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sábado, 28 de fevereiro de 2026

PAPO DE BOTEQUIM. A EVOLUÇÃO DA RAÇA

Onde houver fumaça, haverá fogo. A inevitabilidade da situação, a caracteriza como algo singular. Própria. 

Hoje, tenho plena certeza que o sucesso dos linebreeds da era Tesio, até a nona geração, em St. Simon, tiveram importância vital no desenvolvimento da raça Thoroughbred, sendo o invicto Ribot, talvez o maior símbolo. Ribot é formado em 13 linhas pelo igualmente invicto St. Simon, através de 10 diferentes mensageiros sendo, seis deles machos

Ser criador é exatamente isto: modificar o futuro, por intermédio do conhecimento da genética e das técnicas de criação e treinamento. Por isto, creio que Tesio tenha sido o mais completo, pois dominava estes três setores. 

Na medida que o útero da égua é fecundado pelo semem do reprodutor, você tem o craque ou não, O que em outras palavras quer dizer que dali para frente você só pode perder, o imenso poder que seu cruzamento genético propiciou. Não é o pasto, a ração ou a lida que fazem um craque. Estes itens, mantém um craque, não o deixam se perder. É como uma pedra preciosa que deve ser bem lapidada, para manter seu alto valor.

O resultado de um derby, em uma disputa normal, muito tem haver com o resultado deste cruzamento genético, idealizado quatro anos antes, onde o bom criador, tenta inserir qualidades no animal a nascer e restringir defeitos que ele possa vir a ter. Quem tem um Sadler´s Well, anseia por um Galileo , na eterna esperança de um dia gerar um novo Frankel. Isso de maneira alguma pode ser confundido com precisiosísmo. Sua verdadeira definição é evolução da raça.

Todo um trabalho de quatro anos, a partir do parto, passando pelo desmame e posteriormente pela doma, fazem este elemento já nascido superior, demonstrar nos treinamentos sua real capacidade atlética.

Logo, para se chegar a um Obataye, uma Ethereum ou a um Havana Cigar há todo um caminho tortuoso a ser percorrido. Qualquer tropeço poderá ser fatal. Por isto, sinto bastante quando um Figueira do Lago, resolve se retira do mercado. Alguém que criava para correr. Não para vender. Um exemplo padrão de honestidade.