Disse e repito, nós brasileiros somos chegados a coisas que não consigo distinguir em outros povos. Hoje moro em Hallandale Beach e justamente num lugar com uma mescla imensa de nacionalidades. Russos, venezuelanos, brasileiros, argentinos e poucos árabes. Pois bem, a Flórida é reconhecida pelos demais estados da união como algo diferente. Algo que na verdade não é Estados Unidos. Uma Havana menos esquerdopata. Logo, não me tornei aquele norte-americano nato. Certinho e até certo ponto bitolado. Reconhecida esta particularidade diria que continuo a ser brasileiro.
Vejam como são las cosas. O Bayern acaba de sapecar um humilhante 8x2 contra até então poderoso Barcelona e imediatamente os brasileiros, trouxeram a baila que foi algo tão humilhante quanto o 7x1 do time do Felipão contra a Alemanha. Discordo, embora ambos foram experiências vexaminosas o resultado deste sábado me parece muito pior. Primeiro que Messi estava em campo e no Mineirão, Neymar não. Segundo que a vitória do Bayern foi construída em 90 minutos e o da seleção alemão num surto psicótico de sete minutos. O que dói mais? O sacrifício longo, quase perpétuo? Ou a morte subira? Outra detalhe sou uma viuva de Guardiola, como sou de Tésio, do Sinatra, do Francis, do Mohamed Ali e de tantos outros. Mas não é por o Flamengo ter contratado um seu assistente que não vou analisar as coisas como elas devem ser analisadas.
Exemplo? Comentou-se quando da contratação do Dominique que ele deveria ser bom, pois, ninguém fica com o Guardiola 10 anos e não o é? Pois eu acho o Fernandinho um jogador dos mais limitados e o Guardiola o retém, em posição de destaque e sempre de alto confiança, a pelos menos quatro anos. Você daria a vida para ter o Fernandinho no seu time? Eu não. O Messi sim, o Fernandinho, não!
No Brasil o cara é escrachado, sepultado e quando na verdade morre, passa a ser um herói incompreendido. Vide Prestes, Brizola e tantos outros. O que isto sugere? Que usamos mais o coração que a mente ao tecermos nossas opiniões.
Vou parar por ai, pois, somos o que somos e parece que nunca deixaremos de ser e ademais a praia me espera para meus quarenta e cinco minutos de vida diária ao ar livre. Um bom dia para todos.
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