Evidente que ninguém é obrigado a patrocinar o que quer que seja, mesmo este blog, que acho importante de se manter vivo. O turfe brasileiro é deficitário e ninguém será capaz de provar - nem mesmo eu - que o auxilio a este ou aquele órgão de divulgação, irá fomentar a melhoria que precisamos.
E sabem porque? Eu diria que vários motivos. Motivos como não acha ser importante. Não quer gastar dinheiro com isto. Não desta aparecer. Ou simplesmente por sequer lê-lo. E não poucos aqueles que nem se dão ao luxo a responder, quando os convido. Faz parte do jogo e respeito a decisão de cada um.
E assim, você vai remando o seu banquinho, até onde der e se houver uma catarata à sua frente, azar, foi você que escolheu e se aventurou naquela direção. Eu poderia, segundo meu pai, ser um médico...
Mas a liberdade que sempre desejei de escrever sem ser censurado por onde passei, obtive, contudo não limitou a minha a eterna vontade de ter meu espaço próprio. Espaço este, que me tomo ao direito de abrir a outros que se sintam vontade de opinar e explanar as suas teses. Mas que isto possa verificar-se, você tem que primeiro ter o que dizer, segundo como fazê-lo e terceiro manter a coragem não só de de expor-se bem como enfrentar os críticos, que sempre pintarão na parada.
Da mesma forma que destruir é muito mais simples do que construir, criticar o é em relação a defender uma tese.
Mas deixe-mos de lado os "entretantos" e embrenhemos-nos pelos "finalmentes".