Agora pense em vive-la, em todos os segundos durante um enorme período de tempo, como está sendo vivida hoje, pelo Eraldo Palmerini que criou o Obataye. Um homem que pouco antes deixou no ar, numa mesa entre amigos, o que cada um faria se tivesse a oportunidade de gastar US$1,0 milhão no turfe de uma só vez? Hoje ele não precisaria se questionar mais, porque, certamente seria o preço de poder voltar a sentir uma segunda vez, as sensações que agora, sente.
Pois saibam senhores que é a mesma sensação vivida um dia, pelo Joel Barros com o Much Better, o Linneo com o Itajara, o Mano com o Pico Central, o PCzinho com o Einstein, o Fragoso Pires com Falcon Jet, o Roberto Seabra com Escorial e Emerson e o Julio com o Bal a Bali. E independentemente do saldo bancário, é igualzinha, sem tirar nem por, a um dia sentida por John Magnier com City of Troy, Shekh Mohamed com Dubai Millenium, HH. Aga Khan com Shergar e o Prince Khalid Abdullah com Frankel. Trata-se daquele sonho que se materializa e deixa de ser um filme e passa a ser uma realidade.
Como disse, independentemente de seu saldo bancário a sensação é a mesma. O sentido do dever cumprido aflora em suas veias, ao mesmo tempo que aquela ânsia incontida de querer viver-la novamente o faz renascer no mundo dos vivos e tentar novamente.
