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sábado, 24 de setembro de 2016

PAPO DE BOTEQUIM: PORQUE KEENELAND É FUNDAMENTAL . PARTE 3


Gosto de citar exemplos e mais do que isto abrir parênteses, e inicio a terceira parte deste depoimento, abrindo a um que para mim ilustra bem o que levo em consideração como a força do dinheiro. Uma vez estava em Deauville, onde commpareci para as suas vendas em Agosto, quando encontrei em meu jogging matinal ao criador argentino Ignacio Correas. Uma das figuras mais extraordinárias deste mercado. Seguimos juntos dali para frente, e quando passavamos à porta do casino, eis que surge a nossa frente Naji Nahas - que ainda esta vivo - e o ator Omar Shariff - do qual não posso dizer o mesmo. Eram oito horas da manhã, eu iniciava meu dia e eles, provavelmente estavam acabando o seu anterior.

Ignácio os conhecia bem e depois da troca de cumprimentos, uma coversa foi jogada fora. Quando já estavamos prontos para seguir o nosso caminho, eis que aparece o treinador de Nahas. um egipcio com cara de louco e que parecia estar mais agitado que o normal. Com um catalogo de Deaville em suas mãos, fez ver a seus patrôes que naquele volume estavam presentes os futuros ganhadores do Arco, do Jockey Club, do Diana e do Vermeille, e achava que por isto deviam ir lá examina-los, pois, se não fizessem isto iria perde-los. Ao que o ator, respondeu: se você tem certeza que todos estão ai, vá lá em compre o catalogo inteiro, e não teremos chance de perder. Fecho o parênteses na certeza que me fiz entender do que possa a ser a força do dinheiro e que no caso citado, não passei de uma simples testemunha da história. 

Disse e repito, quando se juntam as forças que se degladiam em um venda, - força do dinheiro, instinto e raciocinio légico - num só elemento, este elemento leva na grande maioria das vezes a melhor. O sucesso da Juddmonte Farms está consubstanciado exatamente nisto. Nesta perfeita integração dos três elementos: lógica, instinto e força financeira, agoea sim na orden exata de importância. Fui chamado uma vez com os responsáveis da Juddmonte, a conversar sobre uma possivel posição no grupo que elaborava os pedigrees, por ter comprado deles uma potranca de descarte e esta ter se tornado clássica do Brasil. Du Chatillon, voces lembram dela?

Quero deixar claro que as coisas acontecem por que tem que acontecer. Mas que para isto aconteça. você tem que ter a sorte de estar presente. É este o quarto elemento que diferencia os investidores: sorte. Uns tem mais e outras tem menos.

Sem sorte você se entala, simplesmente chupando um chicabom, ou é atropleado, atravessando a avenida Nossa Senhora de Copacabana, diria Nelson Rodrigues. Eu não chegaria a tanto, mas lembro que se não tivesse examinado a Drollig, English Major, Giulia, Estrela Monarchos, Perfectly Associat, e Nothing Tomorrow, meus seis últimos cavalos de grupo1, a quem estive associado e que adquiri nos últimos seis anos, em Keenalnd ou na Gávea, a sorte litetralmente não iria cair do céu.

Nesta vendas recem findas tive contato com um jovem criador brasileiro, que somente tivera uma conversa uma vez em Cidade Jardim. Ele queria contratar meus serviços para as vendas de Setembro em Keenland, mas tinha a sua própria short list. Aliás, sem que seja necessário abrir-se um parênteses, afirmo que uma caracteristrica marcantes, da maioria dos investidores brasileiros, é marcar catalogos, independentemente de seu agente. Mas quando recebi dele sua lista, vi que em mais de 80%, no catalogo 3, ela coincidia com a minha. Fiquei surpreso, pois, isto não é muito normal, pelo menos comigo. Interessei-me vivamente no assunto, pois, tive a plena certeza que estar conversando com alguém, que queria mais do que adquirir uma simples potranca.

