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quarta-feira, 19 de agosto de 2020
PONTO CEGO, FUJAMOS DAS COVAS
Fico aqui pensando com os meus botões. Quantas pessoas estão morrendo hoje em São Paulo vitimas daquele rodízio de carros particulares idiota, criado pelo prefeito de São Paulo semanas atrás? Um rodízio que por dois dias super copulou os ônibus e os sistemas de trilhos de São Paulo em mais de 250,000 pessoas. E o que dizer do lockdawn e de uma vacina chinesa que os mentores preferiram testar nos brasileiros? E será que ele não virá a ser um dia responsabilizado por isto? Acredito que covas já abertas não faltem para o prefeito de mesmo nome...
O José Carlos Fragoso Pires Jr, me lembrou de uma frase do economista e pensador, Roberto Campos, ou Bob Fields como os esquerdopatas gostavam de chamá-lo, demonstrando o poder corrosivo que uma má decisão governamental pode ter quando mal elaborada, para com a comunidade. Dizia ele, naquela oportunidade: o bem que o Estado pode fazer é limitado; o mal infinito. O que ele pode nos dar é sempre menos do que nos pode tirar.
Imaginem este poder nas mãos de um imbecil!
Sempre me mostrei contrário ao fechamento das corridas. Acreditava que se elas fosse levadas respeitando os parâmetros de convivência com a pandemia, nada deveria ser mudado. O governador de São Paulo estabeleceu um lockdawn, na cidade, mas pasmem, o hipódromo de Cidade Jardim, não teve um minuto sequer de fechamento. Alguém já se preocupou em levantar a razão? Ao contrário no Rio, o prefeito exigiu que a Gávea permanecesse com seus portões fechados e não houve - pelo que sei - nenhuma reação daqueles que dirigem o turfe carioca. Faltou coragem? Discernimento? Visão global do problema em que a atividade iria passar? Ah, ia me esquecendo, diminuiu-se os prêmios. Foi a única medida impetrada. Castigar a aqueles que investem na atividade...
Logo, se tentar discutir sobre a sanidade de nossa atividade, me parece perda de tempo. Tudo é feito para denegri-la. A começar por aqueles que a dirigem.
Então, me pergunto: como sair desta?
Creio que primeiro temos que ter consciência que precisamos sair desta. Segundo gerar um plano global, tratando o turfe brasileiro como brasileiro, não como quatro empreendimentos regionais, que vivem de rixas nada pertinentes com a realidade da situação. Terceiro montar uma equipe capaz de fazer este plano sair do papel. E quarto, rezar para São Judas Tadeu ou Nossa Senhora de Aparecida. Se houver oportunidade para os dois, melhor ainda.
O Flamengo saiu de um patamar de clube devedor, agora para clube investidor. Liquidou com suas dividas? Claro que não. Apenas equacionou-las e este sempre foi o X da questão. A Gávea deve, e mantém dinheiro no cofre, achando que assim resolve o problema. Aviso aos navegantes. Não resolve, apenas o adia.
Somos ainda clubes. Não seria este no real problema?
Pois é, mas separar o turfe da parte social, parece ser mais complicado do que se fazer um homem voltar a lua. Na realidade não entendo porque.
