Eu nunca levei em consideração o SE, em se tratando de coisas de turfe. Aceito que qualquer possibilidade deva ser analisada, mas nunca, tida como possivel solução melhor ou pior, de um problema resolvido de outra forma. Soluções são igualmente produtos de um momento. E momentos também mudam. Mas ao mesmo tempo sempre tive vontade de escrever sobre um fato acontecido na época de Tesio. Imaginem SE, Donatello, não tivesse ficado sem passagem até a entrada da reta, e não houvesse perdido por 3/4 de corpo o o Grand Prix de Paris, para o french derby winner, Clairvoyant. Tesio teria não somente três, mas quatro elementos invictos. Quem no mundo seria capaz de igualar este feito?
Assim sendo, creio que Tesio deve ser respeitado, assim como as coisas que fez e escreveu: “... embora não possamos diminuir o número de ancestrais de um cavalo, nós podemos selecionar seus pais de alguma forma, que um particular ancestral possa ocupar mais do que um lugar em seu pedigree, o que assegura uma maior probabilidade que certas características desejadas, possam ser herdadas”.
Você pode ler 5000 pedigrees e não chegar a conclusão alguma, ou fazer como Tesio, que creio que embora não tenha lido a metade deste número, era capaz de sacar a importância que um ou vários imbreeds poderiam ter, na formação de um bom cavalo de corrida.