Primeiro quero deixar claro que todos, e eu digo TODOS, tem direito a uma opinião, principalmente quando defendem uma tese. Poucos são aqueles que no Brasil, tem coragem de fazê-lo. E quando isto acontece, creio que incentivar seja mais importante do que criticar, concordando ou não, com a tese defendida.
Não creio que o pedigree de Wareeth - recente vencedor em sua estréia por 14 corpos em um maiden em Newcastle - seja digno de constar nas lides de um membro da família Maktoun, mesmo sendo um filho e Sea the Stars. Outrossim, não o caracterizaria de mambembe, embora compreenda por que o mesmo adjetivo veio a ser usado na observação feita pelo Marcel, em sua coluna de quarta, última.
Há de se convir que o número de reprodutoras alojadas nos diversos haras desta importante família, evidentemente que possibilita a inclusão de uma Sea the Stars, menos convencional. Entendo perfeitamente a linha de raciocínio do Marcel, pois esta 14-b que teve na mágica, Magic Lamp em seu ponto alto, veio. produzir em ramos próximos algo como o vencedor do St. James Palace e Dewhurst stakes, Grand Lodge. Mas não na sequência direta que originou Wareeth.
Abastados criadores tem o direito. manter linhas secundárias de grandes éguas, como no caso de Zardana cuja descendência materna vinculada ao até então veio inoperante da grande Petite Etoile, parecia uma perda de tempo e de dinheiro. Mas vejam o que esta inciativa rendeu a Karim Aga Khan. Sua perseverança e paciência rendeu dividendos a longo prazo. Com Magic Lamp pode vir a acontecer o mesmo..
Mambembe talvez tenha sio um termo forte, mas até certo ponto compreensível se levarmos para o alo pejorativo. E ademais opinião é que nem nariz. Cada um tem o seu em diferentes, tamanhos, desenhos e cores. E ademais, como ressaltaria o sábio,
