Juro que não gostaria de parecer sarcástico, embora em enumeras vezes o pareça ser, mas a simples descrição do que acontece no cenário politico brasileiro, infelizmente assim o faz parecer. Não tenho receio de afirmar que o STF brasileiro, é o maior poço de sarcasmo existente neste planeta. Aliás a simples montagem do mesmo já o é. Elementos colocados ali de forma vitalícia, por políticos com o claro intuito de proteger a si mesmos, de forma eterna, e manipular uma constituição montada por advogados que fizeram questão de deixar situações dúbias, quando da montagem de um constituição, que se bem exploradas o fazem chegar aonde assim o quiser.
Onde já se viu um criminoso ter mais três instâncias, depois de sua condenação, para recorrer e tendo para tal décadas para se defender solto e livre para cometer os mesmos crimes? Al Capone, no Brasil, não teria sentido o gosto de uma cela. Talvez de uma tornozeleira e nada mais.
Na criação de cavalos de corrida o sarcasmo não cola, pois, felizmente na grande maioria dos casos, elas acontecem por que tem que acontecer. Cavalos são criados, treinados e montados por serem humanos, outrossim, possuem vida própria. Exalam suas virtudes, independentemente, do que com eles sejam feito. Eu como selecionador dos mesmos, tento ver nas entrelinhas, aquilo que esta escrito, mas não é visível a olho nu. A classe e o brilhantismo, ainda latente antes de uma estreia.
O sarcasmo, no turfe mundial, fica a cargo daqueles que gastam rios de dinheiro e não conseguem concretizar seus objetivos. Todavia, a grande verdade e que muitos destes, abandoman a atividade, pois ela é cara e difícil de ser dominada. Do momento que iniciei a minha participação nesta atividade, muita coisa foi mudada. Poucas para melhor. Muitas para pior. Grandes criadores foram falecendo, e não havendo continuidade por parte dos seus, seus, seus respectivos manancial dispersados. E com eles se foram os nicks, erigidos em uma existência. Os Fort Napoleon x Formasterus, os Swallow Tail x King Salmon, os Ghadeer x Waldmeister e como sarcásticos que somos em acreditar que o cheiroso de fora, sempre vale mais que o genuíno nacional, tudo vai se perdendo com o tempo.
Nunca seremos capazes de constituir - mesmo guardadas as devidas proporções - algo com o poder letal de uma transmissão por gerações, do tipo Northern Dancer-Sadlers Wells- Galileo, ou mesmo Northern Dances-Danzig -Danehill. Porque no Brasil o filho de excepcional é tratado com sarcasmos. A eles são dadas algumas éguas mambembes e se o milagre não germinar, abandona-se o mesmo. O que não abandonamos é a terrível crença que o cheiroso aqui aportado, vindo do hemisfério norte, deva ser esquecido e sepultado.
A Argentina foi grande, quando deu ao cavalo nacional, a devida atenção que ele merecia. Congreve, Cipayo, Fitzcarraldo, Ahmad, Practicante e alguns outros tiveram suas chances solidificadas e preencheram aquilo que deles era esperado. Não foi coincidêmcia ser esta época quando aquela criação, mais floriu no cenário internacional. Bombou!
Mas porque se perder tempo em falar de história, se o passado é esquecido e o presente repetidamente espinafrado por ações inconsequentes? Gosto de me ater ao passado, pois, acho que o turfe é ditado no mundo, pelo mesmo. Senão do que valeriam as estatísticas ou a performances passadas que formam o handicap de uma corrida? Se você não acredita no passado, para quer pagar mais num Ghadeer e no ano seguinte vem um Duke of Marmalade na mesma mãe?
Escutei outro dia de um elemento que pretendeu ser sarcástico, que, na opinião pouco analisada dele, chances haviam sido dadas aos filhos de Clackson e eles não corresponderam. Pois bem, perguntei a este Gilmar Mendes dos mendigos de espirito, quais os filhos de Clackson, Ghadeer, Waldmeister ou Locris, que tenham recebido em uma temporada pelo menos 25 éguas de bom quilate? Ele emudeceu e sentiu que tinha um compromisso.
Justify, em sua primeira monta, veio a emprenhar a 104 éguas ganhadoras ou produtoras de grupo, sendo 59 das mesmas ganhadoras de graduação máxima ou produtoras dos mesmos. Isto eu considero chance. Não lhe garantem sucesso, mas criam a oportunidade disto acontecer. E se não der? Rifa-se. Como deveremos rifar muitos dos juizes hoje pertencentes ao quadro do STF brasileiro, que em momento algum conferem a nossa justiça, o senso de vitória do bem contra o mal.
SE VOCÊ NÃO GOSTA DE TURFE, PROCURE OUTRO BLOG. A IDÉIA AQUI NÃO É A DE SE LAVAR A ROUPA SUJA E FAZER POLITICA TURFISTICA. A IDÉIA AQUI É DE SE DISCUTIR TEORIAS QUE POSSAM MELHORAR A CRIAÇÃO E O DESEMPENHO DO CAVALO DE CORRIDA. ESTAMOS ABERTOS AS CRITICAS E AS TEORIAS QUE QUALQUER UM POSSA TER. ENTRE EM NOSSA AERONAVE, APERTEM OS CINTOS E VISITEM CONOSCO, O INCRIVEL MUNDO DO CAVALO DE CORRIDA, ONDE QUERENDO OU NÃO, TUDO É PRETO NO BRANCO!
HARAS SANTA RITA DA SERRA - BRASIL
HARAS FIGUEIRA DO LAGO
NEPAL GAVEA´S CHAMPION 2YO - HARAS FIGUEIRA DO LAGO - São Miguel, São Paulo
HARAS SANTA MARIA DE ARARAS
HARAS FRONTEIRA
HARAS Fronteira
HARAS ERALDO PALMERINI
HARAS ERALDO PALMERINI a casa de Lionel the Best (foto de Paula Bezerra Jr), Jet Lag, Estupenda de Mais, Hotaru, etc...
HARAS CIFRA
HARAS CIFRA - HALSTON POR MARILIA LEMOS
HARAS RIO IGUASSU
HARAS RIO IGUASSU A PROCURA DA VELOCIDADE CLÁSSICA - Foto de Karol Loureiro
HARAS SÃO PEDRO DO ALTO
HARAS SÃO PEDRO DO ALTO - Qualidade ao invés de Quantidade
HARAS RED RAFA
HARAS RED RAFA - O CRIADOR DE PLANETARIO
STUD YELLOW RIVER
STUD YELLOW RIVER - Criando para correr
JOCKEY CLUB BRASILEIRO
JOCKEY CLUB BRASILEIRO
