Não existem verdades absolutas. Já disse isto aqui pelo menos umas cinquenta vezes. E o turfe não é uma exceção. Percebam que os mais bem sucedidos em qualquer que seja a atividade, vivem de percentuais. E ainda há de se levar em consideração. que conforme a situação, o sarrafo de altura destes percentuais para serem considerados válidos, modificam-se. O que em outras palavras quer dizer que 10% em alguns casos seria um percentual irrisório, em outros estupendo.
No caso dos amigos acima, eu diria que estão na rara qualificação das exceções a regra, pois, parecem que usaram de tudo para trazer até aqui suas vidas em evidência. E conseguiram. Contudo, talvez se alguns de vocês imitarem o estilo de vida dos mesmos, suas chances de chegarem aos 50, não sejam tão grandes.
Por exemplo quais as chances percentuais de sucesso usando-se um reprodutor de franco apoio mas de pouca efetividade no mercado do hemisfério norte, apenas pelo fato dele vir para o hemisfério sul? Não sei, mas em geral menores do que usar um inédito, que bom fisico, pedigree e campanha. Acreditar que o pereba no Brasil, portará a camisa da seleção da Guiné Equatorial, é um luxo dos desvairados.
Vejam o caso dos shuttles, Aqueles que aqui aportaram, e obtiveram sucesso, a exceção de Roy, tinham tido sucesso no hemisfério norte, como no caso de Royal Academy, Elusive Quality e Northern Afleet. Na verdade entre os reprodutores fracassados no hemisfério norte, que aqui aportaram e obtiveram algum sucesso, lembro-me recentemente de Spend a Buck e Executioner. Avivem minha memória se estou esquecendo de alguém mais. E se levantar-mos o numero de trazidos, o percentual passa a ser ínfimo.
Sempre frisei, que cada caso será um caso. Não existe um jurisprudência nesta questão. E no turfe não existem gilmar Mendes, para criar uma quando é necessário se fazer algo. Portanto, não há uma regra rígida que o leve ao sucesso. Existe sim um raciocínio lógico, que 95% das vezes funciona. Não entendo porque, a maioria dos criadores brasileiros, tendem a seguir o caminho contrário e desafiar as odds.
Já temos pouca força financeira, porque então arriscar o certo no incerto? Vamos acreditar em percentuais e tentar seguir aquilo que realmente ente demonstra fazer uma diferença.
SE VOCÊ NÃO GOSTA DE TURFE, PROCURE OUTRO BLOG. A IDÉIA AQUI NÃO É A DE SE LAVAR A ROUPA SUJA E FAZER POLITICA TURFISTICA. A IDÉIA AQUI É DE SE DISCUTIR TEORIAS QUE POSSAM MELHORAR A CRIAÇÃO E O DESEMPENHO DO CAVALO DE CORRIDA. ESTAMOS ABERTOS AS CRITICAS E AS TEORIAS QUE QUALQUER UM POSSA TER. ENTRE EM NOSSA AERONAVE, APERTEM OS CINTOS E VISITEM CONOSCO, O INCRIVEL MUNDO DO CAVALO DE CORRIDA, ONDE QUERENDO OU NÃO, TUDO É PRETO NO BRANCO!
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