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quarta-feira, 22 de julho de 2020

PAPO DE BOTEQUIM: APORTARAM DOIS, SOBREVIVERÃO QUANTOS?

Will Take Charge

Alguma repercução teve a nota que fiz sobre Champs Elysees, no tocante a ser um reprodutor de fêmeas. E mais ainda a honestidade de minha parte de dizer não saber o porque? Não sei mesmo e se soubesse explanaria, como no caso de Sulamani not Brasil. Vejam seus resultados. Doze individuais ganhadores de grupo, sendo apenas duas fêmeas. Mas quem examinou como eu as filhas de Sulamani, anos seguidos, há de convir que elas fisicamente pareciam umas subnutridas. Era a rede Biafra. Em sua grande maioria inaptas ao "atleticismo".  Vamos ver como sairão como reprodutoras. Tenho sérias suspeitas ser este detalhe físico, a verdadeira razão do insucesso de suas fêmeas na área clássica.

Logo, alguma razão há de ter no caso de Champs Elysees. Eu apenas não tive ainda o tempo suficiente de ir a fundo, e tentar descobrir. E já que falamos de reprodutores, quando um desembarca por aqui, imediatamente uma legião de leitores me crivam de perguntas como se eu fosse uma especie de critico daqueles que por aqui aportam. Eu os analiso, mas não creio que minha opinião seja de ser levada em consideração.

Eu acho que cada num está apto a ter as suas e como sempre assina-lo, cavalo também tem mãe. Que é um pequeno detalhe que as vezes foge a atenção de muitos. Logo, o trazido pode preencher um lacuna para um bando de reprodutoras filhas de A ou B.


Hofburg, (foto acima) tem uma grande vantagem: é inédito. Tem um irmão materno que está provando transmitir velocidade e precocidade. E há suspeitas que a classe que seus dois anos demonstraram, possa permanecer com o avançar da idade. Tem um pai muito melhor, e uma campanha que não pode sequer ser comparada. Logo, pode vir a ser uma cartada de suma importância, ademais que vai receber o melhor bando de éguas reunidas em um só haras.

Para o vizinho Uruguai, irá Will Take Charge, um cavalo de forte pedigree, maciço fisico, que foi um dos melhores de suas gerações e por tal recebeu apoio incondicional do mercado, embora estivesse num haras que não goza como a Lanes End, a Wim Star e a Claiborne Farm, do beneplácito de muitos. Estes três últimos haras são chamados de "fazedores de garanhões". Mas devido aos predicados acima descritos e filho que é da sensacional dentro e fora das pistas Take Charge Lady, ele foi bem recebido e ajudado. Eu diria que bem acima da média. Só, que infelizmente não correspondeu. Seu resultado é simplesmente nenhum. Quais as razões? Tenho as minhas mas privo-me ao direito de expressa-las.

Muitos acreditam que a mudança de hemisfério, podem trazer benefícios a quem enfrentou dificuldades no hemisfério norte. Ledo engano. Dificilmente esta mudança pode fazer as coisas mudarem de figura, como mudaram no caso de Spend a Buck, Sulamani e Executioner.  Quantos aqui aportaram para estes três luzirem? 100?Logo podem, mas é muito difícil. No caso dos dois primeiros citados, hoje está claro que descendentes de Buckpasser melhoram na América do Sul e de Nijinsky, no Brasil. E o próprio Drosselmeyer, que veio do mesmo haras de Will take Charge, ao contrário deste, não teve apoio algum, pois, o mercado nunca o levou a sério. Porque? Porque ganhou duas provas importantes, mas nos piores tempos estabelecidos pelas mesmas. Era um galopador. O que nos Estados Unidos é um palavrão. mas para o Brasil, nem tanto.

Abro um parênteses, que a partir de hoje serão sempre publicados na cor vermelha para que se dê a eles a importância devida. Drosselmeyer é o único cavalo na história do turfe norte-americano que ganhou a Breeders Cup Classic e não foi selecionado na lista tríplice, que determinaria o Champion 3yo, nem o horse of the year. Isto é um recorde mundial. E evidentemente que tinha uma razão, Fecha parentes. Não, ao contrário o manteremos aberto,  por mais uns segundos, pois, como explicar então Jolie Olimpica, sua filha? Pois é, seria aquela situação que sempre levanto aqui, o fato de cavalo ter também mãe? Agora posso fechar este parênteses.  e voltar a cor natural

Já tivemos no Brasil exemplos como o de Sinndar, Peintre Celebre e outros que vindos fracassados da Europa, mantiveram-se fracassados por aqui.  Mas com Jolie Olimpica, um legado de trampolino, salvou a situação. Averdade nua e crua e que mudança do hemisfério em nada ajuda ao fracassado que teve chances reprodutivas em seu pais de origem. No Uruguai, até ganhador do Kentucky Derby, Smarty Jones, não levantou voo, até o presente momento. Alguém perguntou por Invasor? Mas o tempo dirá, se a medida foi boa, ou ruim.

E como acredito que no Brasil possa se criar cavalos de nivel internacional, aquela falácia de descendo de padrão competitivo se modifica a performance de um reprodutor, cola muito pouco. Ou será que se vó Adelina, que foi beque central do time feminino da Leopoldina, se mudasse para a Bolivia, seria parte da seleção boliviana de futebol, só por ter ido para um centro futebolístico menos avançado?