Sejamos honestos. Qual a validade de uma chamada, em redes fechadas apenas de conhecimento de um publico já cativo? Lembrar a aqueles que compõem a atividade a existência de um festival, que já foi muito mais importante do que é agora? Que é melhor do que nada, não tenho a menor dúvida. A minha pergunta passa a ser, o que isto concorrerá para a melhoria da situação de nosso turfe?
Um nada menor, talvez seja a resposta precisa a ser dada.
Não vi uma chamada sequer positiva em nenhum meio de comunicação de massa, no Brasil, nem nos veículos de informação da atividade, a níveis internacionais. Sei que uma chamada como esta no Thoroughbred Daily News, ou na Blood Horse, custa dinheiro e não terá efeito positivo a curto prazo. Outrossim, nada na vida me parece simples de se anunciar se não houver uma primeira iniciativa. Se dermos o primeiro passo pode ser que daremos inicio de marcar uma posição e quem sabe com o transcurso do tempo, e na sequência de outras mensagens, não cative alguém?
O turfe necessita de gente nova e dos antigos que venham de outros mercados. E eles não podem ser atingidos por osmose. Eles tem que ser relembrados de que existimos. Podemos não ser importantes, mas o simples fato de existir, pode trazer algum benefício futuro. O Pellegrini é para mim um exemplo de algo que ainda ainda mantém o interesse do continente e é reconhecido no hemisfério norte. Porque os Grande prêmios Brasil e São Paulo, não poderiam usufruir do mesmo interesse?
O que não podemos ficar, é atolados eternamente na "mesmísse". Algo tem que ser feito e o menor que possa ser exigido, é a manutenção do lema estamos vivos, quando do tiver tempo venha nos visitar.
O Ninho do Albatroz não atende a quem quer que seja, que já não pertença ao mercado. Logo, seu âmbito é meramente limitado a gente que tem interesse na atividade. Não é publicado em veículos que atinjam as massas, mas nunca foi meu intuito fazê-lo, pois aqui apenas entre nós, é um assunto restrito a apenas a aqueles já mordidos pela m mosca azul. Outrossim, nossos hipódromos, deviam atentar para o fato que podem atingir a uma outra massa. Já ciente da atividade, mas não de nossa participação na mesma. Se a Australia, o Japão, a Suécia, a Turquia e outros centros, fora do eixo principal o fazem, porque não copiarmos?


