura já devem saber que sou casado com uma japonesa. E em sua homenagem, resolvi fazer um pequeno raio-x do turfe na terra do sol nascente. Primeiro, vamos falar sobre o papel do esporte no Japão, ou seja, do turfe como experiência familiar e social. Diferentemente da imagem mais “fechada” do turfe em outros países, no Japão os hipódromos são espaços familiares. Em dias de grandes corridas é comum ver famílias inteiras, casais jovens e também turistas curiosos. Vejam, falei turistas e não turfistas. Tudo isso com o apoio da JRA, que investe fortemente em áreas verdes, playgrounds, restaurantes e eventos paralelos, transformando o dia de corrida num programa social completo. Já tive o prazer de ver ao vivo o Mile Championship em Kyoto com 60 mil pessoas e a Japan Cup, em Tokyo, com mais de 100 mil. Além de virarem verdadeiros parques de diversão, as estruturas são bem confortáveis, mesmo com esta multidão.

E agora falando sobre as estrelas do esporte, digamos que há um respeito quase ritual ao cavalo como atleta. Muitos fãs acompanham carreiras com devoção, conhecem pedigree, estilo de corrida e até particularidades de temperamento de seus ídolos de 4 patas. Enviam cartas de apoio mesmo depois da aposentadoria dos animais. Cartas aos equinos, não aos humanos! E mesmo quando o cavalo não é necessariamente vencedor recebe este tratamento. O caso mais famoso é o da égua Haru Urara, que teve no total 113 carreiras e zero vitória, mesmo assim tinha um fã clube enorme. Para os japoneses, ela simbolizava perseverança.  Minha esposa sabia da história desta égua antes mesmo de me conhecer.

E quando um grande campeão se aposenta, há cerimônias formais, despedidas emocionadas, longas filas para ver o cavalo no paddock pela última vez. Deep Impact, Orfevre, Equinox, Almond Eye são ídolos nacionais, no mesmo patamar de ídolos humanos.

Falamos dos cavalos como ídolos, mas claro que os jóqueis também são. Yutaka Take é o melhor exemplo de ídolo do esporte, reconhecido por onde passa e mais recentemente, Ryusei Sakai também tem conquistado seu espaço “pop”. Participam de programas de maior audiência na TV, são convidados a fazerem comerciais e claro, se “fizerem besteira”, serão manchete no país inteiro. Ônus e bônus de grandes ídolos.  

E pegando este gancho, entrando na seara de jóqueis estrangeiros no Japão, a relação dos fãs japoneses com estes jóqueis não-nipônicos é também marcada por admiração, curiosidade e respeito, mas também por exigência e senso de mérito. Nada é automático: o reconhecimento vem pelo desempenho e pela postura. Christophe Lemaire talvez seja o maior símbolo dessa integração. Entende a cultura local e tornou-se um ídolo nacional. Tem marca e loja de comercialização de roupas e há pouco tempo abriu em Kyoto o seu CL Fashion & Cafe. Um café boutique. Mirco Demuro conquistou enorme carinho dos fãs pela entrega emocional, carisma e respeito demonstrado após cada vitória. Importante ressaltar que ambos falam japonês fluentemente, porque o Japão abre sim portas para os estrangeiros, mas eles devem demonstrar adaptação cultural, inclusive ao idioma. Ou o estrangeiro fala japonês ou...fala. Não há opção 2. Há algumas exceções como o nosso João Moreira, que é visto como um gênio tático: mesmo com passagens mais curtas, sempre despertou enorme interesse e admiração. Neste caso, o público passa a acompanhar o jóquei quase como se fosse japonês. Aquele que “veio só buscar vitórias fáceis” acaba não ganhando respeito. Quem entende isso prospera. Enfim, aqui foi uma pincelada, um overview do turfe japonês. Lembrando que o nosso Magic Man brilhou em Maroñas vencendo o Ramirez no dia de Reis. Essa jornada provavelmente será tema da nossa live de logo mais. Até breve.


