Semana passada comentei de três passagens de Pelé, na Copa que assisti de 1970, no México, que não foram transformadas em gol, mas que a memória futebolística as tem como preciosidades. A defesa de sua cabeçada por Banks, o drible em Mazurkievski sem tocar na bola e a tentativa antes do meio de campo contra a Tchecoeslovaquia.
Pois bem, e o que dizer de Pelé forçar um cessar fogo de 12 horas, para que um país mergulhado em uma guerra civil, o visse jogar? E no jogo que foi expulso e a torcida presente, o fez voltar a campo e expulsou o juiz?
Tariam Messi e Maradona esta capacidade?
Como em cavalos de corrida, existem patamares. Pelé pertence a um, onde é o único habitante, e existem outros habitados por Messi, Maradona, Zico, Beckenbauer, Zidane, Ronaldo, Garrincha, Croiff, Platini e tantos outros.

