São sempre três os indicados ao titulo máximo da temporada, o de Horse of the year. E estes ano, ao dois anos Ted Noffey caiu a responsabilidade de responder pela trinca. Evidente que para um dois anos ser indicado, ele deve sobressair ao extremo e para levar para casa o titulo, tem que demonstrar ter sido excepcional, como os únicos dois que o fizeram até aqui: Secretariat e Favorite Trick. Aliás algo deva ser dito. Um por ser talvez o maior de todos os tempos. O outro mais em consequência da fragilidade das gerações que concorreram na temporada de 1997.
Ted Noffey está invicto em quatro apresentações e até o presente momento parece ser intocável. Custou caro, e como Sovereignity é um filho do fenômeno Into Mischief e difere em essência por um linebreeding acentuado e pouco usual no chefe de raça, Princequllo.
Eu acho que a escolha recairá em Sovereignity, que poderia ter sido tranquilamente tríplice coroado se houvesse um pouco mais de ousadia da parte de seu treinador, o competente, Bill Mott. Embora se tivesse direito a voto, o meu recairia sobre Forever Young, como aqui já foi defendido, anteriormente.
Existe muita politica nesta votação e os jornalistas convidados a votar, sofrem um tremendo assédio. Pois, este titulo tem um fator importante no setor reprodutivo. Recentemente foi dado ao castrado Wise Dan o titulo, fato pouco usual como o também acontecido décadas atrás com John Henri, Forego e Kelso.
Ted Noffey é o lídimo champion 2yo de 2025, mas ainda longe tê-lo a mim provado ser um excepcional. Mantenho-o no patamar dos muito bons, a alguns passos de galgar o patamar seguinte. Mas é bastante válida sua indicação, já que nenhum égua, nesta temporada, ascendeu ao mesmo patamar de Azeri, Rachel Alexandra, Zenyatta e Havre de Grace, as únicas quatro heroínas neste século.
Sei que toda titulação é uma comparação, inclusive - como no caso presente - entre cavalos que nunca tiveram a oportunidade de se defrontarem. Por isto refiro meu voto, tendo a atenção ao fato que fazer o que Forever Young fez, algo memorável. Atravessou mundo para ganhar a Classic em seu segundo embate do ano. Fato este apenas feito até aqui - mesmo não tendo que atravessar o mundo - por Da Hoss, na Mile.