Recordes são para serem batidos. Não todos os dias, mas com alguma frequência.
Desculpem, mas ninguém pode duvidar disto. Afinal, não há como delimitr limites de quem quer que seja.
Mas eu diria que esta semana foi uma privilegiada. Frankel demonstrou - mais uma vez - ser um cavalo acima de qualquer suspeita e manteve sua invencibilidade. Hoje já é considerado pela conceituada publicação britânica, o Timeforme como um dos dez mais importantes cavalos da história do turfe moderno. A pequena Midday, por sua vez, venceu pela terceira vez o Nassau stakes (Gr.1), o que não deixa de ser um feiro impar, até o presente momento. Porém, não creio que nada se possa comparar ao conseguido este domingo em Deauville, pela inesgotável Goldikova. Ela simplesmente extrapolou. Venceu pelo quarto ano consecutivo o Prix Rotschild (Gr.1) aumentando para 14 vitórias, o número de provas de graduação máxima vencidas. É um must.
Não é a toa que ela não compareceu a Goodwood, para arriscar seu recorde no Sussex Stakes (Gr.1) contra um fenómeno chamado Frankel e um elemento que a bateu inapelavelmente em Royal Ascot.
Meio pescoço, não foi a folgada distância que ela normalmente coloca entre si e suas demais adversárias. Se é que contra as fêmeas pode-se considerar a existência de adversárias em relação a ela. Mas mesmo aos seis anos ela age, e corre qual uma potranca. Muito bonito de ser ver, mais ainda, de se possuir uma.