Boa tarde Renato, Só um comentário de seu post LEGISLADOR CULTO OU CULTO LEGISLADOR" é exatamnete o que venho dizendo a todos que tenho oportunidade de falar sobre isso, como alguém já falou não se o Dr. Quintela ou outro que na máximo dos 5000 sócios segundo eu soube são ativos no turfe. Melhorando sua idéia , seria mudando os estatutos para se eleger um conselho de administração , concomitantante se faria um "Split"separação para dois tipos de sócios proprietários.
Proprietários , da sede e os do turfe, os da sede com um orçamento separado com as mensalidades dos sócios e diretoria nomeadas pelo conselho eleito e a do turfe no mesmo sistema. Os titulos são iguais mas a gerencia seria totalmente separada. Como fazer juridicamente não sei e não quero saber, mas se continuarmos como agora, seja Gávea ou Cidade Jardim, não sobreviveremos.
Abçs e saúde.
Cláudio Pragana
Bom dia Claudio,
Coaduno com seu ponto de vista, porque até o presente momento, nunca vi piscina em Longchamp, nem quadras de tenis em Belmont Park. E creia, são hipódromos que deram certo. Hipódromos são casinos, que em vez de roletas de mesas de Bacarat, possuem cavalos de corridas e programas montados para se apostar.
Dentro desta forma que você apresentou, aquele que quisesse as duas coisas, teria a obrigação de pagar duas mensalidades e eleger duas diretorias distintas para gerir, uma o hipódromo e a outra o clube recreativo.
Quanto a resolver a questão jurídica, eu tenho a solução, Levar os estatutos para o STF e com um pequeno agrado, creio que um dos juízes acaba mudando-o de forma conveniente e mandando prender quem se opor, e para tal, enquadrando-o na lei das Fakes News.
Cordiais saudações.
Renato Gameiro