Existem espetáculos que considero importantes. A passagem de ano no Rio de Janeiro é certamente um deles, e o Concerto de Paris, sempre levado a efeito no 14 de Julho, é outro. Ontem voltei a recorda-lo, pela televisão. Assisti na verdade a um, ao vivo em minha segunda passagem por Chantilly. Garanto que é um espetáculo difícil de ser equiparado. E olha que não sou chegado a concertos ao ar livre, daqueles que você senta na grama. Gosto mais de uma poltrona de teatro, mesmo que tenha que pagar pela mesma
Nas corridas de cavalos tive a felicidade de assistir a espetáculos que considero especiais. Mas nenhum me cativou mais que a Jockey Club Gold Cup de 1978.
Passei meu aniversário em Paris, e me programei para assistir o Arco, onde Alleged tentaria vencê-lo pela segunda vez, como o fez, e voltei via New York, para assistir Slew na Jockey Club Gold Cup. Que segundo a midia local da época talvez viesse a ser a sua última aparição em público.
Slew estava endiabrado. Forçou a partida e saiu furioso a brigar com o tríplice coroado Affirmed, a quem dava a peso, e de quebra com o faixa do mesmo. Vejam a corrida e imaginem do que é estar em Belmont e assisti-la.