Acabamos de chegar. Lar doce lar. Mas saudades muitas do Rio de Janeiro, da generosa acolhida do Edson Alexandre, de meu companheiro de madrugadas na varanda, o Olavo e de todos os amigos que revi. E no caso dos últimos, não é uma questão apenas de saudades. Talvez seja a necessidade de viver com eles, tudo outra vez.
Mas é época de Royal Ascot. Cheguei e fui logo para a televisão. A minutos de ser disputado o quilômetro para potrancas, mais charmoso do universo: O Queen Mary Stakes (G2). Porque ainda não foi elevado a categoria máxima? Não sei.
Afinal nestes últimos sete anos tivemos as vitórias de duas soberbas corredoras, Campanella e Lady Aurelia. Pois é, mas desde 1973, quando foi elevado a categoria de grupo II, anseio por este upgrade.
Como sempre um campo enorme e um final eletrizante. E para mim uma mágica levada a efeito por John Velasquez e mais uma vitória, norte-americana.

