É uma piada, mas acontece todos os dias na vida real. O cara senta num bar e assiste o jornal Nacional. Nele aparece um pobre coitado tentando o suicídio do alto de um prédio. Vai ou não vai? A loura da mesa ao lado, comenta: Eu acho que ele não vai pular. O cara retruca, vai com certeza, quer apostar? Ela aceita o desafio e o dinheiro é casado. Logo a seguir, o pobre coitado pula e a loura triste por perder seu dinheiro, comenta. Ele repetiu o que tinha feito no Jornal das seis da Globo News.
Pois é, tem gente que vê a coisa acontecer e não se convence que aconteceu, acontecerá, e tudo por uma simples razão. Neste caso é a ordem natural das coisas.
O ano não acabou. Faltam apenas duas semanas e algumas provas de grupo ainda serão disputadas pelo mundo afora. Outrossim, o percentual de 87% de ganhadores de grupo este ano que trazem em seu pedigree pelo menos uma duplicação, não deve ter mudança significativa. muito menos os que trazem duas duplicações, que esta na casa dos 72%. Logo, se negar a aceitar estes percentuais, é o mesmo que perder dinheiro que nem a loura do bar. É claro que no caso dela, existe 0% de chance de mudança. E o caso aqui o percentual seria de 13% ou até de 28%. Mas você em sã consciência acredita nestas odds? Arriscaria seu rico dinheirinho com esta margem de possibilidades?
É final de ano, e a proximidade do Natal, faz a gente ficar mais condescendente. Mas acredito eu que burrice tem um limite. É pegar o dinheiro, como o cara do bar fez, mesmo sendo um ato injusto, pois, ele igualmente tinha assistido à aquela cena na Globo News, é justo. Pois, não importa. Ela, a loura, pediu para seu roubada.
Muitos criadores e proprietários brasileiros pedem para ser roubados. Uns por falta de informação. outros por serem teimosos. Hoje nas estatísticas de criadores que disputam suas provas na Gávea, o nome do Figueira do Lago pode estar causando surpresa a alguns. Segundo colocado a frente de muitos criadores tradicionais, sediados a muito tempo no turfe carioca,. Evidente que a razão de seus bons resultados, é proveniente de muitos outros fatores, tais como mudança de campo, adoção de um sistema de cria e recria, treinamento, seleção de matrizes, porém, o que me chama mais atenção é a forma como tem conduzido seus cruzamentos. Todos dentro da lógica, que tem como base, em que se duplicando o que há de melhor no pedigree, as chances de sucesso tendem a aumentar. E aumentaram, consideravelmente.
Eu acho que se olha para frente, e quando você se propõe a subir uma escada, é para cima que você deve direcionar sua atenção. Mesmo quando não exista ninguém a sua frente. A muito falei desta letra L do Figueira do Lago, que vi no haras ainda pequena. Ela possui em pista quatro ou cinco elementos que podem ser considerados diferenciados. E o mais incrível. de cinco pais distintos. Logo, há de se convir que exista uma grande possibilidade dos cruzamentos serem os responsáveis por esta situação.
Querer nem sempre é poder. Mas no caso presente, seus responsáveis parecem querer, e o melhor de tudo, estão podendo. E depois de décadas de labuta, o simples ato de aceitar que é necessário uma mudarnça radical talvez seja um dos mais difíceis atos para a raça humana. Requer reconhecimento que algo não está funcionando a contendo e muita coragem para enfrentar toda uma situação que era adversa e agora passa a ser desconhecida. Todavia, se é necessário, que seja feita.
Uns abandonariam a atividade e comprariam um barco. Outros iriam se divertir em Paris, e existiriam aqueles, como a loura burra. que continuariam insistindo, a espera que houvesse uma mudança significativa de algo que parecia selado e lacrado. Contudo, os responsáveis por este estabelecimento de cria simplesmente se negaram a permanecer onde sempre estiveram. Identificaram suas fraquezas, localizaram o que deveria ser mudado e se fortaleceram dentro de atitudes lógicas. E os resultados apareceram. Para isto eu tiro meu chapéu.
SE VOCÊ NÃO GOSTA DE TURFE, PROCURE OUTRO BLOG. A IDÉIA AQUI NÃO É A DE SE LAVAR A ROUPA SUJA E FAZER POLITICA TURFISTICA. A IDÉIA AQUI É DE SE DISCUTIR TEORIAS QUE POSSAM MELHORAR A CRIAÇÃO E O DESEMPENHO DO CAVALO DE CORRIDA. ESTAMOS ABERTOS AS CRITICAS E AS TEORIAS QUE QUALQUER UM POSSA TER. ENTRE EM NOSSA AERONAVE, APERTEM OS CINTOS E VISITEM CONOSCO, O INCRIVEL MUNDO DO CAVALO DE CORRIDA, ONDE QUERENDO OU NÃO, TUDO É PRETO NO BRANCO!
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domingo, 16 de dezembro de 2018
PONTO CEGO: E TEM GENTE QUE ACHA A TAL DA ACLIMATAÇÃO UMA FRESCURA !
Sabem de uma coisa que me irritava profundamente? Era quando alguma coisa ia mal e vó Adelina lembrava: não foi por falta de aviso? Pois é, isto é chato para burro. Pior do que dizer a um amigo que a esposa do mesmo anda frequentando durante as tardes, a casa do vizinho.
Detesto lembrar, algo que avisei, não foi escutado e redundou num grande problema como previra. Mas não foi na realidade por falta de aviso, que deixei claro que via com poucos bons olhos Quarteto de Cordas correr sem estar devidamente aclimatado. Ou será que há algum ser humano, capaz de apostar que ele corre tão pouco?
