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segunda-feira, 21 de outubro de 2019

PONTO CEGO: UM CHAMPION MEETING COM SERIAS VERDADES

Não gostaria de fazer uma comparação entre a Breeders Cup e o Champions Meeting de Ascot, que praticamente selam a temporada daqueles que apresentaram uma melhor performance. 

O Champion Meeting, foi algo improvisado sobre duas carreiras que já faziam parte do calendário britânico de carreiras: a milha do Queen Elizabeth II Stakes e os 2,000m do Champion Stakes. A estas duas carreiras foram somadas três outras - para sprinters, éguas na meia distância e stayers - e montou-se aquilo que passou a ser considerado o fechamento da temporadas.

Sua proximidade com o Arco, 13 dias, inviabilizou a feitura de uma carreira em 2,400 metros, a distância considerada clássica em solo britânico. Mas não inviabilizou que Magicai tivesse corrido o Arco e tenha vindo a ganhar o Champion Stakes. Um feito que considero difícil de ser alcançado, mas pelo visto longe de poder ser considerado impossível.

Muitas vezes, penso que a Coolmore trata seus cavalos como maquinas e a Godolphin, os seus, como bibelôs. Estes dois potentados, representam o patamar mais alto de investimento, embora, em diversas oportunidades expressei aqui meu maior respeito pela Juddmonte Farms e H.H. Aga Khan.

Em cavalos de corrida existem a aparência e o conteúdo. Quando você seleciona um cavalo apenas pela aparência, - seu fisico - está sujeito a maior área de erro. Você quando o seleciona apenas por conteúdo - pedigree - também incorre na mesma margem de êrro. Logo, para minimizar esta área é necessário se levar em consideração a ambos. A Coolmore tende a usar a ultima opção. A Godolphin, a primeira. E quando se chega a hora do vamos ver os irlandêses, com dissemos anteriormente as vezes exageram pelo excesso. Os árabes pela falta. Enquanto isto a Juddmonte e H. H. Khan, são aqueles que equilibram mais as situações criticas.

Evidente que estes arroubos da Coolmore, são feitos com mais frequência, pois, teoricamente tem cavalos assim por dizer mais completos. Magicai não fez um Arco tenebroso. Foi quinta, porém, nunca demonstrando ser um fator preponderante na carreira. Correu para chegar. No Champion Stakes, com um campo de adversários mais à sua feição, exerceu a superioridade de que dela era esperada. 

Mas confesso que tenho ainda uma pontinha de duvida se bateria a Star Catcher, que para mim, é uma potranca do mesmo nivel, e que cresce na adversidade. É aquela história de vontade de vencer. A filha de Sea the Stars, parece demais com seu pai em sua ânsia de suplantar seus adversários. Magicai usa de sua tremenda habilidade, como todos parecem ter vindo de seu pai, Galileo. Espero que um dia possa dirimir esta dúvida.

Stradivarius perdeu para um Kew Gardens, que simplesmente correu a corrida de sua vida. Dettori fez tudo certo, chegou a parecer o vencedor a metros da chegada, mas a vontade de Kew Gardens me pareceu maior. Stradivarius, que vinha de dez vitórias consecutivas, me pareceu esgotado.

Nada nem ninguém me impressionou no Queen Elizabeth II Stakes. Era um campo sofrível e o resultado simplesmente não me convenceu. Segundo nos Guineos, King of Change, ainda não me parece ser um diferenciado. Trata.se até aqui um muito bom cavalo de corrida. Mas precisa se provar, em uma disputa de maior rigor.