Depois da pataquada cruzmaltina, eis que o futebol brasileiro surge com outra ainda maior, esta conseguida na disputa no dia seguinte, de uma das vagas das finais da Libertadores. O Palmeiras ganha a vaga, perdendo para o Fluminense em sua própria casa e ainda por cima dando apenas um chute ao gol adversário em todo o jogo. Coisa de louco. Sem pé nem cabeça. Porque será ?
Evidente que estamos num dos cada dia mais frequentes em nossos raros dias de vivência de um alto grau debilidade mental, toda ela advinda dos últimos dias de um patético governo e com a doentia definição de nossas eleições para a presidência do pais.
Que pais é este ? Perguntaria o poeta, no delírio convulsivo de sua arte. Muito a se explicar e pouco a se concluir, com solidez de alma, responderia eu, atônito e desestimulado.
Estamos no turfe, principalmente o paulista, vivenciando uma situação análoga. Caótica e indefinida, mas parece que Cidade Jardim, finalmente encontrou o que tanto ansiava. Um patrocinador. Alguém capaz de retirar a atividade do atual limbo em que sobrevive. Outrossim por ser-lo um banco, ao mesmo tempo que me causa aparente segurança me dá calafrios brutais. Afinal o que vejo no final, é tudo podendo vir a se transformar nua gigantesco projeto imobiliário de lucros mirabolantes, por se tratarem de terras da mais alta mobilidade e incomparável valos, na maior cidade do continente.
Vi acontecer isto com Hollywood Park em Los Angeles e nos dois anteriormente existentes hipódromos das vizinha San Francisco e não me parece uma situação simples de se conviver. Convidamos os membros da atual diretoria do Jockey Club de São Paulo, para esclarecimentos em nossa live do Voo do Albatroz e sinceramente esperamos o comparecimento de alguns membros dela, para que os pingos sejam colocados em seus respectivos is.
Um bom dia para todos.
Ontem fomos 6234.