Sou do tempo que das maiores opções de estudo no Rio de Janeiro, eram os colégios Pedro II, Anglo Americano, Mallet Soares e os chamados católicos, Santo Agostinho, São Bento e Santo Ignãcio. A vontade de meu pai ter-me no Santo Ignácio - instituição jesuíta - era tanta, que ele fez-me perder um ano, pois atrasou-se na inscrição. Mas passado o mesmo, iniciei e completei quatro anos de primário, um de admissão, quatro de ginasial e três de cientifico. Onde aprendi os hinos brasileiros o da Bandeira, como acompanhar uma missa em latim, andar com cabelo cortado, senão nem passar pelo padre Chaves na porta, e tudo mais que nada tinha haver já naquela época, passaria lhe trazia confidencia de estar num funil, que a cada ano eliminava alunos que não tivessem cheiro de vestibulandos,
De onde veio on interesse pelo turfe ? Confesso que não sei. Meu pai nunca entrou na Gávea e um dia me perguntou, o que fazia alguém em ter um cavalo de corridas que custava mensalmente os olhos da cara. Sei apenas que pelos cavalos sempre fui atraído, iniciando com os da Praça do Alto de Teresópolis.
Houve certamente um indicio inicial de interesse quando uma empregada da casa de meus pais, Aperecida começou a namorar um jockey Laercio Santos. Todavia, foi fogo de palha.
Porque entrei neste assunto, pois crer ser inadmissível se imaginar que no hipódromo de Cidade Jardim, possam parar de ter corridas. Virar uma parque. Tarumã, Maronas e San Isidro, para se citar três grandes do continente, chegaram a momentaneamente ter suas portas fechadas, Mas voltaram, graças a garra de certos grupos, e estou cero que não será por falta de garra, que as portas do hipódromo de Cidade Jardim, irão cerrar as suas.
Um bom dia para todos.




































