O NINHO DO ALBATROZ
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sábado, 25 de abril de 2026
PAPO DE BOTEQUIM: MEU ÓDIO SERÁ TUA HERANÇA
Desculpem a ousadia, mas não parece titulo de Bang-Bang macarrônico, de Sergio Leone ?
Pois bem, ele certamente se enquadra em inúmeras situações vividas no turfe brasileiro dos dias de hoje. Principalmente como a do ódio infundado para com aquele reprodutor cujos filhos de sua primeira geração, se veem impossibilitados de darem vareios, como seus pais o fizeram, durante e no final de suas respectivas campanhas. É simplesmente ridículo. Nauseante...
Por acaso Pimper´s Paradise correu aos dois anos ou George Washington foi campeão nesta idade? Porque seus primeiros filhos, estreantes na mais tenra idade, são - acredito eu - erroneamente julgados e sentenciados ao fio da navalha ? Que o façam ano que vem com London Moon, penso eu que embora ridículo também, possa ser visto como um processo menos injusto. Ele foi um champion 2yo a seu tempo. Contudo, outros que não o foram são obrigados a provar em pista, o que seus pais campeões em outras modalidades, não o foram, em seus respectivos inícios. Simplesmente desgastante.
Em contrapartida muitos, se veem surpreendidos por Sangarius, ganhador de listed em Doncaster, produzir em sua primeira fornada, vários elementos de alto padrão competitivo, quando verdadeiramente não o deviam estar. Não lhes parece uma tremenda ousadia intelectual. Clinicos de meia tijela ?
A pergunta que faço, é simples e objetiva: O que priva um cavalo de corrida ter diferentes características de seu pai, no momento em que ele não só tem uma mãe, bem como também outros mais de 50 nomes em suas primeiras cinco gerações, a se espelhar? Eu diria que nada ! Só no pré-julgamento inescrupuloso do mercado brasileiro, isto possa ser visto.
Portanto devagar lá com o andor, que o santo é de barro. Não excluam da possibilidade de suas próximas aquisições, constarem filhos de cavalos cujas primeiras gerações debutam e não apresentam ainda, relutados satisfatórios. Tipo, os nacionais Pimper´s Paradise e George Washington.
O ódio não pode transformar-se na herança dos inocentes.
sexta-feira, 24 de abril de 2026
PAPO DE BOTEQUIM: O ENCANTAMENTO DAS POSSIBILIDADES INFINITAS '- PRIMEIRA PARTE
Findos os sete dias iniciais de inspeção em Bagé, várias são as conclusões que se chega, sobre os rumos da criação de cavalos de corrida no Brasil, em um de seus dois polos mais importantes. E ninguém me parece melhor em resumi-la do que meu companheiro de viagem, o Gil Moss.
"O encantamento das possibilidades infinitas..."
Eu diria tratar-se de algo profético, pois ademais a serena Bagé continua linda.
Quem não conheça a fundo, os meandros do turfe brasileiro, chegaria a acreditar que somos uma indústria sólida, com bases estruturadas como a Argentina e o Chile. Coisa que estamos longe de ser. Outrossim, a qualidade de nosso produto e a beleza intrínseca de nossos campos, elude até os mais céticos. Bagé é o maior exemplo disto.
O Niju, apresenta um reprodutor ainda jovem, vindo da Austrália, muscularmente dominante que atende ao nome de Microfone. E assim, com pastagens magnificentes, desafia a aqueles que possam duvidar do potencial genético de um Exceed and Exel, imbreed na razões 3x3 em d Danzig.
O Doce Vale, onde acredito que em seus campos se deu a metamorfose de Bagé-Aceguá, este ano conta com produção de seis machos, - todos colocados a venda - e 19 fêmeas reservadas. A produção de seu reprodutor chefe, o nacional Pimper´s Paradise me agrada sobremaneira. Aonde se vá, sempre haverá um filho seu que fisicamente se destaca, assim como os filhos de outro nacional, Olympic Johnsnow, ora no Eternamente Rio, mas que ainda esta temporada irá se juntar ao recente sindicalizado o nacional Mandrake, um haras que nasce, nas antigas terras do Lorolu. Tudo isto à frente do magnífico Old Friends, hoje o mais importante polo de garanhões da região.
A exuberante beleza do nacional London Moon somado a sobriedade do bem sucedido e também nacional Il Doge fazem do Anderson, passagem obrigatória por quem visita Bagé. Se entre os dois filhos de Agnes Gold, as duas primeiras gerações de Olympic Jhonsnow e a primeira de London Moon são de encher os olhos, o que dizer do já consagrado Hofburg ?
Existe mais, outrossim fica para amanhã






























