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segunda-feira, 15 de julho de 2013

PEQUENO PAPO DE BOTEQUIM: É PARA FRENTE QUE SE OLHA

Eu as vezes fico dando traços as bolas. Não sei exatamente quando ouvi primeiramente esta expressão: dar traços a bola... Mas que ela é um ato que em enumeras oportunidades, pode até ser confundido com um hábito, em meu caso.

Assisti ao desenrolar do Grande Prêmio Adayr Eiras de Araujo (Gr.2) na Gávea, uma carreira que na verdade desde o inicio se desenhou como um embate entre Abidjan e Estrela Monarchos. Pelo menos para mim, mas certamente não para alguns membros da imprensa, que inexplicavelmente colocavam a potranca norte-americana em posição inferior de duas outras que dela nunca conseguiram ganhar. Mas há de se respeitar a opinião abalizada, ainda mais quando sua opinião faz a poule, daquela que você acredita que possa ganhar, aumentar.

Ambas deviam estar 80% e agora estão prontas, ou naquele nível que que com duas mais passadas, estarão. Pertenciam a dois de nossos patrocinadores e pelo resultado da carreira, creio que posso afirmar, haver uma grande possibilidade, de uma ganhar o Brasil e outra OSAF, que com todo o respeito que sempre nutri a Roberto e Nelson Seabra, nunca consegui esquecer a antiga denominação. É como eu chamar alguém para sentar comigo no Veloso da Montenegro e ter que dizer, Garota de Ipanema. A pessoa terá que ter menos de 50 anos, para não distinguir a diferença.

Abidjan, é superior na distância clássica, os 2,400 metros, e creio que um apronto como fez nos 2,000 metros a deixará tinindo para enfrentar os machos na prova máxima do turfe brasileiro. Sua mãe era uma égua de extremo fundo, como também era toda a sua linha materna, a começar da importada á França, Hariella, uma filha do French Derby winner, Le Haar em Tanarelle, esta uma filha do dual Prix Ganay winner, Tanerko, na Oaks winner, Sicarelle, esta uma filha do French Derby winner, Sicambre.

Haretha, uma filha de Hariella, e terceira mãe de Abidjan, a seu tempo ganhou os 3,200m do Derby Club (Gr.3) e foi segunda colocada contra os machos nos 2,400 metros do Oswaldo Aranha (Gr.2). A vi correr, e stamina lhe sobrava. Esta mesma stamina que sua neta, Nina Preta demonstrou em pista ao ganhar também os 3,200m do Derby Club (Gr.3) e ser segunda nos 3,000m do João Sampaio (Gr.3) E ademais, toda esta stamina que Abidjan já demonstrou até aqui, configurou-se com maior relevo, na terceira prova da tríplice coroa carioca, ganha por ela. Logo, na milha é meia, ela é do negócio.

Ciente de quem era a sua verdadeira adversária, ela foi levada a correr nos curvilhões de Estrela Monarchos. E quando veio parecia que a ia engolir. Mais esta tordilha, tem aquela sexta marcha que a diferencia das demais. Ademais, a distância, a meu parecer, lhe era mais favorável e ela ganhou, sem nunca ter colocado em perigo, a sua supremacia. 

Um dado curioso é que o Stud Quintella dono de Nina Preta em corrida, tem Poker Face, - segundo no GP. São Paulo e recente ganhador da Copa ANPC - e será bonito ver ele fazer ponta e dupla, se assim acontecer, no Grande Prêmio Brasil. Independentemente da ordem de chegada.

Estrela Monarchos, indubitavelmente, é uma elemento diferenciado para os 2,000m. Eu acho até, que ela é diferenciada para toda e qualquer distância, mas sendo um cruzamento de dois ganhadores do Kentucky derby, Monarchos e Fusaichi Pegasus e tendo como avó uma irmã inteira do Irish derby winner El Gran Senor, diria até que ela poderia ir aos 2,400 metros. Mas como é seis meses mais nova que todos os seus adversários, creio ser um risco que não creio que será tomado, neste momento, por seus responsáveis. Se ela ganha o OSAF? Provavelmente, mas creio que nada pode ser garantido, se as presenças de Sutil e Antonella Babe forem confirmadas.

Para mim esta foi a corrida da semana, entre os quatro preparatórios, para o fim de semana máximo do turfe brasileiro. Mas creio que deva ser mencionado, que mais um Sulamani provou que com a idade e o aumento da distância, eles tem, pelo menos no hemisfério sul, a chance de demonstrar classe. Bear Hunter, a mãe de Energia Destaque, foi por mim foi selecionada, e garanto que corria muito. Não era correta e não era fadada a distância. mas era do negócio. Outrossim, embora fosse uma filha de um elemento que não deixou saudades, sua segunda mãe era uma Executioner e a terceira, uma Earldom. Logo, além de Sulamani, existem resquícios de classe e stamina, em sua linha materna.

Com o desenrolar destas três semanas, poderemos ter uma quadro melhor do que poderá vir a acontecer, no primeiro fim de semana de Agosto.

Uma boa semana para todos