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sábado, 8 de agosto de 2020

PAPO DE BOTEQUIM: HOJE TEM JOLIE OLIMPICA


Sou Flamengo, todos sabem, e quem não sabe, que fique sabendo. Pois não vejo outro futebol no Brasil que possa ser assistido, e que lhe traga algum prazer, do que o produzido pelo Flamengo. Assistir Curintia e Parmera, é como dançar com a irmã. Você dança, mas não sente absolutamente nada. O único outro clássico que faz você sentir que pelo menos alguém está com vontade de vencer é o Grenal. Seja ele o 426 ou o 425. Fora isto, aturar o futebol brasileiro está realmente duro.


A hegemonia que o Flamengo impetrou ano passado me certamente alegra, mas ao mesmo tempo me preocupa. Lembro de alguém entrevistando o Ferrer e por educação assinalou a rivalidade dele com o Roger Federer ao que ele prontamente corrigiu, pois a seu ver não havia rivalidade, já que nunca conseguira bater a seu adversário. Este sentimento não pode acontecer no futebol, pois, decretará a queda da emoção do espetáculo.

Acredito que quem assistiu a Curíntia e Parmera deve ter entendido porque o Flamengo foi ao mundo trazer um treinador. Primeiro a Portugal, agora na Espanha. Queria um treinador que desse valor a vitória, e não as teses dos treinadores brasileiros que hoje é não perder. Isto não decreta a queda da emoção?

Será que os jogadores deste Derby que chegaram a compactuar contra a volta do futebol,  semanas antes, se uniram em não apresenta-lo?



É isto que também não pode acontecer com o turfe. A queda da emoção. O distanciamento de tudo. Só que quando pinta um Frankel, um Ribot ou uma Black Caviar, suas invencibilidades e consequentemente as respectivas supremacias absolutas, criam outras emoções no mercado.

Sei que quando você joga existe uma adrenalina no ar. Não a sinto, porque simplesmente não jogo. Mas acho-a válida, pois é esta sensação que faz as pessoas jogarem, aumentam o movimento de apostas e auxiliam a roda a girar. Eu me motivo pelo menos com os craques. Enable, é a cereja do bolo no exato momento. Jolie Olimpica, que corre hoje, uma cerejinha com viez nacional. Com uma vantagem. Ela hoje corre em seus domínios. Não parece ser uma égua que tire outros hipódromos de letra.

TEMOS QUE TORCER POR ELA.



Ela gera em nós, que amamos o turfe, uma espécie de orgulho. Muita satisfação. E acima de tudo, um senso de orgulho, embora nada tenha sido feito por mim, para que ela existisse, a não ser o fato de ter comprado a sua vó. Que corria muito, segundo o João Maciel, mas teve vida útil, bastante curta. Londrina veio do mesmo lugar, Keeneland e é a avó de Halston.

Deixarmos de importar por causa desta famigerada taxa de importação, é o inicio do fim para nossa criação. Vejam se seria exagero de minha parte, mas os dois últimos exportados que alegrias internacionais nos tem trazido são ela e Halston. Ambos com avós importadas quando ainda potrancas. Uma 9-f e outra 13-c. Linhas consagradas no resto do mundo. 

Como poderemos manter este nível de criação, se formos obrigados a nos manter sem importações de relevo, como estas que acabo de apontar? Se não há grana para se trazer grandes reprodutores, temos que pelo menos manter o nível de nossas linhas baixas. Ou estarei dizendo uma asneira?