SE VOCÊ NÃO GOSTA DE TURFE, PROCURE OUTRO BLOG. A IDÉIA AQUI NÃO É A DE SE LAVAR A ROUPA SUJA E FAZER POLITICA TURFISTICA. A IDÉIA AQUI É DE SE DISCUTIR TEORIAS QUE POSSAM MELHORAR A CRIAÇÃO E O DESEMPENHO DO CAVALO DE CORRIDA. ESTAMOS ABERTOS AS CRITICAS E AS TEORIAS QUE QUALQUER UM POSSA TER. ENTRE EM NOSSA AERONAVE, APERTEM OS CINTOS E VISITEM CONOSCO, O INCRIVEL MUNDO DO CAVALO DE CORRIDA, ONDE QUERENDO OU NÃO, TUDO É PRETO NO BRANCO!
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sexta-feira, 28 de julho de 2023
BOM DIA
AVISO AOS NAVEGANTES
Por anos guardei comigo aquilo que considero um documentário completo sobre Northern Dancer. Quatro capítulos de plena emoção que revelam a personalidade de uma cavalo pequeno em tamanho, mas grande em simbolismo.
Fui o visitar nos cinco anos finais de sua vida, sempre depois do Preakness, pois, estava sendo mantido em Chesapeek Bay. Que não é muito longe de Baltimore E sempre ele se mostrou um elemento de diferente temperamento, que só se aquietava ao perceber a existência de uma camera fotográfica, focalizando-o. O mesno acontecia com Secretariat. E quiz o destino que estes dois personagens, viessem a ser os recordistas da mais importante carreira para os três anos, nos Estados Unidos, e que fizeram-na ser conhecida, como os dois minutos mais importantes deste esporte.
Ontem as 12.00 horas, publicamos o primeiro video desta serie e hoje, teremos o segundo capitulo deste saga que será publicado a mesma hora. Vale a pena você curtir e compreender porque ele mudou o conceito de fisico e aptitudinal do cavalo de corrida no mundo.
Produto da união das três maiores linhas de transmissão genética de seu tempo, Nearco, Hyperion e Native Dancer, acondicionados em um corpo pequeno, mas pleno de energia e caracter, numa compromisso com a vitória nunca antes visto.
Das coisas que tive o orgulho de participar, certamente estarão as visitas que fiz a ele, já no final de sua vida.
Ylang Ylang remains unbeaten with Silver Flash success at Leopardstown!
Trata-se do décimo nono individual ganhador de grupo, filho do invicto Frankel, a conquistar prova de grupo na atual temporada. O que o faz o líder neste quesito. E Ylang Yland, invicta em suas duas saídas parece ser artigo de primeira linha.
PONTO CEGO. TUDO NO BRASIL É RELATIVO
Tudo no Brasil é relativo, principalmente quando tratamos sobre auto-estima. Nos vendemos por pouco e esquecemos com extrema facilidade das agruras anteriores. Seria isto um defeito ou uma qualidade? Juro que não sei.
Na vida nada é insubstituível. O Santos sobreviveu sem o Pelé, o Flamengo sem o Zico e até hoje são dois dos três clubes do patamar mais alto cenário nacional, a não ter vivido, um minuto sequer em uma segunda divisão. O Botafogo, do qual não pode se dizer a mesma coisa, perdeu o Garrincha, mas hoje lidera por uma dúzia de pontos o Campeonato Nacional. Logo, possivelmente haverá sobrevivência depois da tempestade. Dependerá apenas de você.
No turfe, o TNT sobreviveu depois da saída de cena do Much Better e simplesmente passou a outro patamar. O Mondesir continua firme, criando cavalos de nivel internacional - agora para outros - mesmo depois da perda de Ghadeer. E diria que mesmo sofrendo com o desaparecimento do Santa Ana do Rio Grande, do São José Expedictus, do Jahu e Rio das Pedras, do Faxina, do Inshala, do Rosa do Sul, e para não tornar esta lista interminável, do Malurica, continuamos a criar cavalos que mesmo não trazendo em suas entranhas, genética de primeiro mundo, ganham provas importantes a nível internacional. E isto levando-se em conta também, o número ínfimo de nossa produção anual: menos de 2,000 registros contra mais de 6,500 da Argentina.
Que nos faz diferentes?
