Agrada-me conversar com os profissionais da criação brasileira e assim tomar conhecimento de seus problemas e necessidades. E vejo, principalmente nos veterinários sediados em haras paranaenses, ao contrário, soluções e idéias progressistas. Pensam adiante.
O Fernando Pershe, do Santarém, por exemplo, advoga a idéia de haver um compromisso entre o catalogo de vendas e aquilo que internacionalmente é considerado pelo órgão mundial gestor da atividade como black types, e não uma quarta colocação em prova grupada, ou vitórias obtidas em listed races e provas especiais, como algo semelhante, com o único intuito de encher uma folha de pedigree pobre em genética clássica, rica em negritos falsos. Engana a quem ?
Keeneland, Tattersalls, Goffs e Arcana entre outros, assim pensam, mas certas agencias brasileiras, acreditam que não. Pois bem, saibam meus navegantes, que a folha de um catalogo é a fé viva do que um leiloeiro oficial está oferecendo. Logo, não podem haver exageros e invenções heroicas de mentes férteis. Catalogo com comentário me pare ainda algo mais bizarro ainda, pois além de auto interpretativo, determina um sonho e não propriamente a realidade. Um dia o genovês e o Lobinho poderão ser tranqulamante judicialmente acionados, por estarem vendendo gato por lebre.