Eu não acredito, e apostei que em sua segunda corrida, contra adversários bem mais fracos que na Breeders Cup Turf, seu resultado seria ainda pior. E certamente o foi. Sabem porque? Porque já vi este filme. Muitas e muitas vezes. Quando um cavalo é levado ao esforço, quando está ainda em seu período de aclimatação, a ladeira se torna ainda mais íngreme. e ele a desce com a desenvoltura de um Feneme sem freios. Agora pode levar um ano, para voltar ser o que era, se houver muita sorte. Vão castrá-lo e ele há de comer o pão que o diabo amassou.
Sei que tem gente que acha que a aclimatação de um cavalo do hemisfério sul para o norte, é frescura. Hotario Luro, Whittingham e McNelly, não eram da mesma opinião. Muito menos Mandella e Paulinho Lobo. Outrossim, os expertos de almanaque, acham que se trata de uma tremenda de uma frescura. Agora pergunto a aqueles que assim o pensam, um exemplo de cavalo que chegou correu as suas primeiras corridas sem aclimatação que tenha arrebentado com a boca do balão. Desculpem, mas vou sentar, pois, se esperar em pé ficarei cansado.
Detesto lembrar, algo que avisei, não foi escutado e redundou num grande problema como previra. Mas não foi na realidade por falta de aviso, que deixei claro que via com poucos bons olhos Quarteto de Cordas correr sem estar devidamente aclimatado. Ou será que há algum ser humano, capaz de apostar que ele corre tão pouco?
Eu não acredito, e apostei que em sua segunda corrida, contra adversários bem mais fracos que na Breeders Cup Turf, seu resultado seria ainda pior. E certamente o foi. Sabem porque? Porque já vi este filme. Muitas e muitas vezes. Quando um cavalo é levado ao esforço, quando está ainda em seu período de aclimatação, a ladeira se torna ainda mais íngreme. e ele a desce com a desenvoltura de um Feneme sem freios. Agora pode levar um ano, para voltar ser o que era, se houver muita sorte. Vão castrá-lo e ele há de comer o pão que o diabo amassou.
Sei que tem gente que acha que a aclimatação de um cavalo do hemisfério sul para o norte, é frescura. Hotario Luro, Whittingham e McNelly, não eram da mesma opinião. Muito menos Mandella e Paulinho Lobo. Outrossim, os expertos de almanaque, acham que se trata de uma tremenda de uma frescura. Agora pergunto a aqueles que assim o pensam, um exemplo de cavalo que chegou correu as suas primeiras corridas sem aclimatação que tenha arrebentado com a boca do balão. Desculpem, mas vou sentar, pois, se esperar em pé ficarei cansado.
A VOZ DO POVO É A VOZ DE DEUS: NÃO BRIQUEM COM O GENERAL STUD BOOK
Sempre me posicionei sobre coisas que considero importantes para o desenvolvimento de nosso turfe. E uma das que sempre combati foi a da monta artificial, aquele que quando aqui escrevi, houve gente que se revoltou e pediu por provas. Ora senhores, nós sabemos que certos garanhões, por idade, deficiências diversas, ou até pelo número de éguas que terá que servir, são como assim dizer "ajudados" artificialmente. Eu não concordo por razões que considero lógicas e parece que o General Stud Book é da mesma opinião. E como ele parece ter o poder decisório, todo cuidado me parece pouco.
Sei que sempre que comento algo deste teor, desagrado a muitos. Mas como disse, repito, este tal de politicamente correto é a base da nulidade que se encontram muitas das coisas deste pais. E afinal quem gosta de mim gosta, quem não gosta, não vai ser a partir de agora que vai gostar.
Contudo, lembro que o que mais me chamou a atenção em Lexington, era o fato das montas serem gravadas em video. Logo, se houvesse necessidade de uma futura comprovação, havia onde se recorrer. Não deveríamos proceder de uma mesma forma?
Fico feliz, que o Jose Carlos Fragoso Pires Junior me tenha repassado um alerta de nosso presidente da ABCPCC, sobre este assuntos pois, ele, o assunto não nosso presidente, me preocupa muito.
Sei que sempre que comento algo deste teor, desagrado a muitos. Mas como disse, repito, este tal de politicamente correto é a base da nulidade que se encontram muitas das coisas deste pais. E afinal quem gosta de mim gosta, quem não gosta, não vai ser a partir de agora que vai gostar.
Contudo, lembro que o que mais me chamou a atenção em Lexington, era o fato das montas serem gravadas em video. Logo, se houvesse necessidade de uma futura comprovação, havia onde se recorrer. Não deveríamos proceder de uma mesma forma?
Fico feliz, que o Jose Carlos Fragoso Pires Junior me tenha repassado um alerta de nosso presidente da ABCPCC, sobre este assuntos pois, ele, o assunto não nosso presidente, me preocupa muito.
O problema central : a ABCPCC não pode enfrentar de peito aberto a questão do descredenciamento do Stud Book Brasileiro.
O Stud Book Internacional - General Stud Book , Weatherbys - tem o poder discricionário de não aceitar registros de cavalos produzidos por monta artificial .
Não entro no mérito se é certo ou errado .
A monta artificial pode acarretar o descredenciamento do SBB , que passaria a registrar MESTIÇOS !
Não blefam.
Já fizeram no Peru e no Equador e teriam muito prazer em eliminar o concorrente de melhor custo-benefício do planeta !
Creio que , agora , me fiz entender!
Antonio Quintella
Quintella, eu entendi.
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