Existem várias formas de aferir qualidade a atletas equinos. Eu tento dentro do possível atrela-las a provas de grupo, pois, por numero de ganhadores ou mesmo pelo montante de prêmios ganhos, de vez em quando criam-se distorções. Existirá exemplo melhor de Gloria de Campeão o cavalo brasileiro líder inconteste por prêmios ganhos. Seria ele melhor que Bal a Bali ou Much Better ganhadores cada um de sete provas de graduação máxima, contando as obtidas dentro e fora de nossas fronteiras ?
Hoje se levarmos em consideração as recém findas estatísticas de avôs maternos serão destacáveis, entre aqueles cuja mães produziram um número expressivo de individuais ganhadores de grupo, nomes como Tapit (Mr. Prospector 3x4 e Nijinsky 5x3), Deep Impact, Galileo (Native Dancer 5x5), King Kamehamena (Northern Dancer 4x4), Bernardini (Bold Ruler 4x5) e Street Cry (Nasrullah 5x5).
Vocês notaram que cinco dos seis de maior efetividade como avôs maternos em 2025, possuem imbreeds ? Mas o que realmente me fascina, é que em nenhum deles há uma repetição sequer, de um chefe de raça. E sete estiveram presentes. Porque será ?
É de aceitação popular que um imbreed tende a reforçar certas qualidades existentes no determinado chefe de raça, mas seria o suficiente para categorizar quem quer seja de uma garantia de sucesso reprodutivo ? Teria serias dúvidas sobre isto.
Agora prestem a devida atenção a lista que se segue, onde fica evidenciada a importância do desempenho em pista, da mãe na feitura de um avô materno diferenciado.
