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sexta-feira, 30 de junho de 2023

PAPO DE BOTEQUIM: A POSSIBILIDADE DE UMA OPERAÇÃO INTELIGENTE

Pelo amor de Nosso Senhor Jesus Cristo, não haveriam assuntos mais importantes a se discutir? Não consigo conceber, que num turfe que tem informações de outros centros mais desenvolvidos, continuarmos a discutir as mesmas coisas, e usar do mesmo bairrismos pútrido, para defender teses.

Para mim, temos um atividade, que infelizmente cria por ano menos de 2,000 cavalos, mas que para a nossa felicidade, consegue na mais importante vitrine do turfe mundial se sair bem. Este fim de semana Novo Sol, que anda muito perto de ganhar a sua prova de grupo, no continente norte-americano, é a bola da vez. E no Brasil, ainda a gente que perde tempo em discutir picuinhas, deste ser melhor que aquele, ou de determinado hipódromo estar momentaneamente mais equipado que outro.

Desculpem a minha indignação, mas vejo cavalos como cavalos, são atletas sujeitos a vitórias e derrotas, venham eles de onde venham, e sejam corridos aonde forem. Não os desprezo por seus fracassos, e muito menos os elogio por serem de propriedade ou criação de A, B ou C. Acredito que a pista, seja o balizador da classe e o futuro a Deus pertence. Simples assim.

Mas com bairrismos, racismos e o disse me disse que rondam nossos hipódromos, as chances de termos uma operação inteligente no turfe brasileiro, se torna ínfima.

Estive recentemente no Rio de Janeiro, mas na viagem anterior, estive também no Paraná e em Bagé. Evidente que nestes dos últimos centros, minha vida restringiu-se a visita aos haras e neles sinto por parte dos profissionais, um equilíbrio maior. Todos pensam no turfe como algo único, indivisível, como deve ser. Sem bairrismos ou racismos. Todos se ajudam e tem por principio criar um bom cavalo de corrida.

Não vejo acontecer, com a frequência que deveria acontecer, nos hipódromos, levado-se em consideração esta forma unida de agir, pelo bem comum. E falo não apenas de profissionais e investidores, acontece também até entre dirigentes. O que ganhamos com isto? A meu ver coisíssima alguma!

Em se tratando de nossa criação, estamos num período que deveríamos trazer ganhadores de graduação máxima, filhos eu disse FILHOS, de chefes de raça consagrados, que por uma razão plausível tenham caído no lugar como do fashionable. Trazer aquele ganhador de grupo 3, neto ou primo do chefe de raça, não funciona. Já foi o tempo. Caso não seja possível, passemos a utilizar o grande cavalo nacional, a exemplo agora do Cifra com Didimo, do Eraldo com o Garbo Talks,  a nova investida do Doce Vale, com seu Piper´s Paradise, e outros de igual padrão como George Washington, Olympic Jhonsnow e English Major, para se citar apenas alguns . Clackson, Redattore e Romario, já provaram, a meu ver, a possibilidade desta operação. 

Estamos no inicio de uma nova temporada de monta. Para aqueles que desacreditam ser possível se trazer a preços módicos um ganhador de grupo 1, filho de um verdadeiro chefe de raça, como Tapit, Dubawi, Frankel ou Galileo, aviso, que no memoneto, alguns, podem preencher este diapasão. O negócio passa ser pesquisar.