Estive nestes dois últimos fins de semana, assistindo corridas em Cidade Jardim e lá ouvi que é real a possibilidade que a partir de 1º de junho serão retidos 30% do total dos prêmios que deveriam ser pagos aos proprietários. Prêmios estes que serão quitados até o final do ano. Com o devido respeito, o hipódromo estava as moscas.
Isto - reter os prêmios, não acabar com as moscas - somado a um aumento nas taxas de inscrição em páreos normais que agora passa a ser de 5% e em provas graduadas de 10% e configurando-se um menos ainda incentivo com o aumento sugerido sobre a taxa de retirada nas apostas, podem soar mal. E soa mesmo.
Não sou dirigente e muito menos um profissional de economia, que possa dar uma contribuíção maior a solução de uma crise que parece existir, dentro do setor financeiro de um clube, cuja diretoria e associados, pertencem a mais importante cidade do continente sul-americano. O que sei, é que não seria exatamente este o marketing, para se atrair proprietários e turfístas, para o nosso seio.
Espero que a Codere e a Bandeirantes, duas empresas que não são nos setores de militam, as lideres, que pelo menos venham com ideias melhores e nos tirem deste buraco. Pois do jeito que a coisa vai, estarei daqui a pouco aqui perguntando, o que vai ser de Cidade Jardim.