Renato,
Sin ánimo de crítica, pero no logro comprender su idea sobre la conducción que le hizo BARZALONA a FLASH DANCE como pacemaker de GOLDIKOVA, en cuanto a que se abrió un poco antes de la hora.
Como a mí me pareció un trabajo perfecto de ese jockey, probablemente no he logrado captar mejor lo que quiso decir Ud., por tanto le agradecería mucho una aclaración.
Un abrazo,
Fernando
Fernando,
A carreira não era uma prova de milha, esta sim a distância predileta de Goldikova. Com uma distância menor e um trem de carreira mais alentado, era necessário que Goldikova esperasse até os quatrocentos para poder então exercer a plenitude de seu poderio locomotor. Barzalona, se confundiu desde o inicio da carreira, largando mal e sendo obrigado a fazer seu pupilo assumir seu papel na marra.
Na reta, deveria esperar um pouco, mas ao contrário abriu logo na altura dos 600. Ninguém em sã consciência partiria antes que Goldikova desse o ar de sua graça. Mas Peslier não teve outra alternativa do que ir, pois, caso contrário, poderia perder a cerca, onde sua pupila sempre provou se aclimatar melhor. E para mim isto lhe custou a vitória.
Evidente que a queda de qualquer mito, existe uma tendência natural de se tentar descobrir uma desculpa. Não creio que seja o caso, mas não me eximo de poder estar tentando defender a uma égua pela qual tenho um respeito descomunal. O certo, é que ela não é mais a mesma do ano passado. Mas em Churchill contará com a vantagem de correr em sua distância, a milha e de poder respirar um pouco, pois as duas curvas assim o propiciam.
Não considerei o trabalho de Barzalona perfeito. Não foi ele a razão da derrota. Mas de alguma forma, creio que uns metrinhos ele prejudicou seu companheiro de barn, e Goldikova perdeu por centímetros. Outrossim, o certo é que na França, quando alguém faz algo que é considerado ridiculo, imediatamente o parisiense diz: tinha que ser, o cara é de Barcelona!
Abraços
Renato Gameiro