Escuta o velho.
Quero deixar claro, que não tenho conhecimento suficiente para gerir um clube, como o Jockey Club de São Paulo. Gostaria, mas não o tenho.
Logo, dando ouvidos aos conselhos de vó Adelina, tentarei ter bastante cuidado de caminhar no terreno movediço, pois criticar sempre foi mais fácil do que se tentar construir.
A coisa parece ser bastante complicada. A começar por como resolver um problema que o Benjamim Steinbruch não conseguiu solucionar, depois de dar vários anos de sua experiência, ao Jockey Club de São Paulo ? Seria ele desconhecedor da matéria ? Duvido. Seria então incompetente ? Impossível de sequer conceber. Ou teria como homem publico que é, inimigos políticos fortes do outro lado da mesa ? Prefiro imaginar que tenha sido esta a terceira situação. que o fez repassar o comando do barco, para terceiros.
O Jockey Club de SãoPaulo é uma instituição centenária, mas hoje ainda dotado de jovens idealistas que se apoiados, poderão minimizar as agruras do processo. Foi criado um concelho, do qual sei da capacidade de quem o dirige, o que em outras palavras me garante que se não jogarmos a toalha, ainda haverão chances de salvação. Diria que boas, que na VERDADE É MELHOR DO QUE NADA.
Fazer do clube associativo de uma especie de SAF, pode funcionar, como alguns de meus navegantes sugeriram nestes últimos dias. Afinal o hipódromo de Cidade Jardim foi erguido em terreno privilegiado, onde o que f implantado, frutificará.O importante é não desistir e deixar as criticas por enquanto de lado, e curtir o dia que vem pela frente, que naturalmente será grandioso.



























