Ano Novo, Vida Nova !!!
Talvez a pergunta não devesse ser colocado como foi. Porém na verdade foi exatamente assim que eu a localizei em minha caixa postal. "Quem será o Horse of the Year, nos Estados Unidos"? Perguntou o dito navegante, que se apresentou como Carlos Augusto Chagas. Muito prazer e a família vai muito bem, obrigado.
Minha resposta, naturalmente foi um sonoro, "não sei". Pois, não sou eu que decido e no mais em se tratando de um titulo que muito ajudará a quem o receber no breeding-shed, suscita dos votantes, reações as mais diversas. Embora, creio eu, aparentemente os dois maiores aspirantes ao titulo, não ingressem em 2026 para exercer suas responsabilidades reprodutivas, existem agravantes na situação que a tornam susceptíveis a controvérsias.
Mas imaginemos que o leitor estivesse interessado em minha opinião. O corredor japonês, Forever Young, ganhador da Breeder´s Cup Classic, só correu em duas oportunidades durante toda a temporada. Uma preparatória chinfrim em seu pais de origem e a importante carreira esta ano desenvolvida em Delmar. Enquanto Sovereignty - lídimo aspirante ao titulo de Champion 3yo - abdicou de ser tríplice coroado, e talvez até de Horse of the year - coincidentemente pelos tamanhos reduzidos das retas, dos hipódromo de Pimlico e Delmar. Pode ser apenas coincidência, mais o seguro morreu de velho, já dia minha vó Adelina.
Eu me dou ao direito de suspeitar de coincidências, principalmente em algo tão incisivo como o turfe em seu mais alto nível, mas conhecendo Bill Mott como o conheço, acho a possibilidade por mim levantada, é tremendamente lógica. O que me espanta é a anuência da Godolphin...
Se a mim fosse dado o direito ao voto, eu o faria em favor de Forever Young, pois, o que este cavalo teve que fazer foi realmente digno de nota. Não importa ter corrido apenas duas vezes. Quando o fez, exalou - nas duas oportunidades - algo reconhecido como superioridade. Coisa que eu amo e respeito. Sovereignity por sua vez, só enfrentou - que eu tenha conhecimento - os de sua idade e não qualifico sua geração como um top. Journalism e Baeza, não são aquilo que poderíamos considerar de elementos excepcionais.
Todavia como a grande maioria dos votantes é norte-americana, há uma tendência natural de preservar o lado reprodutivo daquele que deverá prestar serviços no pais. E para bom entender uma segunda linha de raciocínio lógico basta, não será nenhuma falcatrua, fazer o filho de Into Mischief, Horse of the Year.
