SE VOCÊ NÃO GOSTA DE TURFE, PROCURE OUTRO BLOG. A IDÉIA AQUI NÃO É A DE SE LAVAR A ROUPA SUJA E FAZER POLITICA TURFISTICA. A IDÉIA AQUI É DE SE DISCUTIR TEORIAS QUE POSSAM MELHORAR A CRIAÇÃO E O DESEMPENHO DO CAVALO DE CORRIDA. ESTAMOS ABERTOS AS CRITICAS E AS TEORIAS QUE QUALQUER UM POSSA TER. ENTRE EM NOSSA AERONAVE, APERTEM OS CINTOS E VISITEM CONOSCO, O INCRIVEL MUNDO DO CAVALO DE CORRIDA, ONDE QUERENDO OU NÃO, TUDO É PRETO NO BRANCO!
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domingo, 1 de janeiro de 2023
BOM ANO PARA TODOS
PONTO CEGO: UMA POLÊMICA DAS BRABAS
Que tal iniciarmos um novo ano, com uma polêmica, daquelas cabeludas?
Não considero errado aquele que opta por comparar cavalos que nunca se defrontaram e ainda por cima de eras distintas. E um direito que assiste a cada um, como de votar no Lula e achar que as coisas destas vez darão certo, ou se atirar do Empire Stakes, sem para quedas, e achar que ficará vivo. Mas eu, particularmente não o faço, por achar que condições distintas revelam situações distintas. E desta forma fica difícil se aquilatar o que um faria no lugar do outro.
Por exemplo a mim foi cobrado, quem em minha opinião teria sido o maior ganhador do Arco e do King George, por um leitor ciente de meus respeito maior por estas duas provas. E isto me pôs a pensar. Imaginem que Sea Bird, Ribot e Dancing Brave foram sublimes em suas vitórias, assim como Enable, mas os três primeiros disputaram em uma pista, em épocas distintas, o que já complica a situação, enquanto a última o fez em outra pista já bastante modificada com a modernização do hipódromo. Qual seria então o grau de comparação? Tempo? Distância para o segundo colocado?
Na lista de Enable, não poderiam constar Peintre Celebre, Sinndar, Treve e Sea the Stars, inclusive com tempos melhores que aos por ela obtidos em seus dois Arcos? E na lista da trinca citada, os nomes de Alleged, Vaguely Noble e até Sassafras pelo simples fato de ter acabado com a invencibilidade de Nijinsky?
O que a gente vê, sempre haverá de impessuiona-lo mais do que apenas ouviu falar ou leu. Com isto digo Que Dancing Brave e levando em consideração o campo da carreira, o elemento que mais me marcou no Arco. Assim como no Derby ficaria com Shergar e no King George com dois épicos embates, Grundy contra Bustino e Galileo contra Fastantic Light.
Todos os assisti. Algumas in loco, as outras todas em videos ou ao vivo pela televisão.
Se alguém acredita em comparações e quer fomenta-las, como forma de deleitar-se, aconselho a seguir o Timeform e então verá que eles acreditam que entre os vencedores importantes do Arco - levando em conta os que eu citei - assim seriam perfilados: Sea-Bird, Ribot, Dancing Brave e Enable.
Eu, que nunca me senti o dono da verdade, prefiro a continuar a coloca-los - como sempre fiz - em patamares, pois, desta forma respeito as diferentes condições em que conquistaram suas vitórias. Ademais uma pergunta a exatamente aquele que me perguntou: algum deles, mesmo na grama, teriam garantia absoluta de bater a Secretariat na milha e meia?
Verso - 2.23:20 recorde no Arco
Secretariat . 2.24.00 recorde no Belmont, porém no dirt
PAPO DE BOTEQUIM: OS PARADOXOS
Os paradoxos da vida, parecem agradarem no varonil com o céu cor de anil. Afinal vocês já viram candidato a presidência desfilar em carro aberto no Complexo do Alemão e exigir carro blindado para comparecer a sua posse?
