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sexta-feira, 30 de junho de 2023

PAPO DE BOTEQUIM: O CERNE DA QUESTÃO


E do conhecimento dos analistas de trânsito que a grande maioria dos acidentes, se dão em áreas de maior conhecimento do infrator, como cerca de sua casa e trabalho, pois, são nelas que existe uma tendência natural de relaxamento e menor atenção.

O mesmo acontece quando na feitura de cartas de monta, onde o conhecimento de certos nicks e afinidades, o cegam momentaneamente, e o fazem cometer erros grosseiros de inabilidades físicas. De há muito, afirmei aqui, que fisico não ganha corrida, mas ajuda muito a fazê-lo. Para mim é a genética a mola propulsora da habilidade e principalmente na vontade de vencer. Vou tentar me explicar melhor.

Você tem em mãos uma descendente de Danehill, e imediatamente lhe vem a mente aquele aquele Galileo que você tem maior acesso. O mesmo acontecia anos atroa, quando você ê escolhia pata uma Shirley Heights, um Sadler´s Wells e mais tempo ainda, uma Princequillo para um Nasrullah. E porque? Por que a densidade de resultados positivos, de seu com hecimento nestes tipos de cruzamento, o induziam a uma natural escolha. Escolha estas que na grande maioria das vezes, incidia em erros de ajustes fisicos.

Outro ponto que sempre reforcei em minhas análises, é que cavalos de corrida não são produtos de uma média aritmética, isto é, normalmente não funciona num cruzamento, uma reprodutora de pernas bastante curtas, cobertas por um reprodutor de pernas excessivamente longas, a garantia de um produto, com pernas de uma altura condizente com seu físico.  O mais acessível sucesso se dará em você escolher para esta égua, um reprodutor reconhecido por sua capacidade de produzir pernas de altura perfeita. É neste ponto, que passa a ser importante, aquilo que denomino de dominâncias.

Dominâncias podem ser de cunho genético ou fisico, ou ainda melhor, de ambos os casos, e são estas dominâncias que acredito serem fundamentais para a manutenção de certas tribos. Logo, devem ser perseguidas.

Outro erro fundamental, já na escala de seleção, é imaginar a possível característica locomotora de um elemento, por seus dotes apenas físicos. Dou como exemplo os grandes velocistas humanos, que antigamente estavam associados, a atletas compactos, tremendamente musculares. Ai veio Carl Lewis, com seu fisico normal e Uzain Bolt, do tipo maratonista. O mesmo acontece com cavalos de corrida, pois, em minha opinião sem que se dar mais crédito a uma Dark Angel, ou a Tiger Heart, mesmo não possuindo aquele protótipo existente em sua cabeça, do que seria um lógico velocista, e opte-se por um Galileo ou um Clackson, que tenham estas características físicas.

Alguém deve estar se perguntando, porque escolhi este assunto para tema de uma discussão. E a eles respondo, por ser fundamental, pois,  como sempre digo por aqui, no momento em que o útero da futura mãe é fecundado pelo semem, daquele que será o seu pai, a sorte do produto um dia a nascer, estará definitivamente selada. Assim sendo, o cruzamento sempre foi e sempre será a peça fundamental, na vida de um indivíduo, que é composto de uma reserva genética, dentro de um tipo fisico.

Fica aqui um dos mistérios a serem desvendados. Northern Dancer, Galileo e mesmo Agnes Gold, certamente não poderiam ser considerados atletas de físicos perfeitos, e tanto na pista, como no breeding-shed demonstraram qualidades impares. O mesmo se aplica no sentido contrário, a Secretariat, a antítese do atleta fisicamente perfeito, seu sucesso em pista, mas sua falha no brededing-shed, que volta a ter suma importância, com o passar dos anos, por intermédios de seus imbreeds, de quarta e quinta gerações. Não tente explicar, pois, asseguro que irá se complicar.

Quantos são aqueles que preservam a devida atenção a estes detalhes? Acredito que não muitos, é há ainda aquela tendência natural ao relaxamento, nas cercanias das áreas de seu maior conhecimento, com a adição de técnicas copiadas do vizinho. Nem toda Danehill é a dose perfeita para um Galileo, como nem toda Princequillo o foi, um dia, para Nasrullah,

Ou mal ou bem, o cavalo brasileiro mesmo dotado a âmbito mundial, de um genética de terceiro mundo, compete com sucesso, nos mais altos pontos de disputa do hemisfério norte. Há uma razão? Sim, o cruzamento e a forma como eles são criados. Esta é a resposta para aqueles que no Brasil, me arguíram, sobre qual seria o ponto principal de indução a estes resultados positivos. O verdadeiro cerne da questão.