HARAS SANTA RITA DA SERRA - BRASIL

HARAS SANTA RITA DA SERRA - BRASIL
HARAS SANTA RITA DA SERRA - CLIQUE NA FOTO PARA CONHECER NOSSO PROJETO

HARAS FIGUEIRA DO LAGO

HARAS FIGUEIRA DO LAGO
NEPAL GAVEA´S CHAMPION 2YO - HARAS FIGUEIRA DO LAGO - São Miguel, São Paulo

HARAS SANTA MARIA DE ARARAS

HARAS SANTA MARIA DE ARARAS
Santa Maria DE ARARAS: TOQUE NA FOTOGRAFIA E VENHA CONHECER O BERÇO DE CAMPEÕES

HARAS ESTRELA NOVA

HARAS ESTRELA NOVA
Venha nos conhecer melhor no Instagram @haras.estrelanova.

HARAS NIJU

HARAS NIJU
toque na foto para conhecer nosso projeto

HARAS FRONTEIRA

HARAS FRONTEIRA
HARAS Fronteira

HARAS ERALDO PALMERINI

HARAS ERALDO PALMERINI
HARAS ERALDO PALMERINI a casa de Lionel the Best (foto de Paula Bezerra Jr), Jet Lag, Estupenda de Mais, Hotaru, etc...

HARAS CIFRA

HARAS CIFRA
HARAS CIFRA - HALSTON POR MARILIA LEMOS

HARAS RIO IGUASSU

HARAS RIO IGUASSU
HARAS RIO IGUASSU A PROCURA DA VELOCIDADE CLÁSSICA - Foto de Karol Loureiro

HARAS SÃO PEDRO DO ALTO

HARAS SÃO PEDRO DO ALTO
HARAS SÃO PEDRO DO ALTO - Qualidade ao invés de Quantidade

HARAS RED RAFA

HARAS RED RAFA
HARAS RED RAFA - O CRIADOR DE PLANETARIO

STUD YELLOW RIVER

STUD YELLOW RIVER
STUD YELLOW RIVER - Criando para correr

JOCKEY CLUB BRASILEIRO

JOCKEY CLUB BRASILEIRO
JOCKEY CLUB BRASILEIRO

quarta-feira, 19 de agosto de 2020

PONTO CEGO, FUJAMOS DAS COVAS


Fico aqui pensando com os meus botões. Quantas pessoas estão morrendo hoje em São Paulo vitimas daquele rodízio de carros particulares idiota, criado pelo prefeito de São Paulo semanas atrás? Um rodízio que por dois dias super copulou os ônibus e os sistemas de trilhos de São Paulo em mais de 250,000 pessoas. E o que dizer do lockdawn e de uma vacina chinesa que os mentores preferiram testar nos brasileiros? E será que ele não virá a ser um dia responsabilizado por isto? Acredito que covas já abertas não faltem para o prefeito de mesmo nome...

O José Carlos Fragoso Pires Jr, me lembrou de uma frase do economista e pensador, Roberto Campos, ou Bob Fields como os esquerdopatas gostavam de chamá-lo, demonstrando o poder corrosivo que uma má decisão governamental pode ter quando mal elaborada, para com a comunidade. Dizia ele, naquela oportunidade: o bem que o Estado pode fazer é limitado; o mal infinito. O que ele pode nos dar é sempre menos do que nos pode tirar.

Imaginem este poder nas mãos de um imbecil!

Sempre me mostrei contrário ao fechamento das corridas. Acreditava que se elas fosse levadas respeitando os parâmetros de convivência com a pandemia, nada deveria ser mudado. O governador de São Paulo estabeleceu um lockdawn,  na cidade, mas pasmem, o hipódromo de Cidade Jardim, não teve um minuto sequer de fechamento. Alguém já se preocupou em levantar a razão? Ao contrário no Rio, o prefeito exigiu que a Gávea permanecesse com seus portões fechados e não houve - pelo que sei - nenhuma reação daqueles que dirigem o turfe carioca. Faltou coragem? Discernimento? Visão global do problema em que a atividade iria passar? Ah, ia me esquecendo, diminuiu-se os prêmios. Foi a única medida impetrada. Castigar a aqueles que investem na atividade...

Logo, se tentar discutir sobre a sanidade de nossa atividade, me parece perda de tempo. Tudo é feito para denegri-la. A começar por aqueles que a dirigem.

Então, me pergunto: como sair desta?

Creio que primeiro temos que ter consciência que precisamos sair desta. Segundo gerar um plano global, tratando o turfe brasileiro como brasileiro, não como quatro empreendimentos regionais, que vivem de rixas nada pertinentes com a realidade da situação. Terceiro montar uma equipe capaz de fazer este plano sair do papel. E quarto, rezar para São Judas Tadeu ou Nossa Senhora de Aparecida. Se houver oportunidade para os dois, melhor ainda.

O Flamengo saiu de um patamar de clube devedor, agora para clube investidor. Liquidou com suas dividas? Claro que não. Apenas equacionou-las e este sempre foi o X da questão. A Gávea deve, e mantém dinheiro no cofre, achando que assim resolve o problema. Aviso aos navegantes. Não resolve, apenas o adia.

Somos ainda clubes. Não seria este no real problema?

Pois é, mas separar o turfe da parte social, parece ser mais complicado do que se fazer um homem voltar a lua. Na realidade não entendo porque.