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STUD MY HERO DAD - SUMMERSET - foto de Porfirio Menezes

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sábado, 29 de março de 2014

SOUTH AFRICA 1 X O RESTO DO MUNDO

Parece uma incongruência, uma prova não exercer sobre você as sensações de outras, sendo ela, até aqui, a mais importante carreira ganha por um elemento por mim selecionado. Mas é verdade. Não tenho pela Dubai World Cup o mesmo respeito que tenho por um Arco, um King George e mais algumas.

O que me deixou cada dia mais cético com o Festival de Dubai, foi a mudança do dirt para o Tapeta, o que para mim desfigurou a grande ideia inicial de Sheikh Mohammed, de fazer deste evento uma espécie de Copa do Mundo dos cavalos de corrida. Talvez o domínio dos elementos norte-americanos nos 1,200m e nos 2,000 no dirt, tenha assustado a seu realizador, que como dono da bola, preferiu a levar para casa, do que simplesmente continuar no jogo e ter que aplaudir, mais do que colecionar taças e cheques, que ele mesmo passava.

A Godolphin Mile, é um exemplo de uma prova que não tem valos técnico algum. Nesta versão, o sul-africano Variety Club, mesmo largando por fora de todos, na linha quinze, foi imediatamente para a ponta e nela ficou até cruzar o disco. Foi a décima sexta vitória em 22 saídas, para este dual horse of the year, em um pais, que já foi um dos nossos maiores investidores, mas que hoje, dá as cartas , principalmente em pistas dos Emirados.

E o importante de se notar: primeiro que não é treinado por DeKock, segundo, que para a tristeza de muitos Variety Club é imbreed em Northern Dancer 5x5x4 e Raise a Native (o pai de Mr. Prospector) 5x4. Aquela dobradinha, que não é enxergada por muitos e terceiro ser um Strom Cat.

Agora que Christophe-Patrice Lemaire jogou fora a carreira com as duas mãos, disto não duvido. A Breeders Cup winner, and classic european runner Flotilla, correu por grande parte do percurso, a meu ver, completamente desassociada dos demais, e na reta final, era a que mais corria. Com mais 10 metros... sei não...