Evidentemente que não são nossos campos - inferiores aos da Argentina - e muito menos a qualidade de nossos investimentos em reprodutores, mas sim o esmero de nossos profissionais e a coragem de nossos investidores, fatores estes, discutidos e amplamente aceitos no debate que tivemos esta última segunda feira, na live número 72 do Ninho do Albatroz. Live esta que deveria ser vista por todo aquele que milita nesta atividade. Sem exceção e por isto mesmo que deverá ter uma continuidade, pois, muita coisa ainda ficou para ser discutida. Assim o espero.
Fica bastante claro que tanto o profissional brasileiro - em se tratado de jockeys, treinadores, criadores e proprietários - tem mais arrojo em suas investidas. Acredita em seu potencial e sai mundo afora a procura de seu destino. Foi assim com Moreira, Sylvestre, Leandro, Ricardinho, Paulo Lobo, Tolu, Aranha, Pico Central, Siphon, Sandpit e tantos outros. Cite agora argentinos que assim o fizeram. Com raras exceções na área de treinamento, cavalos mesmo só os vendidos.
Enquanto acreditamos na qualidade de nosso cavalo, o investidor argentino acredita no dinheiro que receberá quando vender. São dois projetos, distintos. Uns investem para seguir até onde der. Outros, vão apenas ate a hora de se desfazer. Hoje a vitrine principal do turfe argentino é a Carrera de las Estrellas.
Eles não estão interessados a seguir o exemplo do RDI. Muito pelo contrário. Querem ressarcir o gasto e partir para outro. Quem estaria certo? Não creio que possa responder. Outrossim, tenho certeza absoluta que isto é o grande diferencial de com menos genética, inferior paixão pela atividade e um turfe menos competitivo, termos assim mesmo obtido melhores resultados que os argentinos, nos Estados Unidos.
Vale a pena dar uma conferida nesta live, já que contamos com a oportunidade de ter um profissional como o Aranha, que convive e conviveu nestes três centros. Acredito ter sido uma das mais elucidativas da qual participei.
GALILEO IS BACK
PAPO DE BOTEQUIM. A STAMINA TRANSMITIDA POR SULAMANI
Um dos reprodutores trazidos ao Brasil no regime de shuttle, que acho que correspondeu ao que dele era esperado, foi certamente Sulamani. Um globetrotter com vitórias e participações positivas nos quatro cantos do mundo, ele além de ter ganho o Derby francês, foi segundo em duas oportunidades no Arco e igualmente segundo e no ano seguinte terceiro no King George. Logo, reputo tratar-se de uma das mais importantes corredores em solo europeu, que aqui vieram, do naipe de Sinndar e Peintre Celebre.
Entres as fêmeas que examinei, poucas foram a que apresentaram um tipo atlético, e cheguei a pensar que de pouca valia seriam elas reprodutivamente falando. Contudo, os últimos resultados, demonstram que ele pode a se tornar um útil avô materno.
Outrossim Bacilo, seu mais recente neto materno vencedor de prova de grupo, os 3,000 metros do Grande Prêmio ABCPCc (G3), tem um pedigree com vários pontos de força, que podem de alguma maneira ter "ajudado" a esta filha de Sulamani a obter mais este ponto clássico.
Primeiramente o simples fato de ser um filho do consagrado Agnes Gold. Segundo por ser um descendente direto da ganhadora do Diana e OSAF, Fantasie. E terceiro por no restante de sua estrutura genética, de sua mãe a presença de Ghadeer e Felicio.
Mas mesmo levando-se este fato em consideração, gostaria de relembrar a meus navegantes menos atentos, que Sulamani, foi em pista talvez aquele com um dos melhores desempenhos em corridas no hemisfério norte, ja aí aportado. Filho de um ganhador do Derby francês, Hernando. Neto de um ganhador do Irish St. Leger e do Prix Royal-Oak ,n Niniski e este por sua vez filho do último tríplice coroado britânico, Nijinsky.
O certo é que dos quatro netos maternos de Sulamani, ganhadores de provas graduadas, dois o fizeram na faixa dos 3,000 metros, uma distância morta, um em 2,400m e Hassenah, que me parece ser sua neta materna que até aqui demonstrou o maior poderio locomotor em pista, esta sim na faixa dos 2,000 metros. O que em outras palavras garante que suas filhas transmitem a stamina que Sulamani tinha quando em carreira. E que era portador por ela ser transmitida por seu pai, seu avô e seu bisavô. Stamina esta naturalmente ainda mais garantida quando do cruzamento de um ganhador do Derby francês, Hernando com uma filha do ganhador de dois Arcos, Alleged.
Há margem para discussão?
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