Abraços. Baronius. 

AVISO AOS NAVEGANTES


 

NUNCA PERCA SEU SENSO DE HUMOR

EXTRA ! EXTRA !












REPRODUTORES NA FRANÇA




SAUDADES DE TI

SIR HENRY CECIL

PAPO DE BOTEQUIM: O ENTERRO DE UMA GRANDE ENTIDADE

Penso que quase tudo tem um jeito de ser contornado ou enfrentado. Contudo, existem situações que considero impossíveis de serem contrapostas, como o nada. Sim o nada. A ausência de sentido. Que nem deve ser explicado, pois, complicará a vida de quem o tentar.

Sábado não houveram corridas em Cidade Jardim. Qual foi a última vez que as carreiras foram canceladas neste hipódromo ? Confesso que não me lembro. E porque motivo ? Alguém sabe e seria capaz de garantir ? 

Para onde se caminha o Jockey Club de São Paulo ?

Trump entrou na Venezuela levou o casal Maduro e as corridas não pararam. Um dia de corrida por semana, pareos vazios e as corridas são suspensas. Quem recentemente visitou a um dia magnificente vila hípica, comentou que o abandono é geral.

Juro que sentei a frente de meu computador e acredito que seja a primeira vez que me lembre, que não tive vontade de escrever o que quer que seja. Conheci e frequentei Cidade Jardim, em seus tempos áureos e não posso imaginar, que por encanto, de repente, tudo está indo pelo ralo abaixo.

Desculpem, mas não me sinto bem em enterros, principalmente de entes queridos, como Cidade Jardim, o foi para mim. O que posso mais desejar é um bom dia a todos e condolências para um hipódromo que já foi uma época, monumental...

POIS É

domingo, 11 de janeiro de 2026

BOM DIA

 

È por demais inconcebível e porque não rotular de ilário, a uma mente conservadora admitir que há lógica nas vitórias conseguidas por elementos como Mine that Bird e Rich Strike num Kentucky Derby. 

Outrossim, fica bastante perceptível que membros deste mesmo pais, são capazes de penetrar em outro, depois de um cerco reconhecido por toda comunidade, e em coisa de minutos sequestrar um casal, tendo que para isto matar 32 elementos de sua guarda pessoal e sem sofrer, uma baixa qualquer, simplesmente desaparecer, como por encanto, na calada da noite.

E mais ainda ilógico, tomar conhecimento que neste mesmo pais capaz de tal façanha, existirem três estados dissidentes, que defendem imigrantes ilegais, em sua maioria criminosos. Todavia, a laicidade do ato floresce ao notar-se que um destes estados é gerenciado por um candidato a vice presidente da chapa derrotada recentemente, outro por um possível candidato a presidência no próximo pleito e pasmem um terceiro por quem recentemente elegeu para prefeito de sua principal cidade, um elemento muçulmano que parece odiar tudo construído até aqui, pelos governos anteriores deste citado pais.

Pasmem, poucos são os habitantes de outros países, que não se sentem atraídos de vir morar neste pais ou pelo menos visitar num Estado roulado como conservador, um camundongo chamado Mickey. Estaríamos vivendo os derradeiros dias de uma civilização um dia vista como desenvolvida?

Temo que sim...

Afinal,  onde estão os Platões, os Sócrates, os Ghandis, os Churchills, os Eisteims ? Foram simplesmente esquecidos?

Parece que sim...

Mas até o fim deste mundo, continuarei a desejar um grande dia a todos, na esperança que uma maior compreensão renasça no espírito de todos.

SERÁ QUE ?


VOCÊ SABIA ?






 

SAUDADE DE TI

CARLOS LACERDA

IMAGINEM O RIO DE HOJE
SEM O ATEERRO DO FLAMENO
SEM O GUANDU
SEM O TUNEL REBOUÇAS
E COM A LAGOA RODRIGO DE FREITAS
ABRIGANDO A PRAIA DO PINTO ...

 

EXTRA! EXTRA !