A falta de atenção, inevitavelmente nos pega com as calças nas mãos. Outro dia, um navegante menos atento, expressou sua surpresa, de ver Tamara, aquela que parece ser a líder desta geração feminina, ganhar, - da forma que ganhou - e ser filha de Bolt d´Oro, um reprodutor ainda não convenientemente testado na excepcional Beholder.
O que não deixa de ser, uma preocupação mais do que justa, quando ele pergunta: "não seria mais seguro cobrir uma égua deste padrão com algo já consagrado como Gun Runner, Tapit, Into Michiref, Curlin, ou outro deste estagio"?
Claro que sim, eliminando-se da lista, Into Mischief, que é um irmão materno seu, e que ocasionaria um incesto de proporções imprevisíveis, creio que qualquer outro consagrado, tenderá a ser sempre, uma solução mais segura, do que um a ser ainda experimentado.
Outrossim, lembrei-me imediatamente da teoria, exposta anos atrás, por um outro leitor que defendia na época, que éguas extraordinárias em pista, como no caso presente Beholder, deveriam ser cruzadas com reprodutores, que não propiciassem no pedigree do produto, imbreeds, pois, para este leitor, estes imbreeds, poderiam interferir, naquilo que era ansiado o produto ter: a classe de sua mãe.
Pensem bem, faz senso.
Se você acredita que com imbreeds potenciará o pedigree do produto em questão, automaticamente assume que ele está tentado erigir algo mais convincente do que a própria mãe. Que no caso aqui, me parece ser desnecessário, além de difícil de ser realizado, pois, como melhorar algo que aproximou-se tanto da perfeição?