O cavalo de corrida é um desenho que cada selecionador mantém em sua mente, como algo capaz de ter velocidade e mantê-la através da distância. O gerador desta explosão é seu pedigree, mas a vontade de se manter sempre em luta, depende de pequenos detalhes, que o tempo o leva a erigir como imprescindíveis. Logo, o desenho exato com o pedigree de qualidade tem mais chance de sucesso, que os detentores de apenas um fator ou que apresentem ausência de ambos. Isto não impede que um Riadhis ou um El Santarém atletas quase perfeitos de pedigrees certamente dúbios, apresentem capacidade locomotoras similares a de um Duplex, ou mesmo um Pico Central, elementos de pedigrees perfeitos, mas de físicos altamente dúbios.
Comprar o primeiro é uma questão de coragem. O segundo de sorte.
Não tenho em minha mente um modelo ideal de um cavalo de corrida. O chamado desenho padrão. Hard Buck e Much Better eram cavalos distintos, assim como Eisntein e Gloria de Campeão, mas todos, me inspiraram algo distinto, no momento em que foram examinados. Por sua vez Zenyatta e Vada nada me disseram quando as examinei. E não é por ser a primeira uma gigante e a segunda uma anã. Não por isto, pois, Revless era uma gigante e apaixonei-me. Assim como Baby Victory que era uma anã. Logo, não é por ai.
Agora no final de Abril, inicio de Maio dou inicio as minhas inspeções. Serão mais de 20 haras visitadas e certamente no mínimo 400 espécimes inspecionados. E contarei com a ajuda do Christian Schlegel, do Gil Moss e do Marcel Bacelo. Não é tarefa simples. Aliás nunca foi e o não acesso a muitos reservados, inviabiliza sua total certeza. Mas pelo menos, minimiza as suas chances de erros de avaliação, né?
