Muito foi falado e lido sobre o que aconteceu no segundo semestre de 2022. E terminou com a Argentina ganhando a Copa. Mas tudo não passou de um jogo. Sim um jogo e alguém deixou isto claro num texto pequeno, mas tremendamente objetivo.
Um jogo de xadrez.
Onde morreu um rei (Pelé), uma rainha (Elizabeth), um bispo (Bento XVI) e nós peões continuaremos sofrendo com os cavalos que se movimentam em "L".
Mas em compensação tivemos em 2022 algo chamado Flightline, que nos brindou com atuações avassaladoras. Como não vi nem Ribot, quanto Sea-Bird correrem, depois de Secretariat e Frankel, foi o elemento que mais me arrepiou assistir. Mais do que Dancing Brave, Seattle Slew, Enable, Ruffian e Zenyatra.
Que 2023 tragam a vocês turfistas outros Flightlines da vida.