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quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

SAUDADES DE NELSON RODRIGUES

Desde guri me formei lendo Nelson Rodrigues e tendo a nítida noção que Bretch era um besta, que Sheakespeare não passava de um laranja e que o intelectual brasileiro era uma escarradeira para os deleites de Jean Paul Sartre, quando aqui veio chupar jabuticabas, com despesas pagas. Assim, formei-me como leitor e posteriormente como homem e escritor. Tudo às margens do óbvio ulutante apresentado pelo Nelson. 


Outrossim o mais importante de tudo ]e que o tempo me fez enxergar que a grande importância da obra de Nelson Rodrigues estava contida no simples fato que ela fora escrita com o fito de não ter importância alguma. Ela apenas fora idealizada para demonstrar, que naquilo que estava à nossa frente, por mais simples que pudesse ser, estavam contidas todas as verdades filosofais. E nós, simplesmente a procura de falsas inspirações nos recusávamos a ver, pois, não possuímos a imaginação necessária para notá-las. Simplesmente olhávamos e não víamos, a empada com a mosca pousada sobre si no botequim, o cego que acompanhava o movimento glúteo da mulata, a grafina de narinas cadavéricas que perguntava o que era a bola em sua primeira visita ao Maracanã, do decote que nos saraus do Leblon procurava se impressionar com o intelectual de sucesso momentâneo. Enfim, nem ao Sobrenatural de Almeida estávamos preparados a aceitar, bem como como o fato que apenas  os fracassados chegarão a Deus.