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Não foi fácil e muito menos simples. Outrossim, nada melhor que um dia depois do outro. A gente se reagrupa e lembra de Zenyattas, Nijinsky e acaba por aceitar o fato que até as divindades tem seu dia de mortais.
Falei da mistura letal Galileo-André Fabre. E tenho que defender este ponto, pois se de um lado o treinador ganhou com este, seu sétimo Arco, Galileo está nos pedigrees dos cinco primeiros colocados, até a segunda geração. Não me lembro de isto ter vindo a acontecer em provas de tamanha magnitude. Assim sendo, a mistura é realmente letal. Duas dominâncias dignas de respeito.
Mas meu assunto está ligado a outra situação. Houveram 14 provas de graduação máxima em quatro dos mais importantes hipódromos do hemisfério norte, neste fim de semana. Longchamp, Belmont, Keeneland e Santa Anita. E um detalhe me chamou muita atenção, tanto em provas na grama quanto no dirt. Os imbreeds e duplicações, tem que ser vistos, igualmente como parte do processo Apenas o ganhador do Arco, pode ser considerado um pedigree aberto. Suas origens alemães assim o ditam. Os demais, devem ter considerados como estruturas genéticas formadas por duplicações em chefes de raça e matriarcas.
Nove destes vencedores, possuem duplicações em matriarcas. Isto não lhes parece importante Quão difícil é duplicar matriarcas que não sejam Natalma e sua mãe Almahmoud? Imperatrice, Foggy Note, Fairy Bridge e Helen Street foram destaques. E creio que devam ser considerados como elementos importantes na estrutura genética.
Nas tribos em se tratando de linhas altas, Northern Dancer e Nasrullah demonstram estar num estágio superior as demais. Em se tratando da linhas altas das mães, Nasrullah e Native Dancer são as tribos com melhor desempenho.