Em seu primeiro parágrafo, que aqui tomo a liberdade de transcrever em parte, assimilei, imediatamente, onde ele queria chegar e com certeza chegará.

Faz algum tempo que nos nao nos falamos, mas mesmo assim nunca deixei de ler seu blog. Primeiramente, devo agradecer voce por ser um dos mais ativos escritores sobre o tema, mas tambem por ter aberto meus olhos, ha uns 4-5 anos atras, para me aprofundar em temas que antes nao abordava e que hoje julgo fundamentais. Meu objetivo que um dia foi ganhar um G1 na Argentina, hoje passou a ser ganhar um G1 em um grande centro e acredito ser possivel sem investir milhoes...

Com a liberdade que ele meu deu, com suas palavras, no inicio do parágrafo descrito, trocamos mensagens, e em uma das primeiras alertei que achava sua short list muito boa mas que ainda poderia melhorar se ele atentasse para um ou dois mais fatores. Em uma semana ele veio com outra mais ampliada, onde os meus mais importantes 5 piques, estavam representados. A lista estava excelente. Quero deixar claro, que não estamos aqui falando no caso de Omar Shariff, de marcar o catalogo todo, para se atingir a um objetivo. Era uma short list de pouco mais de 30 elementos dos mais de 800 existentes no catalogo 3.

Quando você elabora uma short list dentro de uma lógica concentuais na grande maioria das vezes, a lógica funciona com o fisico, e daqueles pouco mais do que 30, depois de uma inspeção fisica, diria que bastante critica, o número caiu para 12, o que me parece ser um percentual ainda bastante elevado. Ai entra outro raciocinio lógico. A lei das prioridades. Se seu mais importante pico é o nono, o que fazer no caso dos oito primeiros se a idéia é comprar apenas um. E é ai, que o investidor tem que raciocinar friamente e esperar por aquilo que o conhecimento, o instinto e a lógica teimem em lhe dizer ser o mais apropriado. 

Mas se quando chegar lá, o dinheiro disposto não for suficiente? É ai que entra a sorte. É torcer que o que você elegeu como o seu pique, não tenha sido notado por outro disposto a gastar mais dinheiro. Foi assim, pelo menos para mim, em relação a Giulia, Estrela Monarcos e Notting Tomorrow. Outrossim, a "tenebrosidade" dos pais, foi a razão... Mas respondendo a pergunta do inicio deste paragrafo. É preferivel se tentar aquilo em que mais acredita do que tentar em algo bom, mas que não está no topo de seus desejos. Se der deu, se não der ...

Esta são as decisões que você tem que tomar quando o objetivo esta bem delimitado.

Mas mesmo na lógica tem que haver exceções. E ai que entra o instinto. Eu nunca gosto de comprar produtos filhos de éguas de idade avançada, principalmente aquelas que deram um ganhador de grupo 1, mas que nada fizeram, dali para cá. Poucas são as éguas que produzem dois ganhadores de grupo no hemisfério norte. Mas como disse antes, toda regra tem exceção, fiz duas em minha vida e não me arrependo. A primeira com Victorica e a segunda com Baby Victory, ambas ganhadoras de grupo e que posteriormente vendi por boas somas em Keeneland. É aquela história de se encantar com o produto e arriscar que ele possa ser o segundo, daquela égua, com qualidade, E era o caso no domingo da potranca que achei ser uma das duas de melhor fisico entre as doze.

Sua mãe tinha bastante idade e nos idos tempos havia produzido a um ganhador de grupo 1. O mercado penalizou-a, e ela saiu por US$40,000. Todavia, não me supreenderei se ela algum dia luzir em algum lugar deste universo.

Era pelo estreante Astrology, numa mãe da linha 1-n, que o pariu com 15 anos e filha de nosso conhecido Roy.

Porque ela não atimgiu mais? Um misto do pai não ser fashionable, a mãe ser velha e ela não ter sido muito inspecionada pelas duas razões anteriores. Resumo da ópera, em em nosso caso ela era uma das oito anterioras.

Amanhã continuaremos, pois, o assunto é extenso.