O pleonasmo é um vicio de linguagem quando duas palavras são usadas numa mesma frase, que possuem o mesmo sentido. Como por exemplo, dar de graça. O simples uso do verbo dar, já enuncia que nada foi cobrado em troca. Ou comentar, mesmo que poeticamente, sobre a doce água do rio. Haveria um rio de água salgada?
O turfe brasileiro está cheio de pleonasmos equinos, principalmente no tocante a cruzamentos entre o ruim com a matunga, na certeza de se alcançar alguém ainda pior. Pois bem, deixando de lado brincadeiras, vejo situações que realmente me lembram pleonasmos, na repetição de defeitos de caracter, temperamento e ausência qualitativa.
O que fazer? Certamente tentar o cricket.
Sinto muitos criadores, independente do tempo em que figuram no mercado, completamente fora da realidade. Agem como Mineons. Entram para sindicatos, sem conhecer quem realmente estão adquirindo e o pior, mandam suas éguas para cavalos cuja classificação no mercado internacional, é simplesmente nenhuma. Muitos dos quais, incapazes de produzir sequer ganhadores em centros mais bem dotados. O que esperam? O milagre da multiplicação dos pães?
Uma mudança de hemisfério não transforma água em vinho. Pode acontecer uma vez como no casos de Drosselmeyer e Spend a Buck, mas já expliquei trocentas vezes, a adequação positiva que os descendentes de Distorted Humors e Buckpasser sofrem na mudança de hemisfério. eles fazem parte daquela exceção que toda regra carrega consigo. Porém, quantos são necessários ser importados, para que dois deem certo? Cinquenta, cem ?
Porque ao invés de incorrer nestas anomalias pleonásticas, cuja a redundância é enervante. Porque não usar um Pimper´s Paradsise, um Olympic Jhonsnow, um George Washington, um Garbo Talks? Ou outro de real qualidade como eles? Para que inventar com cavalos que poucos vinténs valem, e que nem dados são aceitos em mercados dotados de juízo na cachola?
