Não creio que devesse existir mais de nossa parte do mercado brasileiro, arrisco a dizer que nenhum outro resquício de dúvida, pois, esta me parece ser uma das formas mais simples de se burlar o diferencial de qualidade entre o manancial de genética hoje existente no hemisfério norte em relação ao do sul. E quando esta iniciativa com exemplos como estes, afloram de um continente, que tem este diferencial reduzido, e que mesmo assim usa destes expedientes para atingir uma certa faixa de sucesso.
No Figueira do Lago, um dos haras que adotaram esta temática de cruzamento, os resultados me parecem bastante elucidativos, pois, este estabelecimento de cria hoje lidera as estatísticas de proprietários por prêmios ganhos, naquele que temos que considerar como sendo o mais difícil turfe de nosso pais, da atualidade: o carioca. E de uma forma rápida e livre de discussões.
Lembro aos navegantes, que muitas foram as éguas brasileiras capazes de gerar a mais de um elemento de capacidade clássica. Porque não aproveitamos esta oportunidade, com as capazes de gerar machos de exceção na reprodução, não consigo explicar. Mas espero que daqui para a frente este medo cesse.


