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segunda-feira, 3 de julho de 2023

PAPO DE BOTEQUIM: O IRISH DERBY E SEU SCRIPT ORIGINAL


Meus queridos navegantes, a verdade que não pode ser esquecida, é aquele velho ditado; quem bate esquece, que apanha, não! Lei da sobrevivência humana.
 

Funciona nas redes sociais, na politica, na religião e o turfe não poderia ser visto como exceção. Logo, é aceitar e aproveitar.

A Coolmore bate tanto, mas tanto, que em se tratando de Irish Derby - nada mais poderia se esperar do que a manutenção desta hegemonia, que cada dia que passa, se torna mais irritante. Evidentemente que para seus adversários. É claro,

Quero abrir um imenso parênteses. Desculpem a irreverência, mas o domínio deste grupo é tão grande, que manipulações são vistas como possíveis, até em grandes eventos. Mas vamos por partes. Não se pode colocar em um mesmo diapasão, o que acontece, por exemplo num Derby, em um pais como o Brasil, em comparação com o que acontece, num English Derby, num Irish Derby e certamente num Kentucky Derby. E olha que estamos deixando de lado, o Tokyo Yushun e o Prix du Jockey Club. Se no futebol, onde somos o único pais a ter ganho cinco Copas, é assim, porque no turfe - onde nada somos - seria distinto? Ou será que depois do que o Jorge Jesus, aprontou no Flamengo, pintou alguma proposta do Real Madrid, ou mesmo do PSG? Com sorte pitaram convites de Portugal e da Grécia. Senhores, já foi o tempo que o clube espanhol e o Chelsea, embarcaram nas canoas furadas de Lexemburgo e Felipão. Aprenderam a lição.

Tenho maior respeito pela criação brasileira e semanalmente deixo isto claro em meus artigos. Logo, deixemos de lado a hipocrisia, e atentemos para uma verdade: manter a hegemonia numa carreira como o Irish Derby, é um feito INOMINÁVEL ! E assim fecho este parentes para tratar do que realmente interessa. A prova em si.

QUEM GANHOU?????

Evidente que o grupo Coolmore, Aidan O´Brien e Ryan Moore. Vocês por acaso imaginavam um outro cenário, com um campo reduzido tanto em quantidade como em qualidade e cercado de elementos deste grupo por todos os lados? Eu, não!

Não foi um Sunday in the Park with George, como eles esperavam. Longe disto. Pois, mesmo tomando todos cuidados, com alguém junto a cerca a sua frente, um a seu lado esquerdo por fora e um terceiro e um quarto, a guardar o seu traseiro, August Rodin, não ganhou com a segurança que deveria ganhar. Tanto que fugindo ao provável script original, Ryan Moore, não esperou por aquela abertura que sempre um faixa seu lhe abre, para que ele assuma a ponta junto aos paus, pelo menor caminho possível. Ryan o tirou para fora e diria que custou um pouco a consolidador sua supremacia, fazendo, aparentemente, bem mais esforço que Hefferman que trazia Adelaide River "encaixadinho" nas mãos. E ai a pergunta que nunca quer se calar: valeria a pena ter um ganhador de dois Derbies, ou dois ganhadores dos dois Debies? Acho que a resposta dada, foi mais do que óbvia.

Se os números da Coolmore e de Aidan O´Brien apontam para onde o sol deva se dirigir no Irish Derby, porque privar a história dos dois Derbies mais badalados do planeta, ter seu dual derby winner, o 19º , mais um herói?

Olhem a lista: Orby, Santa Claus, Nijinsky, Grundy, The Minstrel, Shirley Heights, Shegar, Shahrastasni, Kayiasi, Generous, Commander in Chief, Galileo, High Chaparral, Camelot, Australia, Sinndar e Harzand . Não dá gosto ter um pupilo seu nela?

O´Brien havia vencido, como retratei anteriormente, nada menos que14 Irish Derbies. Logo, sempre haverá uma grande chance que dos quatro ou cinco que inscreve anualmente, um seja o favorito. Mas recentemente seus Derby winners de 2013 para cá, feitos favoritos da versão irlandesa, Ruler of the World,  Wings of Eagle e Anthony Van Dick, simplesmente fracassaram. Assim sendo, algo me dizia que ele queria muito ganhar as duas provas com o mesmo cavalo. Custasse o sac orifício que fosse.

Outrossim, acredito que a decisão final venha de acima...

Se Adelaide River fosse pelo menos um Galileo, poderia se pensar em outra alternativa. Mas tratava-se de um filho de Australia, este sim um Galileo. E havia também a questão do corajoso e ousado projeto Deep Impact x Galileo, que tantas satisfações vem dando ao grupo. Difícil decisão.

Na dúvida, Ryan Moore, decidiu tirar seu pupilo dos paus, antes da hora, e demonstrar a seu faixa, que poderia ganhar, mas que não seria tão fácil, como todos deviam ter imaginado. E assim acredito que o script original tenha sido mantido. Vejam novamente a carreira que se segue a este, e tirem as suas próprias conclusões.

Lei da conspiração? Não costuma ser meu feitio, mas juro a vocês que fiquei coma pulga atrás da orelha.