Entendo que quando se está entre amigos a gente afrouxa a segurança, mas para quem se sente a alma mais pura do planeta e muito querido pelo povo, não vejo sentido algum em blindar-se. Ou será que faz todo o sentido e eu é que não estou notando?
Dizia vó Adelina, que de grão em grão a galinha enche o papo. Será que de picanha e cervejinha grátis, um politico garante seu voto? Mas apenas com a inestimável ajuda das urnas eletrônicas, invioláveis do Barroso e incorruptíveis do Xandão. Pelo menos, é o que parece...
Enquanto isto o pais está derrotado nas urnas e com a morte de um de seus símbolos.
Dia 29 perdemos Pelé. Nao sei se ele foi boa pessoa, bom pai ou mesmo um bom marido. O que sei é que sem brinquinhos, sem tatuagens, sem dancinhas, sem jatinhos particulares e sem rola-rola, nos ajudou a ganhar três campeonatos mundiais, além de nos proporcionar o prazer de simplesmente vê-lo jogar. Um paradoxo, ter ciência de seu sofrimento final.
O Brasil passou a ser reconhecido mundialmente por três símbolos. Samba, Café e Pelé. Não necessariamente nesta ordem...
Mas a coisa não fica por ai. O turfe brasileiro está cheio da paradoxos, também. Porém o que mais me chama a atenção é o desprezo que o mercado tem para com o reprodutor nacional e a complacência para com o importado, seja quem ele for. E de quem seria a culpa? Acredito que não total dos criadores, pois, aqueles que vendem, sentem que o mercado dá mais valor ao cheiroso e fracassado no exterior, que aqui chega e é financeiramente respeitado pelos investidores. Do que aquele que demonstrou valor nas pistas, muitos até, não apenas dentro de nossas fronteiras. Logo, para que investir no nacional, que dificilmente venderá seus filhos por um bom preço, necessita-se coragem e resiliência.?
É uma raciocínio lógico, mas inexato, pois, dificilmente aquele que não foi, será capaz de gerar filhos que serão. Citem-me um que tenha conseguido, ser fracassado em pista e bem sucedido no breeding-shed sendo filho de quem quer que seja.
Ghadeer, Wild Event, Roi Normand, Waldmeister, Locris, enfim named, foram acima da média em pista. E aqueles que bateram a testa no partidor ou pisaram em um prego, o que conseguiram em nossa reprodução?
Certas éguas ajudam até defuntos, mas aqui entre nós, tudo tem um limite. Logo, que me desculpem os adoradores do impossível, mas os paradoxos não nos tem levado a lugar nenhum. Então qual seria a vantagem de utiliza-los.
Sei que se tem muito cuidado ao abordar esta situação, Maas sou franco, pois depois dos 50 - e lá se vão mais de duas décadas - ter-se muito cuidado com o que se diz, é porque você está cercado das pessoas erradas.
Turfe não roleta.
E antes que me esqueça, aqui fica a dica. Escrever necessita-se apenas de memória e imaginação. Escrever as coisas certas, de conhecimento e luz. Um bom 2023 para todos o que assim acreditam e um adeus a nosso Pelé.
UMA ANALISE PERFEITA
Sei que o assunto já foi tremendamente explorado, mas a qualidade de um texto, e a forma como ele explana uma realidade, valem a pena ser lembrados. Quisera eu ter a clareza e o sentimento destes dois homens das letras. Ontem, aqui publiquei um texto de Nelson Rodrigues e a forma como ele, meses antes da disputa da Copa de 58, nominou Pelé como rei do futebol. Uma verdadeira profecia.
Hoje publico outra raridade que guardei comigo do Luiz Fernando Veríssimo sobre Pelé. Onde ele explica a real finalidade daquele menino que viu crescer e a admirar.
Leiam e reflitam, a veracidade dos fatos.
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