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quarta-feira, 22 de julho de 2020

PONTO CEGO: ASSIM ATÉ DEUS VAI CANSAR


Qual Jovem? perguntou uma vez Nelson Rodrigues, incrédulo com a adulação feita pelos políticos de esquerda para com o menor de idade. Aquele que não sabe ainda votar e tende a se ligar aos movimentos progressistas. E continuou dando asas a seus devaneios: este misterioso "jovem"  vago, difuso, impessoal, sem cara, sem caráter, só me convence como um monstro.

Eu já dei mais valor ao jovem. Principalmente quando eu próprio era jovem. Avancei na idade e vi que os jovens das gerações seguintes se tornaram escravos do politicamente correto. E nós, mais velhos nos tornamos escravos de suas aberrações. Podem dirigir um carro, podem votar e igualmente matar sem terem que responder a responsabilidade de um ser mais velho. E de quebra eleger a Maria do Rosário.

Li uma pesquisa do Rodrigo Constantino onde a inimputabilidade do chamado jovem difere em muita da do jovem brasileiro. 

Australia e Austria - 7 anos
Nova Zelândia e Grã-Bretanha - 10 anos
Canadá, Holanda, Espanha e Israel - 12 anos
Finlândia, Noruega e Dinamarca - 15 anos

Algum dos países citados, não devem ser vistos como sociedades adiantadas? Para nós, um ser humano de 18 anos, é ainda "di menor"! São inocentes que cometem crimes hediondos, por serem vítimas indefesas da sociedade... Não importa que portem desde os 8 anos um metralhadora. Pela justiça brasileira, como James Bond, eles terão licença para matar. Por que deste introito?

Eu penso que o turfe brasileiro necessita de uma reforma de cima a baixo e acho que a participação de outras gerações seja por demais importante. Mas aos que me refiro, devem ter acima de 35 anos de idade.  Curaram-se ao deixar de serem jovens, constituir famílias e pagarem morgage de seus apartamentos.

Como disse já fui jovem. Eu cometi erros, não por coragem e sim por ignorância dada a falta da noção do perigo. Sim porque a diferença entre o corajoso e o ignorante, é a sua perfeita noção do perigo. Embora, ambos tendam a morrer cedo. Um por não vê-lo. outro por não respeita-lo.




Turfe é coisa séria. E mesmo no Brasil, onde ainda é visto por muitos como apenas um hobby, temos que respeitar suas nuances.
Não podemos criar falsas expectativas. Temos que lidar com a dura realidade. Mas em momento algum nos curvar-mos a ela. Devemos sim, fazer esta realidade melhorar sem que a altura do sarrafo tenha que ser baixada.

Precisamos reciclar nosso manancial de éguas. Devemos evitar que matrizes novas e dotadas de potencial atravessem nossas fronteiras. Deveríamos valorizar mais o reprodutor nacional, cultivando assim o desenvolvimento de linhas nacionais como fizeram japoneses e australianos, hoje sobejamente vistos como exportadores de reprodutores. E tudo isto, por incrível que parece, tem seu inicio no hipódromo.

Bons prêmios e emocionantes corridas, trazem apostadores e investidores ao seio da atividade. Retrair-se e manter o dinheiro no cofre, não nos levará a absolutamente a nada. Vide o insucesso do lockdawm na recente pandemia. A covardia matou mais gente no sio de seus lares, que a ousadia de se respirar ar puro. A alegria de viver tem que sobrepujar o medo de morrer.

Não deveríamos em nosso pálido e doentio turfe, nos dividir e sim agruparmo-nos. Duas cabeças normalmente pensam melhor do que apenas uma. Precisamos de sangue novo e empreendedor. De gente que tenha abandonado a juventude, tenha amadurecido e preferencialmente ainda não apodrecido. Temos que incentivar sindicatos de proprietários. Grupos de criadores. Constituir sólidos patrocinadores. Atrair a mídia de massa e administrar em conjunto as benesses que estas atitudes certamente nos trarão.

Não posso supor que com o time de criadores e proprietários que temos, nada possa ser feito neste sentido. Não me passa pela cabeça que seja para nós impossível montarmos lobbies para lutar por nossos direitos junto a Brasilia. Nosso ministro da economia, parece ser um homem aberto a novas idéias e nosso atual presidente, um que tem coragem de esmiuça-las. O que falta chegar a eles? O futebol está a uma distância cada vez menor de se livrar da ação escravatura de um canal de televisão. Porque o turfe não pode ter seu brado de independência?

O que nos impede de voltarmos a ser assim?




Para os jovens, alerto. Isto não é um truque fotográfico. O turfe já foi assim e eu presenciei em mais de uma oportunidade. Outrossim, alerto igualmente aos de menor idade quese continuarmos na cadência lenta e sem rumo, do cada um por si, e Deus por todos,  em que atualmente vivemos, Deus certamente vai cansar.