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sábado, 17 de janeiro de 2026

PAPO DE BOTEQUIM: DIRETO AO PONTO

Tenho que conxordar com Albert. No turfe como na vida você não pode apenas ser ouvinte do eco. Você tem que ter voz, própria.

Porque iniciei este Papo de Botequim de uma forma cética  ? Como vocês constatarão no bom dia de hoje, realmente não foi um bom inicio de dia, pelo menos para mim. Começamos este sábado, que nem a Fernanda Torres, abdicando do pé direito. Hawaianas no lixo.

Iniciando o blog na madrugada, resolvi responder pessoalmente a um grande migo e comentei que de há muito já me concretizei  que como ele, o modelo atual que o mundo exige, não cabe mais a associados bem intencionados, dirigi-lo. Hoje, a administração carioca está tentando de forma árdua melhorar nossa atividade, com  criação de eventos, enquanto a paulista, em simplesmente salva-la. 

Até quando isto tornará nossa atividade respirando? Temo não saber...

O turfe moderno pode ser gerido sim por associados, mas o referente especificamente ao controle do jogo e movimento de apostas, deve ser administrado por profissionais. Não é de hoje que o dinamismo exigido pelo turfe moderno, o torna um negócio. E deixou de ser apenas a geração de divertimento, auto promoção, elevação de egos ou em defesa de plataformas politicas. O hipódromo foi levado a agir como um cano.

Se os atuais potentados hípicos são tratados como verdadeiras empresas, porque em seus palcos, se dãriam ao direito de aturar amadorismos. Portanto não me autorizo a aceitar como norasil, isto não é discutido na ala governamental. Turfe gera empregos de mão de obra especilizada e riqueza de na circulação de dinheiro. 

Era o que eu tinha a dizer.

BOM DIA

 

Já tendo dado inicio ao escrever o blog de hoje, fui acometido de um exceSso em minha saúde, que me fez atrasá-lo. Coisa de idosos que não bebem, não fumam, nunca exageraram em suas sensações pessoais, mais adoram chocolates e pudins de leite...

Somos criaturas sujeitas a arrependimentos, e eu, que adquiri direitos como qualquer ser que respira, tenho direito aos meus. Um deles, não digo que o maior, é não ter me enfronhado mais e ido conhecer mais de perto, os meandos das corridas de cancha reta no Brasil. Reconhecidas como pencas.

Delas mexem com o sul do Brasil, e causam inveja aos hipódromos oficiai, em termo de publico, premiç~zo e movimento de jogo. todavia, quando digo hipódromos oficias, tenho que sempre lembrar que o Cristal - que está a ponto de estrear a iluminação m su pista - sempre manteve a disputa Turfe Gaucho, uma pnca adaptada a pista de hipódromo, que vai muito bem, obrigado.

Hoje, arrisco-me a dizer, que o ponto alto da temporada gaucha em que pese star localizado logo em seu inicio de seu calendário hípico é sem dúvida algum, o Turfe Gaucho

Seria o Turfe Gaucho mais importante que o Bento, o Protetora e o Princesa do Sul?  Nãõ tenho dúvidas que sim. Sobre os três somados. E estamos prontos  a viver um a mais deles.

Que todos tenham um bom dia, desde já esperando pelas criticas naturais de inconformados e puristas do prado.

NUNCA PERCA SU SENSO DE HUMOR

SAUDADES DO RIO


SERÁ QUE O RIO
VOLTA A SER O QUE UM DIA FOI ?

 

EXTRA ! EXTRA !


















VOCÊ SABIA ?


SERÁ QUE '

UM LEILÃO QUE VALE A PENA

UMA CARREIRA QUW MERECE NOSSO TOTAL RESPEITO

COLUNA DO JUNIOR

sexta-feira, 16 de janeiro de 2026

BOM DIA

Para quem nasceu nos anos 50 no Brasil, e teve a sorte de cruzar o século e chegar aos 76 incompletos, como eu, há ide concordar que muito mudou de lá para cá.. Aliás, são coisas inerentes a cada região, Vejam vocês que numa área onde cariocas, paulistas, mineiros paranaenses, catarinenses e gauchos , tinham formas de agir disparas, até que chegamos até aqui vivos, como nação, poderia ser visto como sendo um golpe de sorte. Imaginem Getulio, Janio, Sarney, Lula, Dilma. Não é brincadeira não ! Mas voltemos ao trilhos, pois o Brasil não é para amadores.

Sou do tempo que das maiores opções de estudo no Rio de Janeiro, eram os colégios Pedro II, Anglo Americano, Mallet Soares e os chamados católicos, Santo Agostinho, São Bento e Santo Ignãcio. A vontade de meu pai ter-me no Santo Ignácio - instituição jesuíta - era tanta, que ele fez-me perder um ano, pois atrasou-se na inscrição. Mas passado o mesmo, iniciei e completei quatro anos de primário, um de admissão, quatro de ginasial e três de cientifico. Onde aprendi os hinos brasileiros o  da Bandeira, como acompanhar uma missa em latim, andar com cabelo cortado, senão nem passar pelo padre Chaves na porta, e tudo mais que nada tinha haver já naquela época, passaria lhe trazia confidencia de estar num funil, que a cada ano eliminava alunos que não tivessem cheiro de vestibulandos, 

De onde veio on interesse pelo turfe ? Confesso que não sei. Meu pai nunca entrou na Gávea e um dia me perguntou, o que fazia alguém em ter um cavalo de corridas que custava mensalmente os olhos da cara. Sei apenas que pelos cavalos sempre fui atraído, iniciando com os da Praça do Alto de Teresópolis.

Houve certamente um indicio inicial de interesse quando uma empregada da casa de meus pais, Aperecida começou a namorar um jockey Laercio Santos. Todavia, foi fogo de palha.

Porque entrei neste assunto, pois crer ser inadmissível se imaginar que no hipódromo de Cidade Jardim, possam parar de ter corridas. Virar uma parque. Tarumã, Maronas e San Isidro, para se citar três grandes do continente, chegaram a momentaneamente ter suas portas fechadas, Mas voltaram, graças a garra de certos grupos, e estou cero que não será por falta de garra, que as portas do hipódromo de Cidade Jardim, irão cerrar as suas.

Um bom dia para todos.

SERÁ QUE ?

VOCÊ SABIA ?


AVISO AOS NAVEGANTES


Tenho tido conhecimento, de algumas criticas por tentar defender o Jockey Club de São Paulo. Produto de bairrismo inepto de quem critica por criticar. Não foram poucas as vezes que aqui e na live da qual participo, deixei claro minha incapacidade - por desconhecimento - de gerir uma Sociedade destinada ao jogo, pois nem jogar eu jogo.

Confesso que não conheço, grande parte das goteiras que hoje fazem nossa atividade estar se alagando. Mas não sou parvo o suficiente, para deixar de notar que existem erros básicos na direção da mesma.

Logo, aos que criticam meu posicionamento, um solene fod4-se ! 

Tenho orgulho de ter participado do turfe de Cidade Jardim, primeiro por opiniões, já que escrevi uma coluna semanal durante anos no Coruja e depois como proprietário que fui de um único cavalo, a champion 2yo Baby Victory. Assiti a carreiras incríveis e tenho pela entidade um grande respeito. Fui criado no hipódromo da Gávea, mas nunca fui barrista.

Era o que tinha a dizer.

EXTRA ! EXTRA !