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sexta-feira, 26 de agosto de 2016

PAPO DE BOTEQUIM. UMA PRATICA ANTIGA QUE VOLTA A DEMONSTRAR SUA NECESSIDADE:

As duplicações femininas foram bastante exploradas até o meio do século passado. E não apenas na Europa, aqui ao lado também, na vizinha Argentina, que detinha o monopólio da criação sul-americana np meio do século passado. Era comum acha-las nos pedigrees de ganhadoras de grupo com certa assiduidade.

Lembro-me que em meus primeiros estudos, tomei conhecimento do pedigree de uma égua clássica argentina, que depois exportada para os Estados Unidos figurou com algum sucesso na esfera clássica. Tratava-se de uma filha de Yata Nahuel em mãe Babu's Pet, chamada Miss Brea. Irmã do icônico Mister Brea (Incaico).

A gente hoje fala em saladas de imbreeds, atentem para o pedigree de Miss Brea.



Repararam nas duplicações em Selene 5x4x5, Bromus 6x6x6, Per Noi 5x5, Pretty Polly 6x6 e os imbreeds em Hyperion 4x3, Gainsborough 5x4x5, Copyright 5x5 e Solario 5x4? O que seria isto? Uma quantificação de forças inigualável. Uma salada mixta? Que bela experiência genética.


RESUMINDO
UMA PRATICA ANTIGA
QUE VOLTA DEMONSTRAR
SUA NECESSIDADE DE UTILIZAÇÃO

Não sei por que cargas d'água que fomos nos afastando dos imbreeds, e caindo no conto de fadas, do pedigree aberto. Que tem suas vantagens, não vou nem posso negar. Porém que fragiliza sua posição no mercado moderno, posicionando-a a menos de 25% de chances de se obter sucesso nas esferas mais altas. As de prova de grupo.

Já disse aqui. Nosso mercado de criação, é tremendamente apreenssivo com mudanças e principalmente novas idéias. Não é facil se promover uma ruptura dentro de uma estrutura acomodada,  onde alguém tem que ganhar, e tentar muda-la gradualmente num processo de pelo menos três gerações, onde apenas os melhores tenderão a suceder.  A verdade nua e crua, é que impunha-se a reconstrução empirica dos processos de armação genéticas e a reelaboração de conceitos para adequar nossas necessidades, as mesmas necessidades internacionais.

Recentemente, Perfect Juez, ganhou na Argentina a Polla de Potrillos (Gr.2) de La Plata. Trata-se de um filho de Perfectperformance, numa mãe Senor Juez, o que em outras palavras quer dizer, um tremendo zero a esquerda. Nada poderia justificar ele ser um elemento clássico, a não ser o fato de sua segunda mãe ser Miss Brea. Ele é imbreed em Nijinsky, que na verdade, é um duplicação de pouco efeito no turfe de primeiro mundo. Logo, tenho todo o direito de achar, que Miss Brea seja o ponto clássico neste pedigree, sustentando, nas duas gerações subsequentes, por uma salada de imbreeds e duplicações em cavalos e éguas de primeiro nível.

Mas quem refutar, que apresente uma melhor justificativa.