O ato falho é uma forma daquele que erra, prestar homenagem a seu momento de maior mediocridade. No futebol isto é usual. Ser Vasco, por exemplo.
Atletas que deveriam ser exemplos para a juventude. se deixam levar pela falta de pudor e respeito. Como o Palmeiras se recusando de receber as medalhas de vice campeão do campeonato paulista. Como o Messi, no Maracanã, colocando a medalha de vice campeão do mundo debaixo dos braço como uma bisnaga de pão. Do Maradona vibrando ao ter enganado o juiz ao fazer um gol contra os ingleses com a mão. Para ele, era a vingança das Malvinas, que na verdade nunca deixaram de se chamar Falklands.
O ato falho é uma fraqueza momentânea de um ser que perde por segundos a sua condição humana e deixa brotar em si, seus piores instintos. Embora as vezes funcione, como no caso mais recente do Mensalão.
Não quero criar mais polemicas, mas não acredito que a melhor forma de se impor seja atacar para não sofrer ataques. No turfe, usa-se tradição não como algo a se respeitar, mas sim a se temer. Usa-se um passado glorioso para muitas vezes justificar um presente nulo. Não é porque um dia eu selecionei Much Better, que devo usa-lo eternamente como prova de uma tarde de sucesso. De lá para cá, acredito que tenha selecionado mais de 50 elementos de alto padrão. Porém, tenho o discernimento suficiente para imaginar que se quiser me manter no mercado, terei que pelo menos ficar na média, pois, a fila anda e se você não se repaginar, rodam com a sua baiana.
Como analista, vejo muitos atos falhos serem levados a efeito que para mim, causam náuseas. Principalmente por muitos deles, serem aceitos, sem haver resistência alguma de gente que poderia exerce-la. E eu me pergunto porque? Será que isto acontece nos negócios particulares daqueles que militam no turfe? Acredito que não. Há reação, pelo menos igual é contrária. Porque então esta passividade em relação ao turfe? Porque acreditar em quem nunca demonstrou resultados?
Treinadores e jockey não são Deuses. Assim como jogadores de futebol, cantores famosos e atores da Globo. São seres humanos que exercem funções, por muito admiradas. Mas isto não os fazem serem seres especiais. São apenas seres bem sucedidos, como o são médicos, industriais, engenheiros e políticos. E ai eu me pergunto, porque no turfe alguns treinadores agem como ungidos por forças sobrenaturais, jóckeys se julgam intocáveis, mesmo quando jogam com as duas mãos carreiras que um aprendiz ganharia e agentes continuam a exercer suas funções, quando o último real sucesso se deu a mais de uma década?.
No turfe trabalhei na Europa e hoje vivo nos Estados Unidos. Vejo mais modéstia de profissionais do turfe nestes dois continentes que na América do Sul. A tendencia do profissional de nosso continente é de se julgarem maestros ou virtuosos.
Charles Whittingham e Bobby Frankel, - exceções a regra -agiam como verdadeiros tiranos em seus domínios. Mas acho que eles constriiram seus castelos de uma forma bastante visível ganhando tudo aquilo que outros querem ganhar e muita vezes não conseguem. Whittingham se recusava de treinar para japoneses, pois, foi pago por seu pais para mata-los na II Guerra e Frankel se recusava a ir a Dubai, por seu judeu, embora não me conta que o Prince Khallid Abdullah seja normando...
A rede social de alguma forma fez este sentimento exacerbasse ainda mais, pois, terminou com a distinção entre o publico e o privado. Aquele que nela interage, passou a ser uma entidade publica com direito de julgar a atitude alheia. E se exaspera quando alguém lhe manda a conta exigida por sua independência de opinião. Antes havia o comentarista, o colunista, o chamado entendido na questão. Isto praticamente cessou. Hoje todos tem direito a se expressar e serem lidos. E como não são muitos a saber separar o joio do trigo... E Obama e Bolsonaro, provaram que mais votos se conseguem hoje nas redes sociais que em tempo televisivo.
E contra estas incongruências, apenas os grandes cavalos podem redimir a questão. O bom cavalo faz profissionais parecerem mais brilhantes do que realmente são.
Baixemos um pouquinho a bola. Principalmente nós brasileiros que vivemos de juntar "o nada ao porra nenhuma". Temos que crescer se quisermos fazer de nossa atividade algo a ser respeitado. Tratemos nossos proprietários como pessoas. Pessoas estas que embora possam boiar no assunto, são bem sucedidas em outras áreas, bem intencionadas e mantém viva esta atividade, onde na grande maioria das vezes se perde dinheiro. Pessoas que querem ganhar aquilo por que pagam. Vamos ganhar mais e se vangloriar menos, pois atrás sempre vem gente.
SE VOCÊ NÃO GOSTA DE TURFE, PROCURE OUTRO BLOG. A IDÉIA AQUI NÃO É A DE SE LAVAR A ROUPA SUJA E FAZER POLITICA TURFISTICA. A IDÉIA AQUI É DE SE DISCUTIR TEORIAS QUE POSSAM MELHORAR A CRIAÇÃO E O DESEMPENHO DO CAVALO DE CORRIDA. ESTAMOS ABERTOS AS CRITICAS E AS TEORIAS QUE QUALQUER UM POSSA TER. ENTRE EM NOSSA AERONAVE, APERTEM OS CINTOS E VISITEM CONOSCO, O INCRIVEL MUNDO DO CAVALO DE CORRIDA, ONDE QUERENDO OU NÃO, TUDO É PRETO NO BRANCO!
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