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quinta-feira, 5 de novembro de 2020

PAPO DE BOTEQUIM>UM PERFIL DA EUROPA

Se o mundo tiver a capacidade de sobreviver a mais um século, - o que duvido, mas que felizmente não estarei vivo para constatar - certamente estudará nos anais da história, que 2020 foi um ano atípico. Um ano em que uma superpotência tentou assumir o comando do mundo, criando e disseminando um virus, e eliminando a todo aquele que quisesse tonar o fato publico. Que toda a mídia veio a ser corrompida. Um ano, em que o pais mais democrata do sistema solar, foi fraudada por um eleição preparada por aqueles que acreditam nos filmes de ficção cientifica, exatamente aqueles onde aparece uma força única universal, capaz de dominar o planeta, Pensam que esta ideia  pode abandonar as telas e vir se alinhar à vida real.

Outrossim, o turfe, que mesmo sofrendo as agruras das situações vividas, teve um desempenho se não normal, diria que possivelmente perto disto. O que prova que em certas regiões é uma atividade com raízes difíceis de serem arrancadas.

A Europa, adota como uma de suas aferições, o número de individuais ganhadores de provas consideradas black-types. Aquelas que nos catálogos normais, aparecem em negrito ao lado daquele que a venceu ou pelo menos se colocou. E acredito que possa se dar a este luxo, já que uma listed race, tem um padrão médio, superior ao de outros centros. Eu, prefiro apenas usar as provas chamadas de grupo, mas no frigir dos olhos, os resultados passam a ser semelhantes.

Analisem o desemprenho dos melhores reprodutores e avôs maternos nesta gestão.




Uma medida que me agrada sobremaneira, é adotar, como os europeus estão fazendo atualmente, nestas estatísticas, como parâmetro, provas que vão apenas dos 1,000 aos 2,400 metros. Porque digo isto? Tendo em vista que as corridas são os balizadores de uma futura utilização reprodutiva, no continente europeu ninguém mais se utiliza mais do puro stayer, aquele incapaz de demonstrar toda a sua capacidade locomotora abaixo dos 2,500 metros. Exemplo? Stradivarius. Este indivíduos, por melhor que venham a ser, são hoje direcionados ao breeding-shed dos criadores de cavalos de steeplechase-chase. Nada desairoso, mas nitidamente outro ball game.


Temos que de alguma forma, acreditar na dominância de certas tribos. Não todas, mas em um bom número delas. Northern Dancer, Mr. Prospector, Nasrullah e Royal Charger, são hoje as que predominam no cenário mundial. Em proporções distintas. Precisamos usar do artificio de imbreeds nas mesmas, pois esta me parece a forma mais promissora de fortalecer a corrente de transmissão.

Somos igualmente obrigados a acreditar que existem segmentos mais fadados a transmitir velocidade pura e outros stamina clássica. E são exatamente as estatísticas, com universos competentes, um dos elementos capazes de ilustrar a questão.

Tendo conceitos estes como base, nos convenceremos que o turfe permanece vivo mesmo nos momentos de maior crise, pelas sementes que antigos criadores plantaram em solo fértil. Sementes estas que se transformaram em raizes capazes de sustentar troncos sólidos, repletos de galhos e estes de ramagens.  Este é o conceito da família, o mesmo que fez o mundo existir até os dias de hoje.

Um coisa a se notar. Vocês já perceberam que nos regimes, chamados socialistas o turfe não prospera? Será a falta de um conceito familiar?