Quando alguém penetra fundo nas entrelinhas misteriosas dos grandes pedigrees, inevitavelmente irá tropeçar em, dois nomes femininos que revolucionaram a genética mundial do cavalo de corrida, no inicio do século passado: Canterbury Pilgrim e Mumtaz Mahal. Dois sustentáculos dos élèvages Derby e Khan.
Pois bem, Petite Etoile era imbreed em Lady Josephine (mãe de Mumtaz Mahal) e em Canterbury Pilgrim, sendo a já citada Mumtaz Mahal, sua quarta mãe. Estaria ai sua energética força, capa de se fazer sentir, cinco gerações depois ? Confesso que me sinto fascinado em aceitar...
Crer na existência da transmissão de caracteres, é uma necessidade quando se cria uma minhoca ou um cavalo de corrida. Ter plena certeza que esta transmissão pode ser benéfica ou não, é o ponto de partida a fazer de você um conhecedor do joio e do trigo. Repetir os acertos e minimizar os erros será o portal, que o grande criador deverá ultrapassar em sua jornada o sucesso.
Os Khans tiveram dinheiro e paciência suficientes para bancar as décadas que separaram Petite Etoile de Zarkava. E agora gozam aa benesses por que tanto lutaram. Uma nova árvore nasceu, na floresta que permeia sua criação O que foi devidamente plantado com Mumtaz Mahal, pelo primeiro Khan, e mantido por Petite Etoile pelo segundo, faz nascer um novo plantio com o terceiro atravéz de Zarkava. È a verdadeira qualidade, perpetuando-se,
Provando mais um vez que o que é genuinamente de qualidade, pode se dar ao luxo de hibernar, até por longos períodos, mas dificilmente irá morrer ao não ser por total abandono.
