Seria uma condição a não ser sequer discutida, que os melhores corredores, irão produzir no breeding-shed os melhores cavalos?
Afinal de contas eles durante um período receberão o que há de melhor no mercado em termos de éguas, e a grande maioria de seus filhos serão criados nos mais sofisticados haras e treinados pelos mais conceituados profissionais. Chances não lhe faltarão no inicio.
Partindo da classificação do Timeform vejamos o que os elementos que alcançaram o rate de 140 ou mais, fizeram em pista. O negrito nos nomes de certos cavalos, na lista que se segue, é uma avaliação pessoal do que eu considerei como reprodutor bem sucedidos, mesmo Dubai Millennium que deixou apenas uma geração como Shergar, mas que produzido Dubawi, garantiu seu nome nas linhas altas dos ganhadores de provas de grupo, pelo menos por mais gerações de sua descendência. Dubai Millennium morreu e Shergar foi sequestrado e nunca apareceu. O mesmo não pode ser dito sobre o último.
Onze são os animais que no Timeform, ultrapassaram a marca de 139. Deles, somente menos da metade (5) podem ser por mim ser considerado de excelentes reprodutores. E apenas três, Frankel, Dubai Millennium e Sea the Stars, parecem garantidos, pelo menos uma geração a mais, entre a elite das descendências de pais de ganhadores de grupo.
Mill Reef conseguiu ter três gerações, através de seus filhos e um de seus neto, elementos de alto nível em pista. Ribot, idem. Sea-Bird, apenas duas, e Assim mesmo por um de seus filhos, mas a grande verdade é que as tribos por eles formadas, hoje perecem no brejo, como as de Brigadeiro Gerard, Tudor Minstrel, Abernant, Dancing Brave e Shergar.