QUAL A DIFERENÇA
PARA UM CARA QUE FATURA BEM,
ENTRE A COBRANÇA DO IMPOSTO DE RENDA
E UMA TRAULITADA BEM NO MEIO DA TESTA?
EU DIRIA QUE NENHUMA.
Mas sem impostos, um pais não tem como prover seus habitantes das necessidades mínimas de sobrevivências. E a esquerda ataca quem fatura, quem produz, quem cria empregos e mantém a sobrevivência de várias famílias. E pior, estou vendo isto acontecer no turfe, por parte de muitos, que agridem a aqueles que mais investem, pela simples inveja de não poder fazer o mesmo.
Aconselho a estes a estudar mais, observar com melhor atenção a certos detalhes, ou mesmo usar os serviços de outrem com com comprovada capacidade de fazê-lo. Ao invés de xingar, vaiar ou reclamar. O turfe é ainda uma atividade, que o pequeno pode ganhar do grande.
Creio que muita gente no turfe brasileiro aceita o fato de viver em um universo paralelo. Todos erram. Só que os norte-samericanos e os ingleses, quando o fazem, não tem condições de repetirem uma segunda vez, pois, vão em cana e pagam por seus crimes já de cara. No nosso varonil, damos a quem errou feio, uma segunda, uma terceira, com certeza uma quarta e quiçá uma quinta vez. E nada vai afetar a vida daquele que errou. Azar sim, das cinco famílias, de quem ele violentou.
Mas este elemento vota e vota justamente no governo que permite esta anomalia. E dependendo da força deste elemento, outras centenas de pessoas de seu convívio, são obrigadas a votar naquilo que ele decide, que estes devem votar. No turfe, somos levados a ver erros serem cometidos, repetidos e nada verdadeiramente acontece, para coibi-los a frente. Não estou me referindo a este ou aquele setor. Estou falando sobre o geral.
Pergunto sem medo de tornar-me um chato: até onde vai o descaramento humano? Você querer um turfe moderno, pujante e atuante, sem a presença do grande investidor, é pura utopia. Turfe não é nem de longe um sistema socialista. Ele é parte do capitalismo. Não tem, não investe. Simples assim. Mas também não vaia, quem tem e investe.
Recebi de um leitor o seguinte depoimento.
Foi muito feliz na escolha de palavras para comentar o episodio de sabado. Aliás pessimo para o turfe. Vou te explicar a causa! Existe na Gávea uma concentração de jogo paralelo muito grande! Predomina hoje um volume de jogo altissimo no mano a mano! O popular o meu na frente do teu. Esse grupo além de não contribuir com o movimento de apostas, ou talvez num volume insignificante, foi que deu origem as vaias, incitando o público. Efeito manada!
Alertei via Whatsapp de imediato... Esse grupo estava localizado nas corridas, em frente ao telão menor, instalado entre o bar do gramado e a social! Elementos faceis de serem identificados e consequentemente banidos de frequentar o jóquei...
Entenderam o âmago da questão?
Não tenho duvidas que este leitor, que não quiz que eu o identificasse nesta nota, deve estar afirmando o que viu e o que entendeu. Logo, a coisa, que me pareceu premeditada e orquestrada desde o seu inicio, e deixei claro em meu texto anterior a este, não está , de maneira alguma, fora de cogitação.
É realmente uma pena até onde vai o descaramento de certas pessoas. Volto a repetir e o farei quantas vezes for necessária, Mandrake e Oriana, estão separados por diferença mínima. São cavalos que atingiram o mesmo patamar. E seus proprietários, o H & R e o Rio Igfrassu - ambos patrocinadores deste blog - são gente descente e não merecem, no caso do primeiro, a vaia levada a efeito.
Ouvi de outras fontes que convidaram os responsáveis do Rio Iguassu para constatar todas as imagens. Inclusive aqueles que o publico geral, não tem acesso. Não sei a que conclusões chegaram. Outrossim, acredito - até que possam me provar ai contrário - que não houve dolo.
Todavia a manada vaiou, sem ter acesso a estas imagens, destituindo um dos momentos mais lindos de toda a festa, o duelo de titãs entre Oriana e Mandrake. Eu prefiro ficar com o comentário do Marcel Bacelo: ...teriamos um turfe bem melhor se houvessem mais dez Aluízios...