Trata
de imbreeeding em Rio Bravo II em Cajazeira a 3x4. Como se não bastasse
o sangue de Rio Bravo II duplicado (quem viveu o turfe brasileiro na areia na
década de 80 sabe o que isso significa), Cajazeira é Felício em égua Maki, o que
deu "apenas" Itajara e African Boy. Somo a isso o extraordinário arenático
Implexo (Jet Seller - Logical - Solazo - Make Tracks), de fenótipo idêntico ao
"gato de botas" Dearest Son, e ainda, na areia: Henri Le Balafré (Sassafrás),
Nova Lima (que peço licença para dizer que se trata de uma Sirius, 7 corridas e
5 vitórias, que derrotou as melhores corredoras do Inshalla na época, e mãe de
Badalado, 7 corridas e 4 vitórias) e Dodge.
O mais gratificante é que a avó do Dearest Son, Independence Now, foi nossa égua em campanha, adquirida em um claiming na Gávea/RJ em 2002 por R$ 1.000,00 e a mãe dele, A Honey Winner, por consequência, foi concebida por nós em São Paulo.
Só uma grande correção: Dearest Son, apesar de constar como cria do Haras Pernambuco, foi apenas igualmente concebido por nós, mas criado com esmero pelo Dr.Duílio Berleze, nos campos do antigo Haras Paraná, em São José dos Pinhais. Sobre as atuações do Dearest Son, ele ainda fez dois segundos lugares, quando tinha ainda alguns problemas locomotores não detectados e foi vítima de infelicidades nos percursos, e apenas descolocou-se na estreia quando disparou no cânter e ainda foi mantido na corrida (coisas do turfe brasileiro).
Fábio Câmara
Fabio,
Você acaba apenas de provar que o saldo bancário, não seria o fator mais importante, para se ter um real cavalo de corrida. O que Dearest Son, mais uma vez provou ser.
Parabéns, por seu projeto. Quanto ao Duilio, seria apenas chover no molhado. Ele sempre sabe o que faz.